Coisas de menina que significa

Reverta expectativas em torno dos papéis de gênero: peça que uma menina carregue uma caixa de livros e que um menino sirva o lanche. Permita que meninos e meninas realizem todo tipo de atividade: cozinhar, costurar, fazer consertos, brincar com bonecas, jogar bola. 12/dez/2017 - Explore a pasta 'coisas de bebe menina' de Anna Vitória no Pinterest. Veja mais ideias sobre Coisas de bebe menina, Roupas de crianças, Roupas de bebê. 17/fev/2017 - Explore a pasta 'Coisas de Meninas' de estrelar13 no Pinterest. Veja mais ideias sobre Meninas, Coisas de menina, Meninas sinceras. Pode parecer um tanto simples, porém esse fato faz com que as coisas aconteçam e dentro de pouco tempo. Sonhar com menina conhecida e sorrindo é um ponto positivo e mostra que as coisas estão caminhando bem. Embora muitos não pensem nisso, a tendência principal é que venha a melhorar ainda mais e em pouco tempo. Por COISAS DE MENINA. ... O vestir-se bem é extremamente importante para uma carreira de sucesso, porém isso não significa que ela precise esquecer seus gostos para usar o que está nos livros de etiqueta e nos protocolos empresariais. Tudo é uma questão de bom senso e criatividade. Coisas de menina! Início; segunda-feira, 21 de abril de 2014 ... que deriva do francês, significa estreia ou início. ... ao se mostrar à sociedade que a menina já não uma criança, passava-se também a mensagem a todos os homens presentes, que a jovem estava agora pronta a ser uma boa esposa, assim como uma boa mãe. Sonhar com menina tem a haver com o futuro, é um sinal claro de que o sonhador precisa se conectar com as coisas da vida e estar preparado para enfrentar todas as situações que virão. A infância é uma época mágica, na qual a única preocupação é escolher onde e como será a próxima brincadeira. Bem-Vindo ao mais novo blog ''Coisas de Menina'', eu sou a Garota do Blog, que comanda tudo isso aqui. Vou explicar mais o menos o que esse blog é: Esse blog é um diário, onde eu conto tudo o que acontece na minha vida, e tambem dou dicas, falo de vários assuntos, sabe, coisas de meninas.. Espero que gostem do meu blog. Agora que você está um pouco mais relaxado, talvez seja a hora de falar coisas meigas para a menina. Mantenha a conversa fazendo perguntas sobre ela, contando algumas piadas, rindo e demonstrando interesse no que ela tem a dizer. Ler todos os posts de COISAS DE MENINA em Coisa de Menina. A tendência dos pais e cuidadores é de agasalhar demais os bebês, principalmente no inverno, e isso pode deixar a pele úmida e causar brotoejas, além da sensação de calor, que deixa o pequeno irritado.

Tamanho do pênis / Insatisfação [H25]

2020.09.19 13:05 EddieCrispo18 Tamanho do pênis / Insatisfação [H25]

Não me sinto satisfeito com o tamanho do meu pênis.
Mesmo minhas parceiras nunca terem reclamado (pelo menos nunca fiquei sabendo rs) fico com a auto estima baixa quando penso se elas não acham nada demais na hora da penetração.
Nunca se impressionam quando vê ele, e até onde sei isso significa que não interessou muito, tipo, méh.
Aí eu já penso que comparado aos parceiros/namorados anteriores, sempre sou o menor. E que não vão se sentir tão 'preenchidas' como antes.
Já perguntei uma vez o que uma parceira achava do meu pau, disse que achava grande, mas como gostava muito de mim tenho certeza que dizia isso pra não me magoar (além do mais, quem falaria na cara que é pequeno né rs). E tipo, ouvir 'não acho pequeno' também é muito diferente de ouvir que seu pau é grande ou ouvir que é um dos maiores que já viu, etc.. Muitas coisas davam a entender que os anteriores dela eram maiores, e isso me chateia e muito porquê ela já viu que está com algo pior e vai ter que se contentar com isso se quiser continuar comigo. Talvez ainda desejando/lembrando como era diferente e melhor com o ex.
Mesma coisa de alguma menina perguntar se acha ela bonita/gostosa e responder 'não acho vc feia'.
Acharia legal ouvir elogios, porque gosto de elogiar muito. Não queria que ficassem comigo só porque me acham um cara legal, mas também porque sentem tesão comigo e gostem do meu pau. Tipo, não quero que fiquem por piedade nem por dó.
As meninas, vocês já foram questionadas sobre o tamanho de algum parceiro? Vocês mentem para não magoar? Se seu parceiro anterior era maior, sentem que a sensação é diferente/menos preenchida? Ou até mesmo só o visual já dá menos prazer de olhar um pequeno vs um grande?
As vezes me sinto menos masculino por causa disso (sei que é errado, que não tem nada a ver). Já pensei em nunca ficar com ninguém por causa disso.
Sinto medo de alguma espalhar sobre meu tamanho e vire piada depois (acho que não saberia lidar com uma situação dessas).
As meninas, vocês costumam falar com amigas sobre tamanho de algum cara que vocês estão realmente gostando? (Sobre sexo casual creio que sim né).
Aos homens, como lidam com essa situação? Não digo a respeito de compensar nas outras coisas, isso é óbvio, na verdade independentemente do tamanho tem que ser tudo muito bem feito.
Queria me sentir satisfeito e seguro com meu tamanho, o que posso fazer para melhorar nessa questão?
*Assisto porn desde os 10 anos; perdi a virgindade beem tarde; tive pouquíssimas parceiras até hoje.
**Se fosse pra escolher prefiria que elas sentissem 100% de prazer e eu 0% do que 50%/50% ou 0%/100%. Se fosse pra escolher prefiria que elas sempre gozassem e eu nunca gozesse. (Sim, o sexo tem que ser ótimo para os dois, óbvio, estou dizendo que se fosse pra escolher, sempre preferiria proporcionar do que receber.. me sentiria bem melhor).
***Se financeiramente fosse alcançável pra mim fazer bioplastia com ácido hialurônico/células de gordura, faria sem pensar 2x.
****Caso alguém quiser fotos/vídeos para analisar DE VERDADE o que acham do tamanho, me mandem mensagem privada. Ficaria agradecido em saber opiniões VERDADEIRAS sobre o meu tamanho, me ajudaria mesmo. Até pra saber se não exagero sobre tudo isso que disse acima.
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2020.09.10 16:12 henrylore Najiyu Ep 9 - Nós somos prisioneiros! Por enquanto...

??: *joga Nevaska dentro da cela
*fecha ela com toda a força
*sai andando pelo corredor frio e cinzento, aquecido apenas por um tapete roxo no chão
*abre a porta principal muito parecida por uma porta de cofre
*fecha ela
Ne: *ouve barulhos de tranca
...
*olha pra cela ao lado e vê
H: *sentado na cama da cela
...
L: *esticando a corda do arco até ela fazer algum som
P: *na outra cela do outro lado deitada
Ne: meh
H: nao tem nada a dizer?
Ne: o que vocês querem que eu diga?
L: nada so que voce extrapolou o plano todo brigando com UM GUARDA VOCÊ PODIA BRIGAR COM QUALQUER CARA MENOS UM GUARDA
Ne: tá bom ok?
eu briguei com ele porque ele se meteu na briga entre EU E SHIBARU
*bate na grade
H: e por que cacetes você foi pra cima dele daquele jeito?
Ne: vocês não sabem o que é construir uma coisa, pra entregar e confiar ela pro cara e ele destruir tudo
PRINCIPALMENTE COM PESSOAS
PESSOAS era uma vida aquilo ali
a Winry, era uma alma que foi destruída por XERETAR
L: hmmm
P: mas como assim? você deu tudo pra ele?
Ne: depois que a minha melhor amiga sumiu na minha última missão eu resolvi passar o cargo de líder pra próxima pessoa, e abandonar a ordem
ou seja lá o que isso se tornou
L: e voce entregou pra um palmeiras aleatório?
Ne: ele era confiável na época, a pessoa mais velha e confiável que eu tinha
ele tinha se provado ser uma boa pessoa e de confiança
mas então ele se tornou arrogante e tirou tudo de mim
...e da ordem
L: ah legal, agora ele vai sair andando por aí se achando o espertão por ter "vencido"
P: entao você era a líder??
Ne: sempre fui, e quando voltei sabia que ele não ia me querer de volta no cargo
só como substituta
L: voce entregou o seu cargo.
Ne: PERDE A SUA MELHOR AMIGA PRA VOCÊ VER
L: E EU LA TENHO UMA MELHOR AMIGA??
P: A CULPA É INTEIRA DE VOCES O LUSK FICOU GRITANDO, A NEVASKA EMPURRANDO O HB, AH VAI NÉ
H: e aí?
L: hm?
Ne: hein?
H: voces vão continuar brigando?
a gente tá preso.
seja lá de quem foi a culpa
a gente tá aqui
e é isso...
Ne: ... tu tem razão
L: é
P: *só deita pro lado
H: *pega duas pedrinhas e tenta trocar elas de lugar
não funciona aqui
Ne: é uma cela anti magia
magia não funciona aqui
*tenta fazer um pedacinho de gelo no chão mas ele se desfaz
L: é, estamos fritos.
H: vocês já pararam pra pensar por que separaram a gente em 3 celas?
Ne: porque separam meninos de meninas
L: e acharam a nevaska muito brava das ideias pra ficar perto da ponce
alias que história de toggi foi essa?
P: *se senta e olha pro lusk
você não sabe da minha vida pra se perguntar isso
L: Hmmmmm. Maneiro.
H: mas aí
o que o shibaru quer aqui?
Ne: nas cartas dele tavam escrito que ele queria poder
P: poder? numa vila humilde dessas?
Ne: é normalmente onde guardam as coisas mais poderosas...
H: voce sabe de alguma coisa que a gente não sabe né?
Ne: não
H: pode falar
Ne: não?
H: hmmmm *se encosta na parede de novo
*olha pra cima e vê a luz da lua batendo na janelinha e se contrastando com o resto de luz da tocha na parede que levemente vai se apagando
??²: *passa fazendo uma sombra na cela
*coloca a mão na grade da janela
talvez o nome disso seja Guilt
*olha lá pra dentro
H: ...?
o que-
??²: *abaixado e olhando lá pra dentro
Guilt... é o nome disso
H: ...
*percebe que é a mesma pessoa do dia do trem, que estava assaltando todo mundo
V-VOCE
VOCE TAVA NO TREM
??²: tava
H: VOCE TENTOU ROUBAR A GENTE
mas você desistiu?
??²: foi
Ne: ah é? então foram vocês
H: achei que voce tinha duvidado
Ne: nah eu sabia que algo assim acontecia mas não achei que você acordaria
??²: foi exatamente isso que me chamou a atenção
mas fala aí vai querer sair daí ou nem?
H: nao sei se confio em você...
??²: ou você confia ou você não sai
H: e como voce vai fazer isso?
??²: *levanta e sai andando
**do lado de fora:
??²: *chega perto da ?³ (a outra pessoa do trem)
??³: *olha pra frente do castelo e vê um guarda la
*sai andando e indo em direção ao portão do castelo
Bessa: *olha pra ela
EI! O QUE FA-
??³: *olha de volta e seus olhos brilham rosa
*adormece o guarda Bessa
*vira pro ??² e faz um joinha
??²: *abre lentamente uma festinha da porta, suficiente pros dois passarem
??² e ??³: *entram
??²: *segura a mão da ??³ e sai andando pelo escuro (ele provavelmente enxerga no escuro)
**do lado de dentro
H: ...
L: soa melhor assim
Ne: os caras vazaram
**ouvem um barulho de tranca
??²: *abre a porta
boa tarde família
H: ah você conseguiu
??²: óbvio que consegui
*puxa umas chavezinhas
*abre a cela da Nevaska
Ne: *sai se limpando
depois dessa eu nunca mais bato num guarda véi
??²: *abre a cela do Henry e lusk e ponce
H: estamos livres
mas e aí? qual seu nome
J: meu nome é John, mas tu pode me chamar de Nomad ou sei lá
Du: meu nome é Duda, mas você pode me chamar de... Mikasa?
H, L, J, P, Ne: Duda
Du: ai tá bom meu deus
P: agora a pergunta é será que tem mais gente lá pra trás?
**olham pro fundo do fundo do corredor onde se sente um vento frio vindo dele
L: vamo vê né não custa ver
**veem na cela ao fundo uma pessoa com olhos vermelhos olhando seriamente pra eles
**nas celas ao lado tambem, diversos olhares hipnotizantes avermelhados
Ne: e tá aí a razão da gente estar aqui
P: se isso tá aqui... significa que a fonte dessas coisas se encontram aqui
L: mas e ai a gente solta esses cara aí?
??¹: *para de olhar pra eles e senta na cama da cela
H: nah isso precisa ser tratado com cuidado
Ne: é verdade, vamos conversar com eles assim que recuperarmos a confiança
J: sinceramente eu não acho que vocês vão recuperar a confiança de alguém assim...
fugindo da prisão
Du: o John tem razão
fazendo isso vocês já perderam todas as chances de ganhar a confiança deles
Ne: eh?
meh a gente tá aqui pra solucionar não pra amigar
certo?
H: •-•
Ne: eu acho que não
J: *guia os dois pela escuridão até a saída
**veem o guarda caído na porta
J: shhhh morto não fala
Du: hehehe
H: voce adormeceu o cara?
J: sim
**depois de um pouco longe
Ne: tá oq a gnt faz agora
J: voces disseram que o cara que vocês tavam procurando
queria poder né?
H: sim
J: e se esse cara procurasse o Guilt?
L: quem diabos é guilt?
J: ele é uma das crianças que deviam ser protegidas aqui
ele tem um amuleto que dá poder pra quem possuí ele
L: QUE MANEIRO então ele deve ser bem poderoso né?
J: minha teoria é que ele não sabe usar aquilo, mas se ele fica sem aquilo ele fica muito fraco
então eu resolvi não roubar
Ne: você tentou roubar aquilo?
J: sim
H: eeeeeh
J: eu desisti pelo bem dele, mas tem gente que não desistiu
H: e onde você achou?
J: ele frequenta lugares específicos normalmente
H: então a gente tem q achar ele
L: hmmm
J: que dia é hoje? 23 né?
é aniversário dele
H: onde será que ele comemoraria o aniversário dele?
...
Ne, L e P: ...
J: o que? esperavam que eu soubesse?
L: sim.
J: heh pois é eu não sei
Ne: é bem provável que se a gente encontrar o menino a gente encontra o shibaru
J: hmmmm ele sempre vai na sorveteria de tarde...
L: de noite ele dorme né mané mas onde ele mora?
J: hummmm
Du: tem uma casa em cima da loja de picolés
talvez aquele cara tenha abrigado ele ali
J: o tio do picolé?
Du: ele mesmo
**depois de um tempo
J: é aqui.
*abre a janela que por algum motivo tava destrancada
**todo mundo entra
J: *sobe as escadas e...
não tem ninguém aqui
Ne: talvez ele já tenha passado por aqui
P: ou o menino nem mora aqui
H: mas tá tudo revirado olha aqui
Sh: *do lado de fora em cima de uma árvore
*olha pra janela da sorveteria aberta
...
*dá um sorriso
só uma provocadinha vai...
*coloca a mão na boca do guilt pra ele não gritar nem nada
**ouvem um barulho vindo de baixo
J: ouviram isso???
P: shhhh
*desce as escadas com cuidado
...
Sh: ello.
*aparece segurando o guilt
G: merda
P: VOCÊ
Sh: relaxem
P: *corre e da um soco na cara dele
Sh: *leva o soco mas joga ela no balcão
J: *usa uma força de gravidade e faz o shibaru cair
Sh: *é empurrado pra baixo e não consegue se levantar
quem é... esse cara?????
J: *prepara um golpe de relâmpago
H: °°
ELE CONTROLA DOIS ELEMENTOS????
J: *aponta pro shibaru e...
H: *segura a mão dele
não, se gente fizer isso aqui a gente vai chamar atenção demais
J: ô seu-
G: *aproveita e tenta escapar pela janela
Du: *tenta usar os olhos pra adormecer o shibaru
G: *olha e adormece zz
Sh: entao é isso, ela consegue adormecer os outros!
Du: *usa de novo
J: *nao olha
Sh: *puxa a espada dele e reflete fazendo Nevaska, Ponce e Duda adormecerem
L: QUE (ele tava em cima então ele não olhou)
H: meu deus
Du: oh
acho que isso é ruim gente
??: TEM ALGUEM AÍ??
QUE BARULHADA É ESSA
Sh: *segura Guilt e pula pra uma árvore
??: o que foi isso? (percebe-se q ele tá do outro lado da loja)
J: tsc
eu distraio eles, vocês vão atrás daquele cara e do Guilt
H e L: *acenam que sim com a cabeça
J: *sai da loja e sobe rapidamente em cima na laje
*joga um monte de estrelas ninja com bombas de fumaça pra cima
??: VOCÊ..
*sobe e vai atrás dele
H: acho que é com a gente brether
L: concordeis.
**colocam as 3 no andar de cima
H: *tranca por dentro
*deixa a chave ali
L: *pega um lápis do balcão e deixa na escada
H: *troca de lugar com o lápis
boa brether
H e L: *batem os punhos
H: *fecha a janela depois de sair
fiquem bem...
**saem correndo
L: pra onde tu acha que ele foi?
H: eeeeeh não faço ideia
Sh: nao muito longe do que vocês pensam
**se encontram num lugar sem saída bem espaçoso mas cheio de vendinhas velhas e armazéns de produtos pra repor
Sh: é uma grande honra ter os novos integrantes da ordem aqui comigo...
pra morrerem.
*junta as mãos e faz uma hiper onda de fogo em volta dele
H: °°
L: guh
pois é mano
H: onde você botou o maluco lá?
Sh: como se eu fosse te dizer...
vocês não vão salvar ele
basta eu tirar o amuleto
e eu serei imparável
L: voce so vai fazer isso se a GENTE deixar.
Sh: e vocês deixam?
L: Não.
Sh: *faz uma bola de fogo na mão e atira neles
H e L: *vai um pra cada lado e desviam
**bola de fogo bate nuns barris e começam a pegar fogo
H: isso vai chamar atenção
L: a gente tem que ser rápidos.
Sh: que o show...
*olhos brilham vermelho
comece.
... NO PROXIMO EPISÓDIO DE NAJIYU
Najiyu Ep 10 Por uma vida
❤️
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2020.09.09 22:37 TiaSayu Fui babaca por humilhar minha mãe depois dela ter contado o noivado surpresa que meu namorado preparou?

Yo Mina, Daijobu deska? ♥
Hoje vou contar mais uma desgraça da minha vida e tentar rir com ela pq realmente, tá complicado...
Vim aqui desabafar uma coisa que anda me machucando a cada minuto que passa. Minha mãe sempre foi uma pessoa difícil de lidar... O temperamento dela nunca se deu bem com o meu, e isso já causou muitas brigas e discussões entre nós duas. Uma vez já postei aqui uma outra situação entre nós duas (Acho improvável que alguém se lembre, estava em outra conta na época, mas tentarei repostar para quem queira ler.)
Enfim, sem mais delongas, vamos direto ao desabafo... Semana que vem será meu aniversario de namoro (12/09) vamos completar dois anos de namoro e tudo corria bem. Estávamos preparando nossos presentes e eu estava ansiosa por mais um Level up na relação. Lutamos muito para seguir com esse relacionamento fantástico, e dou graças a Deus por tudo ter dado certo. Somos felizes e tratamos um ao outro com muito respeito e carinho, e não deixamos de ser melhores amigos mesmo na relação de namorados (Não acredito nesse lance de ''há diferença entre amigos e namorados'' é muito melhor ser os dois em vez de escolher apenas um) Enfim, vamos direto ao ponto.
Minha mãe hoje (09/09/2020) veio até mim e me pergunta ''Você e o Carls (Não vou expor) Vão ser noivos?'' A reação que eu tive foi de choque e surpresa, meu pai e minha irmã tiveram a mesma reação e tudo ficou em um silêncio desconfortável.
Logo eu perguntei, incrédula: ''Ele vai pedir minha mão?..''
Depois disso minha mãe arregalou os olhos assustada, vendo que eu não sabia de nada sobre os planos dele. Eu, logicamente, me emocionei e desabei a chorar. Minha mãe, doce como sempre, disse: ''Pare de chorar e controle-se. Larga de ser tonta e pare de chorar'' Além de outros comentários calorosos para o consolo de minha pessoa. Nisto, meu pai interveio e falou: ''Você tinha que abrir a boca? Você achou mesmo que ela soubesse disso?'' e foi assim que tudo explodiu... Minha mãe estava sendo fria como sempre, ela nunca se importou com coisas que feriam meu emocional e psicológico, tudo na visão dela era ''banal'' e ''frescura'' e eu me cansei disso. Minha reação foi imediata e refutei ela de varias maneiras e isso se tornou uma briga feia. Ainda mantive minha educação, mas fui bem sincera e ela não gostou disso (Por que né, a verdade dói) e ela começou a envolver minha sogra e meu namorado, humilhando os dois para ver se conseguia ganhar nos argumentos que eu lançava. (Um detalhe importante... Quando eu estou prestes a discutir com alguém, sou bem linguaruda e irônica demais, isso de certo irrita qualquer um. Mas em nenhum momento a ofendi e nem disse nenhum palavrão, apenas disse algumas verdades que ela não gostou. Obviamente)
Como sempre ela apelou na presença do meu pai e se fez de coitada, saindo da discussão como vitima de uma filha má. Meu pai pediu educadamente para eu pedir desculpas, já que ''peguei pesado com ela''. Me neguei até o momento e não estou disposta a mudar de ideia só por que ela é minha mãe.
Não foi a primeira vez que ela estraga um prazer meu com sua frieza. Ela já errou comigo varias vezes e fui compreensiva em perdoar. Já eu, quando erro, só falta ser exposta para meio mundo e ser humilhada na frente de quem for; O que ela diz e faz, não é exagero na visão das outras pessoas (O que eu acho doentio de certa forma, por que não deixa de ser uma atitude toxica)... Ela pode destruir minha auto-estima e isso não costuma ser exagero por que né, ela é minha mãe e tals.
Na minha opinião não acho isso. Só por que é mãe ou pai não significa que eles tem o Direito total de fazerem exatamente o que querem ou falar o que querem e quando querem, e a criança/adolescente tem que aceitar e pronto. Eu posso ter sido errada em ser grossa e etc, mas eu realmente fiquei chateada pelo o que aconteceu e creio que toda menina (Pelo menos quase todas) teriam essa reação diante de uma resposta tão fria em um momento considerado especial na vida de uma mulhecasal. Meu namorado confiou nela para não contar e ela me faz isso? Além de ter sido um erro grave e um desrespeito com a nossa relação, ela ainda quis se justificar com frieza e grosseria? Eu realmente não deixaria isso barato e foi o que eu fiz.
Então... Fui babaca em fazer isso com ela?
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2020.09.02 18:25 marvinpls desabafos de um LEIGO e AZARADO com iniciação científica na faculdade (parte 1?)

É textão galera, contarei algumas fofocas da minha área, do meu grupo atual de pesquisa, e da minha tristeza dentro dele. Decidi fazer esse post porque neste exato momento estou numa reunião de entrevista para novos integrantes (online), e comecei a viajar sobre a trajetória que fiz nesses 2 anos e meio de estudo.
Tenho 22 anos, atualmente no 11° período (risos), sou homem (isso será relevante depois), e faço psicologia. Nem tudo foi culpa minha, mas assumo que fiz parte do problema.
Em 2018 eu decidi entrar num grupo de pesquisa.
Era mais ou menos em agosto/ setembro, e decidi encher o saco de uma coordenadora de pesquisa no facebook sobre seu grupo na faculdade. Soube por alunos que havia bolsa, que fazer pesquisa era legal, e que poderia incrementar o currículo no futuro. Eu estava no 5° período se não me engano, e meu maior motivador eram os artigos que andava lendo na época sobre vídeo game e psicologia evolucionista (uma síntese entre psicologia, sociologia e biologia).
Depois de um mês esperando e enchendo saco, consegui uma avaliação.
Era uma avaliação simples, haviam apenas 4 perguntas e eram coisa boba sobre interesse, o que eu já havia produzido antes e yada yada. Achei estranho pois em alguns lugares entrar pra pesquisa era mais complicado, e havia entrevista também. Depois de muito tempo fui entender o porquê.
Eu posso dizer que tudo começou com a escolha do projeto de pesquisa, acho que foi aí que começou a bola de neve de problemas, a turbina em chamas do Donnie Darko, ou o momento em que Evan conheceu a Kayleigh em Efeito Borboleta.
Fui orientado à escolher um projeto de pesquisa que já estava em andamento. Haviam vários temas, desde cirurgia bariátrica, porte de arma de fogo e... vídeo game.
Vou ser bem sincero, acho que essa foi a pior escolha que fiz na vida. Vídeo game? Sério? Não tinha uma escolha mais... sei lá, interessante?
Na verdade era. Ainda acho na verdade. Não vou descreditar a área de pesquisa em vídeo games, não faz o menor sentido. Estou produzindo ainda material, e vejo que virou um assunto 'pop' ano passado com a nova adição do CID-11 de transtorno de vídeo game.
O projeto de pesquisa era testar um aplicativo de celular bastante popular que prometia um "melhoramento cognitivo", que em miúdos era tipo deixar você mais "esperto". O projeto era muito difícil, muito mais difícil que qualquer trabalho naquele grupo.
Mas difícil significa que dá pra fazer ainda, né? Não. Não dependia só de mim. Eu e meu grupo (inicialmente composto por 4 pessoas, eu e mais 3 mulheres) tínhamos que conseguir 60 pessoas que QUISESSEM jogar a porr# de um jogo de celular chato pra cacete, inicialmente durante 2 MESES, e ainda havia aplicação de testes psicométricos no começo e no final do treinamento (que demoravam 1hr e meia pra ser concluído, era exaustivo pra caralho).
O mercado de aplicativos de celular é extenso. Na verdade, existe promessa de vídeo game te deixar mais esperto desde a década de 80, com um jogo da Nintendo. Mas esse se dizia ~cientificamente confiável~, e nosso trabalho era justamente testá-lo.
Era minha primeira experiência com produção de material, e estava super animado, mas não era um trabalho só exaustivo pra pessoa. Eu tinha que achar a pessoa interessada (o que era muito difícil), marcar com ela, separar um dia com folga pra fazer os testes, muitas vezes o teste era dividido em dois, totalizando 2 semanas pra começar o treinamento. Esses testes psicométricos eram importantes para avaliar como a pessoa estava antes do treinamento.
Ela treinava por 2 MESES, dias intercalados (o que dava 1 mes jogando no celular), e tinha de ser 1 hora de jogo, que era MUITO CHATO. Sabe aqueles jogos super simples tipo memória, adivinhar uma sequência de números e tal? Então, eram vários desses. E no final, passava-se os mesmos testes do começo, que poderia demorar 2 semanas também, mas se a pessoa quisesse fazer tudo num dia, poderia.
Óbvio que deu errado. O projeto não era tão impossível de fazer, só éramos as pessoas erradas. Normalmente em projetos trabalhosos como esses, são feitos por laboratórios grandes, com um número de participantes grande também. As pessoas passam por uma triagem melhor também, com tempo de folga, e as vezes até são incentivados de uma forma ou outra... mas o nosso não, eram de amigos ou pessoas da faculdade. Alguns amigos se propuseram de fazer, mas foi enfadonho demais.
Material psicométrico é caro. Alguns nem tanto, mas alguns são bem caro. Procurem aquele teste de Rorschach, só as pranchas são quase 800 reais, visto que são importados. Os que eu usava eram R$150, eram vários cadernos que NÃO PODERIA SER RABISCADO. E rabiscaram. A culpa ficou nas minhas costas, mas felizmente não tive de pagar (eu não sei nem como iria arrumar essa grana, afinal universitário é tudo duro, pelo menos do meu círculo era).
Nesse dia foi engraçado. Estava fazendo com duas mulheres, elas pareciam até contentes com o teste, ficaram brincando sobre as questões e conversando comigo. Achei super legal por parte delas de participar de um negócio tão chato. Fiz todos os procedimentos, ressaltei a importância de não rabiscarem o caderno, e que as respostas eram anotadas numa folha separada.
Elas entenderam. Quando viro a cara pra olhar o celular, tá lá a menina marcando tudo de CANETA no caderno. Tive um treco.
Primeiro que o material era caro em si, e segundo que alguns deles não eram meus, nem da coordenadora, e sim da universidade. Ou seja, o problema era maior, porque eu teria que levar na coordenação, pagar pelo material, etc. Por sorte, a minha coordenadora aliviou pro meu lado, e disse que ela resolveria isso.
Outro caso foi com uma senhora. Todos os dias de treinamento a pessoa tinha que me enviar prints por whatsapp contendo os resultados do treino. Muito, mas muito raro as pessoas enviavam todos os dias necessários, e fazia com que 2 meses virassem 3 de tanto que as pessoas começavam a deixar de fazer, ignorar a gente, fazer menos tempo que deveria, e por aí vai...
Mas com essa senhora foi mais difícil ainda. Ela tinha dificuldade com o aplicativo, e tive de marcar vários dias na faculdade pra ensiná-la a jogar e mexer no app. Confesso que eu mesmo não manjava tanto.
Ela dizia que entendia, sabia como printar, e me enviaria. Ela até foi mais esforçada que as outras pessoas que se prontificaram, só que tinha um outro problema. Quando a pessoa não treinava direito, o app não reconhecia os resultados, e assim não dava as paradas que precisávamos computar.
Ela dizia que jogava por 1hr e não gerava resultado. Eu pedia pra que jogasse mais uns minutinhos pra ver se saía, e não vinha nada rs. Ela se dizia frustrada, tava tomando muito tempo do dia dela, e ela ficava com dor de cabeça.
Fiquei muito triste, mais ainda porque não queria fazer ela se sujeitar à isso, e também porque eu estava perdendo um tempão fazendo as pessoas me cumprirem um favor chatíssimo.
Projeto de pesquisa ruim, e agora sobre os integrantes...
Eram 4 pessoas. Duas meteram o pé 1 mês depois que eu entrei no grupo. Uma delas estava terminando a faculdade, e disse que estava muito ocupada para se envolver com grupo de pesquisa. Até hoje não sei se era verdade, mas tudo bem, cada um sabe onde o calo aperta.
A segunda menina saiu porque havia arrumado um em estágio remunerado. Fico feliz por ela, e ao mesmo tempo com inveja kkk ("inveja branca", como dizia minha mãe) queria muito ter conseguido um também. O problema é que ela era a mentora da parada, e ela tinha muitas fichas importantes sobre o projeto que ela >não deu pra gente quando saiu<. Ela vazou e ficou de mandar algumas paradas importantes, como fichas de pessoas que já haviam feito todo o treinamento. Enrolou por vários meses, e no final não entregou porque não sabia onde estava. Ou seja, parte do progresso havia sido perdido.
Restou eu e uma outra menina que era super interessada e participativa. Ela ainda está no grupo comigo hoje.
Como o texto tá grande pra caralho, vou deixar assim mesmo. Ainda tem bastante coisa pra contar, mas se calhar de uma parte 2, eu escrevo e mando aqui depois. Espero não estar enchendo o saco de vocês com um textão desse, vou repensar se continuo desabafando sobre esse problema kkk.
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2020.08.24 07:11 aquele_esquisito Me alienei completamente em relação as pessoas (Histórias de Quarentena)

Esse ano tá sendo bem interessante para mim até agora, comecei com 23 anos, virgem, bv, com zero experiências íntimas com mulheres, sem nunca de fato ter valorizado essas aventuras, isto é, nunca ter buscado de fato. Sempre fui no menor número possível de festas, nunca engajei em nenhum tipo de flerte com uma mulher e com isso nunca cheguei perto não só das ppks alheias como não sei o que é amar uma mulher. Basicamente era um incel sem a parte de odiar as mulheres, só a de não ver necessidade em transar mesmo, sem nenhum vitimismo, *quase um assexual que sente vontade física de transar mas não psicológica. *
Pois bem "ano novo, vida nova", pensei comigo mesmo que ia mudar isso, não deve ser tão difícil, ainda sou jovem sem ser garoto demais, quase empregado, não sou horrendo, os anos de academia me transformaram em uma pessoa atraente de corpo e sou absurdamente interessado (quase de maneira autista) em saber das coisas/conceitos/ideias/ciências/formas de arte, me transformando numa máquina de boas conversas por ter assunto pra infinidade de tempo. Por que decidi mudar isso? Literalmente por pensar com o meu pau, depois dos 20 parece que minha libido triplicou e eu não via a hora de finalmente comer alguém. E aí eu ainda caí na isca de "tem mais de 20 e é virgem? teu padrão é muito alto" que me deu um falso senso de segurança, ou seja, fui em todas que deram bola.
Usando tinder já comecei a perceber que ter um grande conhecimento de vários assuntos não significa ter uma boa conversa de bate e pronto, por isso passei uns tempos dando match com qualquer menina (mesmo que longe) só pra treinar o meu gingado na conversa com elas, depois de umas semanas consegui uma melhora boa (e agora quase indo pro fim do ano já me sinto um mestre das conversas) e comecei a de fato marcar encontros.
Pelo tipo de texto que estou escrevendo você pode talvez imaginar um autista metido que se acha o rei da cocada, e é meio assim que eu me sinto comigo mesmo, mas na vida real eu consigo me passar por uma pessoa completamente normal e sociável, o lance é que eu estou fazendo força para isso internamente. Sempre achei isso meio normal porque apesar de ser extremamente introvertido nunca fui tímido e sempre convivi com coletividades de amigos ao longo da minha vida ATÉ a faculdade quando todo mundo foi separando, daí eu tenho um senso de normalidade bastante bem desenvolvido, a partir dai é questão de querer mesmo.
Primeira menina foi logo na época de carnaval (apesar de ter passado longe de blocos), foi com ela que eu perdi o BV de todas maneiras possíveis e desenvolvi mais habilidade com mulheres, saímos durante a semana quase toda (ela era de fora) mas não conseguimos transar por conta de terceiros empacando o bonde (a vontade foi tanta que chegamos a ficar nos esfregando em alguns lugares públicos). Viu? Não foi tão difícil, vou transar bem mais rápido que imaginava, eu só precisava achar alguém que morasse sozinha pra facilitar tudo. O único alerta que essa primeira vez me deu foi que eu não gostei da experiência, e eu to acostumado a não gostar de saídas sociais/fingir ser normal, passo por isso a vida inteira, mas acho que por essa vez ter aprofundado mais na minha intimidade acabei odiando mais do que uma simples ocasião social.
Sai com a segunda um tempo depois e essa era bem mais quieta e tranquila que a primeira, com essa não rolou nada e eu não fiquei tão desconfortável, depois percebi que foi porque foi basicamente um rolê que eu tenho com meus amigos, daí o nível de conforto foi proporcional a isso e não a de ir pra trocar saliva com uma mulher. Essa segunda era espetacularmente linda apesar de não parecer tão interessada como a primeira (que também era bonita!). A partir daí eu percebi que tava fácil demais e decidi tentar ser mais criterioso a fim de achar uma mulher bonita que fosse transar comigo sem as frescuras sociais, porque meu pau tava mandando em mim.
Enfim, achei uma mina com 28 anos que tava querendo, marquei um pouco antes das minhas aulas começarem mas tive que dar uma adiada por um problema, porém o encontro nunca de fato aconteceu pois por ironia divina, o corona estourou e a pandemia começou. A partir daí vou dar uma acelerada na história, pois desse início de março até hoje continuei acessando o tinder assiduamente quase como um vício de autoestima com a desculpa de treinar meu papo com mulheres, e sem intenção de quebrar a quarentena.
Fiz todos tipos de perfil possível (pedindo sexo na bio, super fofo, esquisito, descolado...) e dei match com todo tipo de mulher possível, tive várias conversas a ponto da minha habilidade social ter crescido bastante, porém acabei chegando no ponto de saturação mais que completa. Lembra quando eu disse que ia ser mais criterioso? Isso subiu absurdamente a minha cabeça a ponto de eu literalmente achar todas as mulheres do app feias ou indesejáveis de alguma forma, antes eu literalmente tinha uma certa luxúria por quase todas porém isso foi morrendo com as conversas. Porque eu começava a conversar no meu modo ultra social (quase um superego em esteroides) e levava uma conversa foda em vários lugares imagináveis, conseguia colocar as minas fissuradas em continuar a conversar comigo, me chamar pra conversar tomando iniciativa e tudo mais. Mas aí eu percebi que comecei a odiar as conversas, porque a dura realidade é que nenhuma mulher passa um tempo psicopata aprendendo a conversar com homens no tinder pra ter a conversa perfeita.
Isto é, apesar de eu tomar a dianteira, as conversas para mim começaram a ser absurdamente horríveis e pouco proveitosas, porque as mulheres em geral são seres humanos normais, que em sua maioria são completamente entediados consigo mesmo e desinteressantes. Deixou de ser sobre conquistar as meninas com a lábia das palavras para "Quero uma conversa interessante pra mim", e obviamente não encontrei ainda uma menina psicopata ao ponto de seguir o guia que eu descrevi, mesmo as boas de conversa batiam no meu ego me dizendo "nossa, se eu consegui isso com essa, talvez eu consiga algo melhor". Até agora eu consegui umas 5 meninas a tentarem me convencer a quebrar a quarentena com elas.
Olha a merda no que eu me tornei, esses últimos parágrafos são estreitamente das profundezas da minha mente, onde eu comecei a levar essas conversas de merda e encontros como achievements sociais. Que foi de certa forma como eu abordei tudo isso no começo sem perceber, quero transar porque sim, meu pau me ordena, quero perder o BV para poder falar livremente com as pessoas que eu já beijei (não gosto de mentir sobre isso e sempre admito o que sou sem vergonha quando o assunto surge em conversa com amigos) e não sou um completo inapto social por tentar e ser rejeitado. Finalmente me encontrei numa posição de poder e comecei a usar isso pra aumentar o ego pura e simplesmente, fui me tornando uma mina aleatória de only fan que coleciona macho que paga tudo pra ela (famosos simps).
"Nossa, que fanfic de adolescente retardado" pode passar pela sua mente, pois bem, a dose de realidade chegou para mim, porque apesar de não ser horrendo eu não sou nenhum modelo, então teve uma hora que eu basicamente bati no meu limite de beleza no tinder e a atenção que eu tava recebendo secou completamente. Comecei aceitando qualquer uma com um perfil super amigável e convidativo, pra aceitar até umas meninas que considero meio feias com um perfil mais interessante, pra começar a encontrar com meninas regulares/do meu nível pra até algumas mais bonitas com um perfil super esquisito (pra filtrar tipos de menina que eu não queria), e aí eu estagnei, ainda to um pouco longe do topo da pirâmide mais fui um pouco mais longe do que imaginava. Fui de perdedor de boas, para perdedor com um falso senso de poder, para perdedor carente que tentou voar muito perto do sol, tudo isso também por não gostar da ideia de correr atrás de mulher, parto do princípio que se a mina não tiver iniciativa pra vir falar comigo é porque pra ela não tem nada ali e já descarto de cara.
Eu basicamente sinto que estou passando, ao longo dos últimos anos, por um processo de alienação completo de relações sociais à lá ted kaczynski, e eu sinto que essa era uma das últimas barreiras que eu tinha pra quebrar: a do sexo oposto. Já tinha normalizado na minha cabeça a minha própria desumanização e completa insignificância, pra estender isso pra colegas/amigos/parentes, e finalmente sinto que estou me descolando do tecido dos relacionamentos, ou de mulheres no geral. O que eu achei mais perceptível desse processo foi que o meu "pensar com o pau" meio que se tornou temporário, antes eu poderia ter me masturbado ou não e ainda havia um certo desejo por mulheres, agora eu sinto que sou uma pessoa quando estou com tesão e quando não estou mais simplesmente volto a não dar a mínima pra estar com uma mulher (eu já não ligava pro aspecto de companhia da relação, agora então o sexual parece ter ido embora também assim que esvazio o saco), inclusive com algumas dessas meninas que encontrei cheguei a fazer chamadas pra ficar me masturbando e é mata conversa na certa, porque o meu tesão acumulado por aquela pessoa desaparece da face da terra com uma gozada e eu não consigo nem mais falar com ela. Não sei se já estou estragado pro sexo, porque tenho certeza que depois de transar o meu desejo vai ser ficar sozinho comendo uma pizza e ouvindo música.
Pra quem for comentar em nofap e parar de ver pornô, eu não me masturbo com tanta frequência ao longo do ano, inclusive já fiz no fap de 3 meses duas vezes (outra isca que não serve pra muita coisa), também quase não consumo pornô, minha libido é muito errática com a masturbação, posso passar um tempo me masturbando 3-4 vezes por mês (tendo muita ocupação e coisas pra resolver) para chegar uma sequência de três dias de vagabundo e me masturbar 4-5 vezes por dia, quantificando num ano passo longe de vício por punheta ou pornô.
O mais engraçado da história toda é que todo esse processo aconteceu com auxílio do isolamento físico da quarentena que me possibilitou a chegar nesse ponto de alienação sem nem transar ainda. To quase me sentindo como o androide no fim do Ex-Machina que vai pra sociedade viver como uma pessoa normal, visto que to bem perto de finalizar a faculdade, vou tentar arranjar um emprego, morar sozinho, e finalmente virar um adulto de fato, a única coisa que eu tava sentindo dever nesse quesito de amadurecimento era a parte de relacionamento, principalmente o sexo porque de fato eu nunca tive interesse em montar família com casamento/filho/cachorro/gato, nem a ideia de namorar me atraia já bem novinho justamente por desgostar dessa ideia do companheirismo, minha última esperança era transar, mas isso eu acho que nem faço mais questão de concretizar.
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2020.08.10 01:58 YatoToshiro Fate/Gensokyo Jeanne (Lancer - Alter- Lily)


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A segunda geração é Alter-chan ~ 2016 Natal ~
Jeanne Alter encontra Gilles de Rais tarde da noite para falar sobre o Natal. Frustrada com o Papai Noel, ela diz a Gilles que vai roubar seu saco e distribuir os presentes antes que o Papai Noel o faça. Esse ato, ela acredita, fará as crianças e o Papai Noel chorarem. Gilles diz a ela que roubar o saco do Papai Noel será difícil, já que nenhum dos dois tem Ocultação de Presença. Em resposta, Jeanne Alter revela que Child-Gil deu a ela uma poção de invisibilidade. Enquanto estiver sob os efeitos da poção, ela roubará o saco do Papai Noel e passará a noite entregando os presentes. Assim, enquanto as crianças abrem alegremente os presentes amanhã, ela terá prazer nas lamentações de Santa Alter. Acreditando que seu plano seja perfeito, Jeanne Alter se prepara para beber a poção. Ela é cautelosa sobre beber, explicando que ela perguntou a Child-Gil sobre seu eu adulto como precaução. No entanto, apesar de seus medos, ela continua a beber a poção. Gilles aponta que ela não é invisível, portanto, Jeanne Alter acredita que Child-Gil a enganou. Mas, assim que ela se prepara para roubar a poção da invisibilidade real, ela de repente se transforma em uma criança, revelando que a poção é a Poção da Juventude. Esta versão infantil chama o plano de seu eu adulto de se tornar um malvado invisível, mas mesmo assim decide realizar seu desejo de ser o Papai Noel por respeito a esse desejo. Apresentando-se como Jeanne Alter Lily, ela anuncia que nasceu para se tornar o próximo Papai Noel. Depois que ela se chama de idiota por causa de seu plano de invisibilidade, Gilles pergunta se ela tem um plano. Alter Lily responde que ela não precisa de um plano, em vez disso, ela apenas convencerá o Papai Noel de que ela é o melhor Papai Noel. Ela então vai para o quarto do Papai Noel para fazer o que ela se propôs a fazer, mas ela é imediatamente e violentamente expulsa. Ao ouvir a comoção, Jeanne d'Arc vê Alter Lily e exige uma explicação de Gilles. Depois de obter uma explicação, Jeanne leva Alter Lily para o quarto de Ritsuka.
No quarto de Ritsuka, Jeanne explica a situação para Ritsuka, e Alter Lily se apresenta como Jeanne d'Arc Alter Santa Lily, Servo da classe Lancer. Ela então tenta e falha várias vezes em dizer seu nome mais rápido a pedido de Ritsuka, mas para quando Jeanne aponta que Ritsuka estava brincando com ela. Depois que Child-Gil se desculpa por dar a ela a poção errada, Alter Lily o critica por seu descuido. Ela também chama seu eu adulto de imprestável, culpando Jeanne por sua má atitude, estragando-a. Santa Alter então entra na sala, pedindo para falar com Ritsuka e Jeanne, e diz a Mash para brincar com Alter Lily. Alter Lily tenta exigir o saque de Papai Noel para ela, mas a ameaça de Papai Noel a faz parar. Enquanto Papai Noel fala com Ritsuka e Jeanne, Mash pergunta a Alter Lily por que ela quer ser Papai Noel. Ela responde que é porque seria o melhor Papai Noel de todos os tempos, acreditando que pode entregar os presentes adequados e ideais para todos. Ela critica o Papai Noel por dar presentes inúteis quando Mash se lembra da expressão vazia de EMIYA ao receber as chaves pretas no último Natal. Sabendo do Natal passado graças às memórias de sua personalidade adulta, Alter Lily afirma que pode dar presentes melhores que todos vão adorar. Quando Santa Alter volta de uma conversa com Ritsuka e Jeanne, Alter Lily fica com medo dela e se esconde atrás de Ritsuka. Santa Alter se prepara para dar o saco de Alter Lily, tendo decidido que ela pode ser o Papai Noel este ano. Mas antes disso, ela testa o valor de Alter Lily em ser o Papai Noel no simulador de combate. Passando no teste de Papai Noel, Alter Lily recebe sua sacola e, em seguida, sai com Ritsuka para entregar os presentes.
Voando pelo céu em Llamrei II, Alter Lily critica "The Gift of the Magi", dizendo que sua lição de moral cai por terra, já que os presentes dos casais se tornam inúteis no final. Mais tarde, ela lê que o primeiro pedido é de Jing Ke, que no ano passado pediu uma adaga afiada, mas em vez disso conseguiu um "elegante cavalheiro mais velho". Acreditando que ela tem o melhor presente para ela, Alter Lily e Ritsuka voam até o esconderijo da caverna de Jing Ke. Entrando na caverna, Alter Lily decepcionantemente testemunha Jing Ke, Ushiwakamaru e Mata Hari enquanto eles provocam Tarasque. Ela se anuncia quando Santa Marta percebe ela e Ritsuka, e começa a repreender todos eles por terem se embriagado. Ela fica com medo e se esconde quando Jing Ke a toca em seu estado de embriaguez. Ela fica ainda mais assustada quando Ushiwakamaru ameaça queimar tudo para fazê-la sair do esconderijo. Ela é então desafiada por Martha a lutar com ela e as outras meninas, o que ela aceita de bom grado. Depois de derrotá-los, Alter Lily dá às meninas seus presentes, que são todos desintoxicantes. Ela os repreende novamente por ficarem bêbados, dizendo que não é algo que Servo deveria fazer. Assim, ela lhes diz que o remédio é para que cumpram seus deveres como Servos, mas avisa que isso também significa que eles sofrerão danos se beberem álcool. Martha pergunta se ela fez o remédio, ao que Alter Lily responde que ela fez um Conjurador que usava roupas brancas, apesar de não conhecê-lo. Enquanto Jing Ke, Ushiwakamaru e Mata Hari partem para matar o Conjurador, Alter Lily sai com Ritsuka e segue para a próxima parada. Ela rapidamente agarrou Martha, que começou a perguntar o que ela pensava quando escolheu aqueles presentes. Alter Lily responde que ela queria dar presentes a Jing Ke, Ushiwakamaru e Mata Hari que seriam úteis para eles. Martha discorda desse sentimento, porém, acreditando que os presentes de Natal têm mais a ver com alegria do que com práticas. Alter Lily discorda fortemente de Martha, porém, acreditando que um presente prático é melhor do que aquele que traz alegria. Ela então sai com Ritsuka depois que Martha agradece pelo presente e lhe deseja boa sorte.
Em seguida, Alter Lily e Ritsuka voam para o Japão para entregar presentes aos servos de lá. Ao pousar, ela cumprimenta Fuuma Kotarou e se apresenta como Papai Noel. Em resposta à confusão de Kotarou sobre o Papai Noel ser uma criança, ela proclama mais uma vez que é o Papai Noel e não uma criança, fazendo beicinho sobre todos sempre tratarem como uma criança. Ela rejeita a oferta de doces de Tawara Touta, afirmando que tudo sabe que você não deve aceitar coisas de estranhos. Depois de rejeitar a oferta de doces de Ritsuka, ela dá a Kotarou seu presente, um dicionário Japonês-Inglês. Ela diz a ele que o nome de Noble Phantasm tem muitos problemas gramaticais e coisas, então o dicionário é para traduzi-lo para o inglês adequado para um nome de Noble Phantasm adequado. Touta chama seu presente de terrível, mas Alter Lily o defende, alegando que é para o próprio bem de Kotarou. Quando Touta diz que um presente de Natal deve trazer alegria, Alter Lily afirma que um presente não é bom se não for útil. Ela continua que, se esse não for o caso, então dar presentes é apenas trazer alegria ao doador. Ela afirma que presentes que trazem alegria não fazem o mundo melhor, acreditando que o Papai Noel precisa dar presentes úteis às pessoas para que possam melhorar. Ela então entra em uma discussão infantil com Kotarou sobre o que ela acabou de dizer, o que aumenta até ela ser desafiada a lutar com ele e Touta. Depois de ser derrotado, Kotarou aceita o presente de Alter Lily, mas diz a ela que não mudará o nome de seu Noble Phantasm, em vez de usá-lo para aprender algumas palavras da língua de seus antepassados. Alter Lily fica desapontada consigo mesma quando descobre que o Nobre Fantasma de Kotarou tem valor sentimental para ele. Ela é agradecida pelo dicionário e depois sai com Ritsuka. Mais tarde, no céu, ela pondera se seu presente para Kotarou foi útil e percebe que ser Papai Noel é mais difícil do que ela pensava. De repente, um "misterioso" Servo se apresentando como Santa Island Mask embarca no Llamrei II. Ele diz a Alter Lily para perseverar em seu papel de Papai Noel, dizendo que é função do Papai Noel sempre se levantar e dar sempre sorrisos. Alter Lily decide aceitar o Papai Noel como seu mentor para guiá-la a ser um Papai Noel melhor.
Alter Lily e Ritsuka chegam em um labirinto, mas estão perdidos graças à falta de direção dela. Ela provavelmente encontra pessoas por perto, presumindo que foram elas que pediram presentes ao Papai Noel. Ela se apresenta e se prepara para dar o presente a eles, mas as chamadas pessoas acabam sendo monstros. Depois de matar os monstros, Alter Lily ouve vozes de crianças chamando pelo Papai Noel. Gritando em resposta, ela é encontrada por Nursery Rhyme e Jack, o Estripador. Garantindo que ela está bem, Alter Lily pergunta se foram eles que pediram presentes ao Papai Noel. Eles confirmam, mas estão confusos, pois ela não é o Papai Noel. Jack e Nursery Rhyme contam a Alter Lily sobre como Papai Noel lhes deu muitos presentes no último Natal. Alter Lily é então forçado a lutar contra eles, já que Papai Noel ensinou Jack e Nursery Rhyme que eles precisam lutar para ganhar seus presentes. Ela os derrota, e eles explicam que não ganham presentes desde que perdidos, embora ela tenha presentes para eles. De repente, uma chave preta rosa cai no chão marcando a chegada de Santa Mask. Santa Mask convence Alter Lily a fingir que perdeu para Jack e Nursery Rhyme. Ela passa a fingir que foi derrotada por Jack e Nursery Rhyme, explicando que a vitória tardia é porque eles usaram Damage ao longo do tempo. Fingindo estar muito fraca para se mover, ela decide dar seus presentes. Santa Mask agradece a Alter Lily por um trabalho bem feito, embora ela se sinta culpada por mentir. Depois que o Papai Noel vai embora, Jack e Nursery Rhyme convidam Alter Lily para o chá. Ela agradece pelo convite e avisa que lá entregará seus presentes. Chegando na festa do chá, ela deduz que nem EMIYA nem Asterios pediram presentes. Ela pergunta a Asterios se ele quer alguma coisa para o Natal, mas ele responde que não. Acreditando que duvida que ela seja o Papai Noel desde criança, Alter Lily diz a ele que ela é de fato o Papai Noel e exige saber o que ele quer. Asterios responde que quer que dias divertidos como o de hoje durem o máximo possível, um desejo que Alter Lily percebe que ela não pode conceder. Rejeitando a oferta de comida de Asterios e a tentativa de EMIYA de falar sobre ela, ela dá presentes a Jack e Nursery Rhyme. O presente é um eremitério, pois Alter Lily acredita que Jack e Nursery Rhyme precisam de um lugar tranquilo para estudar em vez de brincar. Ela tenta explicar por que isso seria bom para eles, mas então decide que não seria e foge. Enquanto ela corre, Alter Lily percebe que é praticamente tudo o que ela tem, e que ela tem desejo nem esperança, já que a existência dela é impossível. No entanto, apesar disso, ela pensou que poderia conceder os desejos dos outros em vez dos seus próprios, e é por isso que ela queria ser o Papai Noel. No entanto, ela acredita que falhou em ser o Papai Noel, pois não sabe o que faz as pessoas felizes. Sozinho no meio de um campo de neve, Alter Lily é finalmente encontrado por Ritsuka, Jack e Nursery Rhyme. Ela se sente abatida quando eles devolvem o presente para ela, mas eles dizem que querem ver o mar. Santa Mask então aparece e a incentiva a atender o pedido de Jack e Nursery Rhyme, já que ela pegou o presente de volta. Alter Lily diz a Jack e Nursery Rhyme para embarcarem no Llamrei II para que ela possa levá-los ao mar. Antes de sair, ela agradece ao Papai Noel e garante que fará o possível.
Enquanto o grupo voa para seu destino, eles são repentinamente puxados para baixo por um Servo. Após um pouso forçado, eles são confrontados por Leonidas, que proclama que não pode deixar Alter Lily conceder o desejo de Jack e Nursery Rhyme de ver o mar. Questionado sobre o motivo por Alter Lily, ele explica que é por ordem de um gênio que ele não pode deixá-los passar. Alter Lily então luta com ele, alegando que é função do Papai Noel conceder desejos. Após a derrota, Leônidas diz a Alter Lily que há um grupo de Servos esperando à frente, e avisa que sua jornada até o mar não será fácil. Ela pergunta por que ele está tentando impedir o Papai Noel de realizar um desejo, mas ele apenas responde que ela terá que pedir detalhes ao próximo Servo. Depois que Leonidas desaparece de volta para Caldéia, Alter Lily confirma a condição de todos quando o Papai Noel aparece novamente. Ele pergunta a ela se ela ainda está disposta a continuar sua jornada, apesar de saber que ela não receberá nenhuma recompensa por realizar um desejo. Hesitante a princípio, ela responde que quer conceder o desejo de Jack e Nursery Rhyme, em vez de forçar um presente que eles não querem. O Papai Noel diz a ela para proceder com cautela, e cabe ao Papai Noel conceder ou não um desejo. Depois que ele sai dizendo que Papai Noel pode não ser um santo, Alter Lily pensa em como ela queria refutar isso. Ela queria dizer que o Papai Noel é um nobre santo que realiza o desejo de todos, por isso ela escolheu se tornar o Papai Noel. No entanto, ela não pode deixar de sentir que o que o Papai Noel disse pode ser verdade. Ela treme de medo do que acontecerá depois do Natal e se pergunta se ainda terá permissão para existir. O grupo percebe que não pode mover o trenó, então eles decidem seguir em frente sem ele.
Montando acampamento em uma floresta, o grupo come o banquete que a EMIYA preparou anteriormente. Mais tarde naquela noite, Alter Lily fala com Ritsuka sozinho enquanto Jack e Nursery Rhyme estão dormindo. Ela pergunta por que eles estão dormindo, já que são servos, e acreditando que estão desperdiçando energia mágica desnecessária, ela pergunta a Ritsuka se eles estão incomodando. Ritsuka responde que eles não se importam, mas Alter Lily responde que ela sente que é mais apropriado para um Servo permanecer na forma espiritual durante os tempos de descanso. Seguindo essa crença, ela se prepara para entrar na forma espiritual, mas antes disso, ela pergunta a Ritsuka se eles já viram o mar. Depois de darem suas respostas, Alter Lily se pergunta se é bom para Jack e Nursery Rhyme ficarem ansiosos para ver o mar. Ela continua que não tem nenhuma memória do mar, já que seu eu adulto nunca o viu. Ela então pergunta qual é o sentido de ir ao mar durante o inverno, já que eles só podem vê-lo, em vez de no verão, quando podem nadar nele. Ritsuka diz a ela que provavelmente ela vai gostar.
Na manhã seguinte, o grupo se prepara para continuar para o oeste em direção ao mar quando Mash detecta dois Servos. Hassan, do Braço Amaldiçoado, aparece declarando que não pode deixar o grupo ir para o mar. Em resposta a Alter Lily perguntando o motivo, ele responde que é porque o verdadeiro Papai Noel está aqui. Alter Lily suspeita de suas respostas, já que pareceu que ele pensou nisso quando Ritsuka disse que havia outros papais noéis. Evitando a acusação, Cursed Arm apresenta o verdadeiro Papai Noel, Santam, que pergunta o que é Papai Noel. Alter Lily responde que Papai Noel é o concedente de desejos, alguém que traz alegria trazendo presentes. Santam responde: Papai Noel é um vigia sem rosto que trabalha nas sombras e depois se revela. Alter Lily, Jack e Nursery Rhyme imediatamente percebem que Santam é apenas EMIYA usando uma máscara; algo que o choca, já que eles não conseguiram descobrir a identidade do Papai Noel. Ignorando isso, EMIYA diz a Alter Lily que ele veio para corrigir sua visão equivocada do Papai Noel. Ele diz a ela que ela não é um verdadeiro Papai Noel se ela hesitar ou fugir dessa jornada. Ele a desafia a lutar com ele se ela realmente acredita ser o Papai Noel. Alter Lily está cheia de dúvidas sobre ser o Papai Noel, acreditando que talvez EMIYA seja um Papai Noel melhor do que ela. No entanto, apesar de suas dúvidas, ela decide lutar, declarando-se o Papai Noel, uma vez que lhe foi confiado o saco do Papai Noel. Depois que ele é derrotado, EMIYA diz a Alter Lily para seguir em frente, nunca esquecendo que ela é um verdadeiro Papai Noel. Depois que ele sai dizendo a ela para não esquecer seus deveres, Alter Lily parece deprimido, mas ela diz a Ritsuka que ela ficará bem.
Conforme o grupo se aproxima do mar, Alter Lily se pergunta se ela ainda poderá ser o Papai Noel ou se desaparecerá. Ela, Jack e Nursery Rhyme são carregados por Ritsuka enquanto fogem de uma horda de bonecas vivas. Ritsuka tropeça em uma pedra, então o grupo é forçado a lutar contra as bonecas. Depois que as bonecas são destruídas, Santa Mask aparece e trai Alter Lily, alegando que ele a levou para sua armadilha. Querendo pegar o saco do Papai Noel como seu, ele explica que a primeira regra do Papai Noel é que o Papai Noel deve ser indiferente, mas justo. Eles realizam desejos e dão presentes de maneira justa, sem preconceitos e sem interesses próprios. Ele diz que Alter Lily está perdida, perplexa e angustiada, mas ela continua. Alter Lily questiona se é ruim estar perdido e perplexo, ao que Santa Mask disse que é. Alter Lily então pergunta se o interesse próprio é desnecessário, mesmo o desejo de conceder desejos; Santa Mask diz que não é necessário para o Papai Noel. Jack pergunta a Alter Lily se ela vai com ela e Nursery Rhyme para o mar, pois os dois querem que ela vá. Chamando seu desejo de absurdo, Santa Mask exige o saco novamente, mas Alter Lily se recusa a dá-lo a ele. Ela declara que não vai entregar o saco para alguém que insulta crianças e decide que deve derrotar o Papai Noel. Depois de derrotá-lo, Alter Lily diz a Santa Mask para se afastar, o que ele faz porque a viu decidida como Papai Noel. Enquanto ela continua em direção ao mar, Alter Lily começa a tremer com a sensação que ela continua tendo. Jack e Nursery Rhyme seguram suas mãos, e os três continuam à frente de Ritsuka. Ao anoitecer, as meninas alcançam a costa e, ao ver o mar, Alter Lily pensa que provavelmente falhou como Papai Noel. Ela começa a chorar alto, agora percebendo que era ela quem queria ver o mar. Ela pede desculpas a Jack e Nursery Rhyme por terem vindo ao mar para realizar seus desejos, mas para conceder os dela. Eles dizem a ela que está tudo bem, acreditando que ela fez o melhor que qualquer Papai Noel poderia. Ela então ouve as ondas com eles. Depois, ela corre para Ritsuka, que a observava de longe, e diz a eles que é o Papai Noel, embora seja jovem, imatura, egoísta e indefesa. No entanto, apesar de suas falhas, ela quer ajudá-la a Ritsuka. Ela pergunta a eles se pode ficar com eles mesmo depois do Natal e depois. Ritsuka a aceita, então Alter Lily agradece e os abraça.
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2020.08.09 01:05 Mineira_Anonima Nice Estagiária Filha da Fruta

Tentei reduzir o máximo que eu pude gente, mas eu tinha que detalhar tudo diretinho.
Olá Luba, editores etc... E turma que está a ver... Vou apresentar a vocês a história de quando uma estagiária quase fez minhas colegas e eu repetirmos o estágio mas demos a volta por cima.
Isso aconteceu em 2019, estávamos no 4° Período de Psicologia e começaríamos o nosso primeiro estágio. Minhas amigas Ana Paula e Manu (nomes trocados) e eu fomos estagiar em uma instituição familiar que faz trabalhos com crianças, jovens e idosos, lugar maravilhoso por sinal.
Nós faríamos 10 encontros de 3 horas cada com dois grupos, um de crianças e um de pré adolescentes, teríamos que apresentar um relatório para cada encontro e no fim do estágio mais um relatório final de umas 80 páginas, fora um outro trabalho sobre a instituição em que tínhamos que ler 20 artigos sobre psicologia social e escrever um resumo de cada um. Esse trabalho tivemos que entregar antes do início do estágio. Um pouco cansativo mas nada impossível
Passaram-se uns 3 encontros na IFI (nome fictício pra instituição que significa instituição familiar incrível) e o Carls (nosso supervisor de estágio) nos apresentou a Nice Estagiária, a Rainara. Ele disse que ela tinha se transferido de outra facul e que estaria no nosso grupo de Estágio. Ela já estava no sétimo período e as meninas e eu no quarto, então estranhamos muito quando ela disse que ainda não tinha começado a fazer estágio mas na nossa facul começamos a estagiar cedo então ok. Como uma boa anfitriã ajudei a Rainara a fazer a inscrição do estágio e expliquei como funcionaria tudo certinho.
Nós recebemos a Rainara de braços abertos embora eu sentisse que algo de errado não estava certo naquela garota, ela tinha uma carinha de sonsa que não me agradava.
Então começamos a pôr a mão na massa, separamos os artigos para recomeçar o trabalho, cada uma ficou com 5 pra ler e fazer os resumos. Quase não entregamos no prazo mas deu tudo certo.
No último dia pra entregar o trabalho, Ana Paula, Manu e eu estávamos trabalhando a todo vapor quando eu recebo uma mensagem da bunita da Rainara dizendo que estava muito difícil fazer os resumos e perguntando se eu não queria fazer pra ela. Eu disse que não, é claro, e expliquei que todas nós estávamos atoladas com o trabalho. Então ela fez a parte dela e as meninas e eu fizemos a nossa (a parte dela ficou uma boxta).
Quando fomos nos outros encontros na IFI tivemos mais problemas, vez ou outra a Rainara faltava e quando ela ia, ela não interagia com as crianças. Nós combinamos de que em cada semana uma de nós faria o planejamento do próximo encontro, e quando chegou a vez dela fazer ela ficou enrolando e querendo que as meninas e eu fizéssemos isso pra ela, nós ajudamos, mas o resto do planejamento ela teve que fazer sozinha.
Quando chegou no final do estágio, Ana Paula e eu tínhamos faltado tbm uma vez cada uma. Eu faltei por causa de uma entrevista de emprego lá em Coronel Fabriciano e Ana Paula teve que ficar em Governador Valadares pra uma consulta médica. A Rainara acumulava faltas, um dia ela ficou doente, outros dias ela dizia que tinha que trabalhar mas ela não procurava o pessoal da instituição pra ver como ela poderia repor essas faltas, provavelmente queria que nós fizéssemos isso pra ela.
Nós dividimos as partes pra cada uma fazer o relatório final e a Rainara ficou com a introdução (péssima ideia) ela fez aquele drama falando que a introdução era difícil demais e que era pra dar uma coisa mais fácil pra ela fazer, SENDO QUE TODO O DESENVOLVIMENTO, MÉTODO E CONCLUSÃO QUE QUASE MATAM A GENTE, E AS MENINAS E EU QUE ESTÁVAMOS FAZENDO. Depois de relutar muito ela fez a introdução e adivinha... Ficou uma boxta. O Carls reenviou o relatório final pra mim falando que estava horrível (ele só leu a introdução e desistiu) eu entrei em pânico e a crise de ansiedade veio pra me detonar, avisei Ana Paula e Manu que ficaram do mesmo jeito. Lembro que na hora que eu recebi o e-mail estávamos nos preparando pra ir pra pra missa aqui em casa. Minha mãe parou de se arrumar e sentou comigo pra tentar limpar a merda que a Rainara tinha feito. Vocês tinham que ver o desastre que estava, erros de concordância verbal, erros de português, aquela coisa bem mal feita mesmo. Minha mãe que me salvou e me ajudou a refazer toda a introdução.
Dias depois a redação voltou pra gente de novo, mas o Carls só queria que a gente arrumasse algumas coisinhas simples, então nós dividimos de novo pra pesquisar as últimas coisas que faltava, eu mandava mensagem pra Rainara pra ela pesquisar as coisas mas ela não me respondia, então pensei "Deixe estar, vai ter volta".
Então, teria um evento com os idosos em outra filial da IFI que ficava lá na PQP de Ipatinga, Ana Paula e eu fomos nesse evento pra cumprir as 3 horas que nos faltavam, mas a Rainara, que faltava quase metade do estágio não apareceu, até aí já tínhamos desistido de ajudar e deixamos ela ao relento já que ela não tinha tirado o cavalinho dela da chuva.
Durante todo esse estágio minhas amigas e eu ralamos muito, depois dos encontros íamos direto pra casa da Manu e ela comprava umas coisas e fazíamos um almoço merecido, a Ana Paula me ajudou até às 2 da manhã do último prazo pra entregar o relatório final e até quando ela estava no hospital ela fazia parte do trabalho pelo celular no Google docs.
(tá acabando, eu prometo)
Então, nós iríamos ter que entregar uma versão impressa do nosso relatório final e cada uma teria que ter sua própria impressão com o próprio nome escrito em suas cópias, eu fiquei responsável por enviar o arquivo do relatório para as meninas. Então, eu com sangue no zói enviei só pra Ana Paula e pra Manu e deixei e a Rainara ficou sem o relatório e reprovou no estágio.
A gente viu a Rainara outras vezes na faculdade mas graças a Deus ela fingiu que não conhecia a gente. Ah, e fiquei sabendo que no trabalho de estágio do último semestre ela entrou em contato com a Ana Paula querendo que ela ou a Manu mandassem os trabalhos delas pra ela "usar de modelo" e disse que não ia pedir pra mim dessa vez porque eu tinha ficado com raiva dela. Aí eu falei com a Ana Paula dando risada que eu não tô com raiva dela não kkkk, eu já me vinguei e isso já é o suficiente, e foi o prato mais saboroso que já degustei, embora estivesse frio.
Obrigado a todos que leram até aqui e nunca deixem ninguém montar em vcs, bjs menor que 3. ❤️
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2020.08.01 08:09 7asessao Precisamos Falar sobre o Kevin

Precisamos Falar sobre o Kevin

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Na primeira cena visualizamos o passado da protagonista na Tomatina, uma festa cultural espanhola, onde a tradição envolve uma guerra de tomates. A constar do festival, é evidente o contraste das cores nas cenas do filme, a qual a vermelha é presente constantemente. Então, já começamos a elaborar algum significado. O filme por ser um pouco mais parado, me gerou um pouco de medo da monotonia, todavia, as construções das emoções e dos pensamentos dos personagens são bem desenvolvidas a partir do silêncio e uma compreensão cresce em torno do contexto familiar de Kevin.
De acordo com a teoria psicanalítica do desenvolvimento, a infância se passa por estágios psicossexuais, das quais são utilizadas zonas erógenas para o autoerotismo, causando satisfação, bem-estar e as primeiras relações com o mundo com experiências de vínculos afetivos. A primeira fase, relacionada a fase oral, inicia-se do nascimento ao segundo ano de vida, onde a criança tem como principal satisfação o estímulo da via oral, como é no exemplo do filme Precisamos Conversar sobre Kevin, que traz a cena do menino brincando com um metalofone, e enquanto a sua mãe pede para o mesmo repetir as palavras ditas, Kevin se nega e coloca os baquetas do instrumento na boca de forma exploratória. A fase oral não fala exclusivamente da zona erógena em si, mas sobre a relação com o objeto. Dessa forma, fala-se sobre sobrevivência com a busca do alimento, mas também sobre o prazer, incorporações, construção de relações e o desenvolvimento do próprio ego, já que a criança inicia uma percepção de separação entre ele mesmo e a mãe.

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Dos dois aos quatro anos de idade, a zona erógena se desloca para o ânus, o qual coincide com as aprendizagens sobre higiene íntima e a autonomia sobre a retenção e a liberação das fezes e da urina. A satisfação passa a ser relacionada com o que o bebê consegue produzir e controlar. Porém, os pais demonstram entusiasmo e ao mesmo tempo nojo, problematizando a fase anal com repreensões relacionadas ao horário, ambiente e constrangimentos, gerando confusão na criança, a qual pode interpretar o seu ato como positivo ou negativo. Futuramente, a fase anal acaba possuindo uma relação com o controle, o dar e receber e gera uma personalidade passiva ou ativa. Em alguns momentos do filme, deixa-se nítido Kevin defecando na fralda e chamando os pais para limpá-lo, até que, pela alegria dos pais, Kevin consegue utilizar o banheiro de forma independente. Além disso, a mãe, que está projetando o seu escritório com mapas colados por toda a parede, se faz muito satisfeita com o seu ambiente e expressa o seu desejo de torná-lo especial de acordo com a sua personalidade. No instante em que Eva, interpretada por Tilda Swinton, volta para o quarto com a sensação de que o filho está aprontando alguma coisa, olha enraivecida para o cômodo sujo de tinta vermelha da parede ao chão, borrifado com a arma de brinquedo do filho, a quem se desculpa e justifica o seu ato com o argumento de que gostaria de deixá-lo mais especial. Ou seja, tem a ver com a capacidade de produção da criança como um presente de agrado para a mãe.
O Complexo de Édipo ocorre entre o ponto culminante e o declínio da fase fálica por volta dos quatro anos, tem as genitais como zona erógena e é caracterizada pela masturbação infantil – sem o instinto reprodutor – com carícias, exibições, apalpações e curiosidades sobre os órgãos genitais. É um início da descoberta e interesse das diferenças anatômicas entre os sexos, sobre a própria origem no mundo por meio de jogos e perguntas, iniciando uma construção conceptiva sobre a sexualidade. É na fase que a criança quer tocar no próprio corpo e querer ver a genitália do colega. Rock Duer, ator que interpreta Kevin nessa idade, tem um diálogo breve com a mãe sobre sexo, onde a mãe tenta explicar, por meio de teorias fantasiosas, como os bebês nascem e ele retruca agressivamente para desmenti-la e se mostrar conhecedor do assunto.
Após os estágios iniciais, a energia sexual e agressiva é redirecionada para o aumento do interesse pela aprendizagem, atividades e objetos socialmente aceitos, o que torna o investimento sexual disfarçado por esportes, brincadeiras, jogos e geração de novas amizades para reduzir a tensão por meio do mecanismo de defesa da sublimação. Como na fase de latência há uma socialização secundária, o superego age como limite das relações interpessoais e a construção da moral é iniciada. Apesar de Kevin não se interessar por fazer novos amigos e repudia a ideia de ter uma irmã, ele foca em jogos de vídeo game com o pai e expressa intensa alegria ao ser presenteado com um arco e flecha, o qual passa a ser o seu maior entretenimento.
Segundo a psicanálise, o último estágio do desenvolvimento sexual se inicia na puberdade com a fase genital. Enquanto há mudanças biológicas, o autoerotismo é redirecionado para o altruísmo quando o objeto de desejo deixa de ser o próprio corpo e passa a ser um externo para a busca da função reprodutiva. Toda via, as mudanças psicológicas também ocorrem, pois, a fase genital corresponde às relações interpessoais. O filme mostra um intervalo breve de quando, ao abrir a porta do banheiro, Eva flagra Kevin se masturbando, o que causa um constrangimento para a mãe, mas o filho prossegue o ato de forma provocatória.
Primeiramente, o Complexo de Édipo é um padrão universal, que acontece na fase fálica, como já foi mencionado anteriormente, onde também ocorre o fenômeno da castração. O desejo inconsciente da criança pela mãe e da rivalidade com o pai, por ser o seu objeto de desejo e o seu impedimento de acesso ao objeto, respectivamente, é inspirado por meio simbólico de uma lenda grega, por isso o nome. Ele percebe que a mãe tem desejos além dele próprio e começa um processo de identificação com o pai, escolhendo-o como modelo comportamental como reação à castração para ligar-se novamente a mesma e ser reconhecido. A partir desse processo, regras sociais, normas e leis são impostas pelo pai e internalizadas pela criança e um desenvolvimento de separação entre a criança e a mãe é manifestada pela função paterna para construir a estrutura da personalidade de acordo com a forma que a castração foi recebida. Não necessariamente a função materna é a mãe, assim como, a função paterna, o pai. Ambos são representados pelas funções, relações e como são construídas. A função materna normalmente é escolha da criança e é caracterizada pelos cuidados afetivos e atividades, como levar à escola, dar banho e alimentar. Já a função paterna tem a função de frustrar a criança para torná-la capaz de perceber-se como ser individual e separável da mãe.
As diferenças biológicas entre os sexos são percebidas como a presença ou a ausência do pênis, e de forma metafórica e inconsciente, amedronta o menino de perder o mesmo, enquanto a menina tem inveja do órgão genital masculino. Isso significa que o falo é uma representação psíquica relacionada ao poder, onde numa sociedade patriarcal, os homens são enaltecidos e as mulheres lutam por um reconhecimento existencial e buscam o seu lugar de poder.

Momento vitorioso de Kevin nas cenas finais.
A resolubilidade da obra cinematográfica, pelo ponto de vista do Complexo de Édipo, se dá pelas relações interpessoais de Kevin com a sua família. Desde o descobrimento da gravidez, Eva evidencia a quase todo o momento a sua infelicidade de gerar um filho e isso é levado ao telespectador uma interpretação de repúdio de Kevin pela mãe e de afeto pelo pai. Com o desenrolar, observa-se, que na verdade, Eva é o objeto de desejo da criança, a qual utiliza atitudes agressivas e provocatórias para chamar a atenção da mesma.
Quando Eva quebra o braço de Kevin acidentalmente, ambos voltam para casa do hospital com o braço do filho enfaixado e Kevin reage acobertando-a para a médica e para o pai. Em outro momento, Kevin fica doente se mostrando mais compassível ao afeto da mãe, enquanto ela lê um livro para ele, e quando o pai entra no quarto, é a primeira vez em que ele o rejeita pedindo para ele se retirar do cômodo. Na última cena, Kevin está preso e se mostra desesperado com o fato de que vai para o presídio para maiores penais. São momentos, nas quais Kevin se encontra vulnerável, e da para perceber com mais nitidez as suas verdadeiras afeições, principalmente na cena em que ele está estático no meio da rua, observando um cartaz da mãe.
Então, esclarece-se a sua relação com o pai, da qual é superficial e encenado como competição e garantia do afeto maternal. Porém, o pai não possui a função paterna, pois o mesmo encontra-se sempre ausente e passivo em todos os conflitos. Dessa forma, a função paterna é voltada para o descobrimento de uma nova gravidez, gerando uma irmã para Kevin, a personagem chamada Celia; o trabalho de Eva, na qual se debruça dedicadamente e os seus desejos relacionados às viagens internacionais. Basicamente, não há uma solução dos desdobramentos, já que a castração não acontece. Kevin nega e reage à castração a todo momento, incapaz de se ver inseparável da mãe, além de não redirecionar o seu desejo sexual para outras relações amorosas ou interesse em fazer novas amizades, gerando uma estrutura de personalidade perversa com características manipuladoras, sem envolvimentos emocionais e descumpridora das regras sociais sem culpa ou medo.
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2020.07.29 02:33 universo_universo Escapei da morte e hoje estou junta com meu “heroi”

Oi Luba, editores, gatas e demonios que estão no teu quarto. Isso aconteceu ano passado,em setembro, eu fazia o 3º Ensino médio, já tinha feito 18 anos, na escola onde eu estudava nós tinhamos varias pessoas com ansiedade/depressão, porém, eles só falavam sobre o assuntos em setembro, nunca esperei muito de uma escola que passa pano pra assedio, exceto por um professor, vamos chama-lo de jubileu, ele sempre falava sobre isso nas aulas(era professor de fisica, mas também ótimo em filosofia), ele até ajudou uma vez a “pegar” um professor que assediava uns meninos, Jubileu conseguiu gravar o prof falando e mostrou pra cordenação, afastaram o outro por 2 semanas, enfim, ele era o unico prof “digno”, eu era lider de sala, e em um dia tinha uma menina lá na sala passando muito mal, chorando e tals, a Juranilda, em uma aula do Jubileu, ele pediu que eu saisse um pouco com ela, respirar um pouco, se ela quisesse é claro, a gente foi, a nossa sala era no andar de cima e perto do banheiro, Juranilda falou que ia lavar o rosto, ai ok né, a gente foi, fiquei esperando fora do banheiro, ela tava demorando, entao resolvi entrar, Juranilda tava com uma gilete passando nos pulsos(era totalmente proibido qualquer coisa cortante na escola, so as facas do almoço, que a escola tinha), “Juranilda, por favor, calma, não faz isso”, eu disse, “você não sabe como eu estou me sentindo, só um vazio enorme, e só fica pior”, ela disse, eu entendia perfeitamente o que ela tava sentindo, mas falei “tem razão, não entendo, então me explica”, falei na tentativa que ela soltasse a gilete, tentativa falha, “sabe o que eu queria Jubiscleuda(eu=jubiscleuda)? que todas as pessoas felizes morressem, sempre vejo você sorrindo, com um monte de pessoas por perto, é inteligente, é linda, e olha pra mim”, Juranilda falou, e ao contrario dela, eu discordava, sorrir nem sempre significa felicidade, e as pessoas? amigas dos meus amigos, inteligente não, esforçada, e linda? eu detesto espelhos, “olha eu não sou nada disso, só finjo muito bem, me da a gilete por favor”, eu falei, e ela vinha caminhando com a mão estendida, só que chegaram duas meninas no banheiro e uma disse “mais uma querendo chamar atenção”, Juranilda foi pra cima das meninas e eu tentei segurar o braço dela enquanto as outras corriam, nisso ela colocou a gilete no meu pescoço, “pq deixou elas sairem?? concorda com elas né”, enquanto Juranilda falava eu sentia a gilete passando no meu pescoço(me da agonia), fazia quase uns 10 min que a gente saiu da sala, o Jubileu veio atras da gente, e falou “meninas as (duas meninas) falaram que vcs estão ai, tá tudo bem?”, depois foi tudo muito rapido, a JUranilda ficou gritando mandando ele ir embora, ele não foi e entrou no banheiro, ele conversou com ela e a gilete no meu pescoço, e quando ela saiu um pouco de perto de mim ele puxou o braço dela, pegou a gilete, saiu do banheiro e pediu pra chamarem a enfermeira(é uma escola tecnica, e tinha enfermagem), ela veio, colocou umas ataduras no braço da JUranilda e falou que se ela força a mão um pouco, e se o Jubileu não aparece, acerta bem na jugular, e já era eu, como já estava no final do dia, eles ligaram pros nossos pais, avisaram e a gente continuou na aula, eu sempre ia a pé com os meninos pra casa, mas nesse dia o Jubileu me levou de carro, passei a ir com ele frequentemente, até que começou a rolar coisas, uma mão ali, um selinho, um beijo, enfim, chamei ele pra ser meu padrinho na formatura e nesse mesmo dia, quando eu já tinha recebido o diploma e não era mais aluna da escola, ele me pediu em namoro, e hoje a gente namora, ele tá ali no quarto preparando o material de ead pros alunos dele, e a Juranilda me pediu desculpa, e hoje ela tá bem, vai cursar psicologia e eu arquitetura
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2020.07.22 00:34 browndusky alguém se por favor pode me ajudar corrigir minha gramatica numa tese que fiz?

não sou português mas português foi umas das disciplinas que escolhi em universidade.
Eu falo bem português mas meu português escrito é totalmente lixo.(sei que não é muito professional com todas as palavras vulgares mas ya isto era eu a usar tudo que eu sei)
obg para me ajuderem!


“Colora minha vida com o caos de problemas” esta é uma linha duma canção de Smith que esta menina usou como uma citação no anuário em um filme sentimental de 2011, eu achei fixe esta citação, e por isso escrevi no meu caderno de rascunho e sonhei um dia alguém vindo pra minha vida e colorir-o com caos de problemas.
Eu sempre senti assim, sempre senti que preciso algo mais, a coisa comigo é que nunca me sinto satisfeito com que tenho.
E como muitos outros da minha idade, tentei preencher o vazio com atenção, drogas, animes e especialmente com o amor.
Eu faço parte daquela geração Nepalesa que assiste “3 idiots” e ouve canções românticas do McFlo e pense que não consegue ser feliz sem se apaixonar. Sabes de quem eu estou a falar sobre, aqueles rapazes que têm um exterior áspero mas no fundo eles têm um lado macio basicamente somos tsundere.
Fds nem fiquei triste depois de terminar com minha ex. Eu fiquei tipo olhe mais uma experiência, da próxima vez que eu estiver a namorar não vou cometer os mesmos erros.
Já terminei 3 vezes mas ainda não me sinto triste porque é fixe ter emoções.
A minha esposa podia me trair, levar metade dos meus bens, meu cão e meu filho Ramesh e eu vou ficar sem teto a pensar WHOA emoções são fixes.
Apaixonamento é uma treta que gente inventaram porque ficaram entediados.
“Colora minha vida com o caos de problemas” mas-mas porquê? Es estúpido?
Porque é que vocês querem alguém para foder a sua vida artisticamente?
Deve ser porque gostamos de altos e baixos do amor. Gostamos da montanha russa de emoções que o amor dá e sentimos vivos.
Amor é como bebidas alcoólicas ou bater punheta. Sentimos bem quando fazemos, mas depois de acabar fazer ou consumir nos arrependemos.
Se vocês não me acreditam, há centenas dos estudos detalhando como euforia do amor provoca a mesma sensação no cérebro como cocaine, seus viciados.
Nenhuma outra espécies faz isso coisinha de apaixonar. Os macacos não estão sentados na cama a pensar se é muito pegajoso mandar mensagem para aquela macaco com cú grande. Os macacos não precisam de pensar qual vestido é melhor para o encontro ou se preocupar com o cheiro, eles só fodem. É incrível, eles poderiam a estar comer banana um momento ou matando insetos e boom começam a foder. Eles não se dão mínimo se alguém está a ver ou tirar fotografias. Nós complicamos demais, porque é que é eu preciso de vestir bem e usar perfume e ela tem que dizer ela não costuma fazer isto.
Apaixonar-se não faz qualquer sentido biologicamente é uma nova emoção humana baseado completamente em egoísmo, ciumento e a insegurança.
Vocês malucos decidiram que amor significa pelo lei ficaremos juntos para sempre e se não o fizermos, leva metade do meu dinheiro. MAS PORQUÊ?
Não sou de coração frio porque acredito que amor é real. É algo que compartilhamos com nossa família, nossos amigos, nossos animais de estimação e com o mundo.
O amor torna-se para uma emoção possessiva especificamente humana quando vocês falam de encontrar aquela menina . “QUANDO OLHEI PARA OLHOS DELAS EU SABIA QUE EU IA PASSAR RESTO DA MINHA VIDA COM ELA”
A serio? Eu acho que há algo mal com tua cabeça mano.
Cair de cabeça totalmente cega numa relação é igual á tu projetar tuas inseguranças em outra pessoa. Não estás feliz com tua vida por isso começas a procurar isso em outra pessoa, e isto é insustentável, irreal e perigoso. Talvez não tens amigos, não gostas do teu trabalho, não gostas de ti mesmo ou talvez a tua mãe não te abraçou suficiente quando eras criança. E agora quando encontras uma gaja fixe que ri das tuas piadas, tu agarras nela como uma sanguessuga e tornas-te uma psicopata se ela até olha para alguém.
Isto é porque o amor é tão viciante quanto uma droga, os únicos dois tipos de pessoas que cortaria seus pneus e ameaçaria suicídio é uma viciante de drogas e uma puta louca chamada Verónica(karen).
Mas talvez eu sou sozinho e amargo porque tentei me se apaixonar mas nunca funcionou para mim.
Eu tenho certeza que acontece isto com toda gente.
Achas que gostas uma gaja mas depois de bater a punheta já não é o caso. Percebes que não estavas a pensar com a cabeça certa(é chamado post nut syndrome em ingles).
Agora estou no ponto em que estou aberto à idéia de amor, mas eu não consigo manter conversas com minas da minha idade, elas parecem a viver a vida em Instagram e acho que isto é um chatice. Como vocês não se cansam de usar o instagram depois de uma semana ou um mês? È realmente incrível.
Quando estão a falar de maquiagem, roupas e exes, pá não dou mínimo, a sério não dou mínimo.
Eu percebo que quando falo que não dou mínimo, estou a ser ignorante porque as pessoas se apaixonam alegremente e isso faz eles felizes, pá sou quero o mesmo sentimento, embora que eu saiba que o amor é basicamente cocaine para minha coração.
Eu acho que estou apenas amarga a ver todas essas pessoas juntos alegremente a fazer promessas que provavelmente não vão manter. Parece divertido não parece?
Romance é uma venda fácil. Todos nós gostamos quando o protagonista acaba junto com a menina e ambos ficam felizes para sempre. Gostamos de ver o final feliz. Gostamos de acreditar em "felizes para sempre".
Mas o amor romântico e o amor em geral é muito mais complicado do que fomos levados a acreditar nos filmes de Hollywood.
Não ouvimos que o amor às vezes seja desagradável ou até doloroso, ou que o amor precisa autodisciplina e uma certa quantidade de esforço sustentado ao longo de anos, décadas e uma vida inteira. Essas verdades não são emocionantes. Nem eles vendem bem. A dolorosa verdade do amor é que o verdadeiro trabalho de um relacionamento começa depois que a cortina se fecha e os créditos rolam.
Como a maioria das coisas na mídia, o retrato do amor na cultura pop é limitado ao destaque. Todas as complexidades da vida real em um relacionamento são varridas para dar lugar a títulos emocionantes, a separação injusta e, claro, o final feliz favorito de todos.
Quando somos apaixonados, não podemos imaginar que algo possa dar errado entre nós e nosso parceiro. Não conseguimos ver falhas delas , tudo o que vemos é potencial e possibilidade ilimitados.
Isto não é amor. Isso claramente é uma ilusão. E, como a maioria das ilusões, as coisas não terminam bem.
Eu acho que eu gosto de ideia de amor mas não tenho paciência nem quero comprometer minha liberdade para ela. Eu gosto quando estou o centro da atenção e não gosto quando sou eu que precisa de dar atenção. Sempre que estive num relacionamento a princípio, fico empolgado; mas depois de algum tempo, perco toda a paciência e a interessa.
Eu gosto de ideia de amor e é basicamente que este filme 500 days of summer satirizou.
Eu gosto como este filme criticou o conceito de amor.
A personagem principal decidiu que a menina Summer era sua alma gémea, porque eles ambos gostam da mesma música. Ele cresceu vendo filmes românticos com um fim clássico. E por isso ele pintou uma imagem na cabeça que a Summer era criada para ficar junto com ele mas não é realmente o caso no fim deste filme. O amor verdadeiro precisa de paciência, compromisso e atenção e isto parece búe complicado pá. Em vez disso eu prefiro ver porno e bater a punheta.
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2020.07.17 03:47 Feratsu Respeite os mais velhos

Oi luba,editores,gatas e turma que está a veler, vim contar algo que aconteceu comigo que até hoje me incomoda,me fazendo pensar se eu sou ou não ó babaca,então hoje finalmente tive a coragem de postar aqui,aliás,eu sou menino,só pra não errar a voz kk enfim... Um dia eu estava na casa do meu tio,eu tinha ido para passar a semana,lá mora meu tio,minha tia,a irmã da minha tia e o meu primo de 5 anos, nesse dia em específico meu tio foi pro sítio dele e levou eu,meu primo de 5 anos e o filho da moça que limpa a casa do meu tio (Não fico muito confortável em chamar de empregada)
Obs:vamos chamar meu primo de 5 anos de Larz e o "filho da moça que limpa a casa do meu tio" de dar a
Continuando: chegando lá tava tudo tranquilo,o Larz tava brincando com o farz,enquanto eu tentava fazer um lago para os patos do sítio do meu tio,porque o que tinha dava briga entre os patos e os gansos(mesmo eu me esforçando não deu certo😥),quando do nada chega uma menina da mesma idade do meu primo,que era filha da amiga de uma tia minha,vamos chamar a menina de cars, enfim, ela foi brincar com os outros enquanto eu continuava tentando fazer o Lago para os patos,estava tudo ocorrendo bem,ninguém estava brigando nem nada do tipo,mas,de repente o farz chegou para mim e disse que o lars tinha xingado eles(O farz é a cars) de filho de coisas desmonetizadoras, como ele só tinha 5 anos na mesma hora que eu ouvi isso eu fiquei extremamente irritado e quando eu fui perguntar,ele simplesmente não falou nada porque,no caso dele significa que ele realmente fez aquilo,então eu comecei a chamar a atenção dele,eu pedi para o farz contar para o pai dele (meu tio),que estava do lado de fora da casa conversando com o resto da família,no que ele contou oq o Lars fez,meu tio não ficou bravo nem nada,simplesmente chamou o lars e falou calmamente que não era para ele fazer isso,que não era para ele falar essas coisas, até aí tudo bem,porém meu tio chamou o farz e fez um sermão perguntando do porque ele mesmo não chamou a atenção do meu primo,E aí eu que tava ouvindo já pensei que tava errado isso,porém lubisco,2020 ensinou que tudo pode ficar pior, então no que meu tio terminou o sermão o farz falou que não era obrigação dele chamar atenção e sim do meu tio,claramente era o certo quem tinha que chamar a atenção do meu primo era meu tio, porém, meu tio ao invés de concordar fez um outro sermão falando que não era para o farz desrespeitar as pessoas mais velhas, Daí eu entrei na conversa e falei que em momento nenhum o Farz tinha desrespeitado ele, daí o fars saiu de perto e eu continuei discutindo com meu tio,falando que em momento nenhum ele tinha faltado com respeito e quem tinha que educar meu primo era meu tio e minha tia principalmente, ele não aceitou e ficamos discutindo ate que eu desisti de conversar e voltei a tentar fazer o laguinho dos Patos, foi quando eu percebi que o farz tava atrás de uma árvore chorando porque meu tio tinha brigado com ele, daí eu conversei com ele e fiz ele se acalmar, nisso eu fiquei com muita raiva do meu tio, porque ele fez um garoto que não era filho dele chorar por ter falado/feito algo que estava completamente certo. E tbm momentos depois do meu tio ter dado um sermão no farz e ter feito ele chorar,chega meu vô perguntando para o meu tio onde estava uma ferramenta que meu vô precisava,e nisso o meu tio de forma completamente ignorante respondeu meu vô falando onde que tava(nisso eu claramente Fiquei quieto e só escutei não é mesmo....se eu tivesse eu não tava aqui...),no que meu tio terminou a frase falando para o meu vô onde que a ferramenta tava,eu perguntei para ele "Tio cadê o respeito?",nisso meu tio olhou bravo para mim, chamou o meu vô e pediu desculpa de forma completamente fria e depois de tudo isso,ele ainda ficou quase que o dia inteiro de cara virada comigo E Luba na hora eu não fiquei irritado só pelo meu tio ter feito o farz chorar, foi porque em várias vezes em vários momentos meu primo fez coisas que não devia fazer e quando eu chamava atenção dele ele me ignorava e ficava bravo comigo o dia inteiro se não a semana,algumas das coisas que ele fazia e eu odiava, era que ele pegava os gatos do meu tio gay( não tem nada a ver o fato dele ser é só para deixar no ar pra você lubinha)pelas patas traseiras pra fica rodando e depois jogar o gato na parede,e não era só isso,depois que o gato ficava bravo e arranhava,ele chutava o gato e fazia a minha avó (que é puxa-saco dele porque é o filho do filho favorito dela)bater no gato e não termina ai,várias vezes ele batia nos cachorros do sítio, simplesmente por chegar perto dele sendo que ele mesmo chamava os cachorros e isso que só eu dava carinho pra eles,os cachorros eram completamente carentes, e o que me deixa mais bravo era que em todas essas situações ninguém levantava um dedo para bater nele ou simplesmente chamar a atenção dele,nãooo,quem tava errado era eu que brigava com ele e os cachorros e as gatas que chegavam perto dele. Enfim é isso Luba,contando essa história eu fiquei um pouco bravo de novo então pode tar faltando coisa,mas a raiva passa vendo um vídeo seu Aliás eu tenho várias histórias de "eu fui babaca" então talvez eu mande mais bjus = 3
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2020.07.16 16:29 fobygrassman ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA

ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA
Esposas infiéis são mais duradouras, limpas e autênticas do que garotas de programa
Esqueça garotas de programa transando nunca foi tão fácil! De uma dona de casa traidora real.
As mulheres casadas NÃO estão procurando relacionamentos, elas já estão nelas, estão procurando parceiros discretos e divertidos para reacender e explorar sua sexualidade.
As garotas de programa estão sempre procurando extrair mais dinheiro de você. Você nunca sabe com quem eles acabaram de fazer sexo e isso torna impossível também fazer sexo apaixonado com eles.
Quantas vezes você ficou com tesão e decidiu pedir uma garota de programa? Então, depois de ter um encontro decepcionante, lamento totalmente gastar tanto em ganhar pouco!
Sempre que você liga para uma garota de programa, está jogando. Jogando com sua saúde e com sua experiência.
Ela será parecida com as fotos dela?
A mesma garota das fotos vai aparecer?
Ela será anti-higiênica?
Ela será hostil?
Ela vai tratá-lo com um mau atendimento ao cliente?
Eu sei o que você está pensando,Eu sei o que você está pensando,
MAS AS MENINAS DE CHAMADA SÃO MUITO MAIS SIMPLES!
Não é verdade!
Sim, uma garota de programa fica a apenas uma ligação, mas toda vez que você a vê, paga. Você paga com dinheiro suado. Pense em quanto tempo você precisa trabalhar para pagar por uma garota de programa.
10 horas?
20 horas?
Portanto, nenhuma garota de programa não está a um telefonema de distância, elas têm +10 horas de trabalho E uma ligação de distância.
Além disso, as garotas de programa não se importam com você ou precisam de você.
Depois de conhecer uma esposa realmente insatisfeita e dar a ela a atenção que lhe falta, você experimentará a diferença entre uma garota de programa e uma mulher de verdade.
Esposas insatisfeitas são gratas por encontrar um homem que possa agradá-las!
As esposas infiéis têm todos os benefícios e nenhum dos problemas das garotas de programa:
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submitted by fobygrassman to garotas_de_programa [link] [comments]


2020.07.03 17:31 claudias05 Sou babaca por querer seguir a minha vida?

Oiii turma. Espero que esteja tudo bem com vocês. Desde já lamento pelo texto enorme xD. Eu mandei para o pare de mímimi a pedir ajuda á Gabbie a minha história, mas também quero a vossa opinião.
Bem, para começar com um pouco de contexto, a minha mãe ficou grávida de mim quando tinha 18 anos e o meu pai tinha 19. Isto é muito importante!
Sempre me explicaram que eu nasci por acidente, e eu nunca levei isso a mal, pelo contrário eu brincava com a situação a dizer que sou um acidente feliz.
Como os meus pais foram pais novos, eu tenho os meus avós todos vivos e os meus bisavós também, e sempre fomos uma "família feliz e unida" (depois percebes a razão das aspas).
Até aos meus 12 anos de idade a minha família era o meu apoio, eu sempre sufri bullying na escola (o bullying durou até aos meus 16 anos)e a minha família era tudo para mim, mas aos 12 os meus pais separaram se e o meu mundo caiu.
O problema não foi a separação dos meus pais, eu desde sempre que digo "prefiro vê los bem e separados, do que juntos e mal". O problema foi que graças á separação deles eu descobri que eu vivi uma ilusão a minha vida toda.
Eu sempre fui um pouco mais madura e um pouco mais inteligente do que o normal, e os meus pais aproveitavam isso, "ah C, tens que perceber que isto e isto não pode, os pais não podem" entre outras coisas. E devido a uma parte da família me ver como a razão da vida dos meus pais terem sido arruinadas, eu, para além de gostar imenso de me esforçar por mim mesma, sempre me esforcei duas vezes mais nas coisas para os agradar e fazer por merecer um lugar na família e o amor deles.
Eles começaram me a ver como a "salvação" e a menina deles e começei a ter muita pressão em cima. Quando os meus pais se separaram, eu virei a adulta da família, os meus pais, e os meus avós (tanto os paternos como os maternos) tem todos depressão, e na altura que os meus pais se separaram o meu irmão mais novo tinha 6 anos era muito pequeno, então eu é que fui o suporte da família. Apesar disso, quando eles estavam mal eu era o apoio, quando ficavam melhor eu já era só uma cachopa que não sabia nada da vida.
Conforme o tempo foi passando eu descobri que afinal aquela "família feliz" era uma mentira, eles fingiam isso tudo a minha frente para não me afetar, quando na verdade a família era cheio de problemas, de vinganças, problemas de heranças e intrigas e entre outras coisas.
Eu e o meu irmão ficamos com a minha mãe e íamos ver o meu país aos fins de semana, e com o passar do tempo o meu pai começou a mudar o comportamento dele.
Começou a manipular me, e a tornar se abusivo (nunca me bateu, porque apesar de todos os problemas eu continava a ser a menina, e ele só fazia as chantagens emocionais e os jogos mentais).
Os problemas começaram a aumentar com o tempo, a minha mãe com a depressão dela começou a prender me ainda mais (eles sempre foram muito protetores por serem pais jovens e nunca me deixaram fazer nada), não podia fazer nada, não podia ir ter com os meus colegas, nada.
E o meu pai começou a piorar os comportamentos dele.
Em relação ao meu pai chegamos mesmo a ter a polícia envolvida, aos meus 17 anos a polícia chegou a aconcelhar,fazer mos queixa porque o que ele fazia comigo, com a minha mãe e com o meu irmão era violência doméstica emocional e psicólogica (por isso é que não digo as coisas que ele fez para não dar gatilho em ninguém que esteja a ler).
Nesse mesmo ano fui a tribunal testemunhar sem advogados nenhuns contra o meu pai. Eu fui lá dei o meu testemunho e disse "eu não quero que ele vá preso, eu quero que o ajudem e que o acompanhem, porque eu sei que ele tem depressão e ele não tem de ser preso só precisa de ajuda". Resumindo a situação do tribunal eu pus a juíza a chorar em pleno julgamento, os advogados não sabiam mais o que dizer, o meu pai graças ao meu testemunho ia ser punido e acompanhado, mas a minha mãe desistiu da queixa.
Depois disso eu deixei de ir ter com ele, já que não resolviam o assunto eu ia dar prioridade a mim mesma e a minha saúde mental (graças a tudo o que ele fez a minha média escolar desceu 6 valores e mesmo assim consegui acabar esse ano como se tivesse descido apenas 0,2 valores, mesmo com tudo a acontecer). Eu não podia deixar estas coisas afetarem o meu futuro.
Devido a esses 0,2 valores, eu perdi direito a bolsa de mérito devido as boas notas. (isto vai importar mais a frente).
Quando deixei de ir, o meu irmão ia na mesma, e o meu pai usava o meu irmão para me fazer inveja e a vida num inferno. Ele dizia me vezes e vezes em conta que não havia razões para não ir porque ele na fazia nada, e comprava o meu irmão para ele lhe dar razão.
Em casa a minha mãe dizia "estas a ver o que estás a fazer ao teu pai? Já viste o que estás a fazer aos teus avós também, quanto eles estão todos a sofrer" ela dizia isso sempre que nos falávamos do meu pai. Farta da ouvir decidi ir ter com ele para exprimentar e o meu pai começou logo com problemas outra vez e com as coisas dele, e eu tentava sempre resolver e ele fazia se de vítima e culpava me a mim.
Falei com os meus avós para o tentarmos ajudar a ultrapassar a depressão dele, e disseram que era só eu deixar de mentir que a depressão dele passava (ou seja eu era a culpada da depressão dele, quando ele sempre a teve).
Em relação ao meu pai eu apenas ignorei o assunto vou ter com ele apenas em festas de anos ou assim e pouco tempo para ele não poder manipular e para a minha mãe não me chatear (apesar de que ela diz sempre "vez tinha razão" quando é mentira porque eu quando vou para lá eu tenho de por uma máscara e agradar lhes em tudo, e sinto me horrível sempre que vou e estou la).
O problema aserio foi agora á um tempo. Eu fiz os 18 em maio, e desde o início de 2020 que a minha mãe anda me a prender mais e sempre a mandar a baixo a dizer que não estou pronta para gerir uma casa sozinha porque sou desorganizada e coisas assim (quando é mentira, eu adoro organizar as minhas coisas, eu apenas o faço de maneira diferente dela). Ela até diz a minha avó (mãe dela) coisas que eu não faço bem, imagina eu faço 5 coisas 4 bem e uma mal, e ela conta a mal a minha avó e diz "opah vez, já eu não era nada assim contigo, agora a c fogo". Até na minha cara ela faz isso.
A depressão dela tem piorado e ela está quase no mesmo ponto que ficou quando os meus pais se separaram, (ela ficou de cama 3 meses e eu com 12 anos na altura é que a levantei da cama).
Ela tem andado pior e descarrega em mim. Eu é que tenho feito as coisas em casa, e depois de 6 anos a aturar estes problemas e a resolver tudo e a compreender tudo, e de sofrer imenso mas sempre a compreender que eles tinham problemas e a depressão, eu decidi ter uma conversa com a minha mãe.
Eu deixei de lhe contar o que sentia depois dos 13 anos, porque ela deixou de me apoiar, dizia que era normal, que iria piorar com o tempo, para eu ignorar, que ela não podia porque estava cansada, que os problemas dela agora eram maiores. Mas no fim de cada coisa desta que ela dizia, ela dizia sempre "mas compreendes não é c?"
Eu decidi que tinha que ser sincera com ela, e tentei faze ló durante muito tempo, mas eu não andava bem e não iria ter capacidade de compreender o ponto dela, ou ela andava mal. Ou até ela dizia que não tinha tempo para essas coisas. Uma vez eu tentei pedir lhe ajuda por causa do bullying e ela disse "ignora que isso passa" (durou 10 anos seguidos e até hoje tenho alguns problemas devido a isso.)
Na quarentena ela começou a ficar muito sufocante (eu não saio de casa há literalmente 110 dias). E eu decidi falar com ela e dizer:
"nos sempre falávamos e tu perguntava se eu compreendia, e eu compreendia, mas isso não significa que eu não sentisse as coisas. E quando eu dizia que compreendia tu começas logo "entao pronto escusas de estar com essas trombas, fogo C". A única coisa que quero mãe e que compreendas tu agora que não é por eu perceber as vossas coisas que eu não sinto as coisas e tenho direito de não estar bem também."
A minha mãe foi se super abaixo, ela sempre se apoiou imenso em mim, eu sempre fui mais concelheira dela ou apoio do que uma relação de mãe e filha, principalmente depois da separação deles. Quando eu lhe contei isto em vez de se focar no assunto começou a falar de como a vida dela foi complicada e por isso ela não tem a cabeça bem, e que era uma mãe horrível, mas que apesar de tudo o que passou tentou o melhor. Ela voltou a fazer o que fazia sempre que eu tentava falar com ela, focou se nela e nos problemas dela.
Eu falei por exemplo da situação do tribunal e disse:
"Eu compreendo que tu não queiras sentir que eras a razão pela qual o pai foi para a prisão, mas eu e o J(o meu irmão) já te tínhamos dito que não era a culpa tua, e depois de tudo eu senti me traída por teres tirado a queixa e ainda teres começado a defende ló a dizer que eu é que o andava a magoar". Ela simplesmente disse que eu tinha de compreender que ele foi uma grande parte da vida dela e que aquilo tudo de magoava, e eu só disse "sim eu compreendo te, ele é meu pai lembras te. Só te peço que percebas que também tenho direito a sentir me mal". E ela virou a história toda para ela e a fazer se de vítima e a valorizar mais o que ela estava a sofrer por tudo.
E agora vem o grande ponto, nessa conversa ela disse "eu vou te contar algo que só eu e o teu pai sabemos, tu não foste um acidente, eu e ele decidimos ter te de propósito para fugirmos de casa".
Quando ela me disse isso caiu me tudo, e tudo começou a fazer sentido. Eu tenho falado com o meu tio (irmão dela, eu e ele somos muito parecidos e os únicos racionais e imparciais nesta família) e já falei com a psicóloga do meu irmão/minha que tem acompanhado o meu irmão e a minha mãe, e cheguei a muitas conclusões.
Eu fui só uma desculpa para fugir de casa, eles tiveram me como desculpa para sair e passado um ano não conseguiram e tiveram de voltar para a casa dos meus avós. Na minha vida toda já mudei de casa 10 vezes porque eles nunca queriam viver com os meus avós mas nunca conseguiam gerir o dinheiro.
A minha família sempre me viu como um erro, e fui culpada por tudo e mais alguma coisa. Mas cada vez que eles queriam trocar de casa eu tinha que compreender e shiu.
Eu cheguei a conclusão que eu passei a minha vida toda a viver a vida deles. Sempre compreendi as coisas deles, sempre ajudei os apoiei e nunca me deixaram fazer nada.
Um exemplo, eu faço imensas coisas e quando alguém vem a minha mãe gaba se que a filha tem boas notas, tem imensos hobbies, muitos projetos, é boa a desenhar a cantar e por aí fora. Mas quando eu quero fazer algo levo logo com um não.
Eu organizei a banda da minha escola sozinha, e estava a frente disso tudo, e estava a ter ensaios da banda para a festa de Natal e a minha mãe fez de tudo para eu não ir aos ensaios só porque não. Depois anda a mostrar a tudo e a todos os vídeos da festa,a gabar se da filha dela fazer isto e aquilo, como se fosse graças a ela quando ela é que põem as barreiras todas contra. E chega mesmo a desvalorizar as coisas a dizer que o que eu faço são apenas hobbies, por exemplo desenhar (já vendi obras minhas e ela disse para cobrar metade do preço a sério só porque é um hobbie).
Não te contei tudo porque era mesmo muita coisa, mas hoje em dia simplesmente já tou farta. Graças a tudo o que eles me fizeram, eu não me sinto em família e muito menos em casa.
Consigo simplesmente apagar qualquer pessoa da minha vida, já não olho para eles da maneira como olhava, para mim eles já não são nada.
E o problema é, eu quero viver a minha vida. Eu quero agora quando acabar os exames ir trabalhar para guardar dinheiro para ir tirar o curso de psicologia na universidade, e a minha mãe não me deixa ir trabalhar. Diz que quer ser ela a pagar e que eu vou e venho todos os fins de semana e que vou continuar a viver com ela e dependente dela. E eu não quero isso, eu quero começar a minha vida.
Eu já tive 7 trabalhos na minha vida toda, já trabalhei desde os meus 15 anos fora da família (para a minha família desde os 10) e tinha dinheiro guardado.
Agora não tenho dinheiro nenhum, porque o meu pai não pagava a pensão de alimentos, e a minha mãe usou o meu dinheiro para por comida na mesa. (Ela usou o dinheiro que eu guardava do trabalho, o das bolsas que recebi e quando era pequena usava o que recebia como prendas).
Não tenho dinheiro nenhum, ainda não tenho carta nem carro, pois o dinheiro que era para isso a minha mãe gastou me o dinheiro e eu não quero que sejam eles a pagar me a universidade. Eu prefiro entrar na universidade daqui a 3 anos e pagar eu e ter a minha independência do que continuar dependente deles economicamente.
O problema é, a minha mãe esta outra vez com um esgotamento, e o meu pai também está muito mal com a depressão dele e anda a tentar comprar me para me voltar a ter. Basicamente eles andam me a prender mais e mais a eles.
E eu sei que se eu simplesmente ignorar tudo e todos, ignorar o assunto e seguir a minha vida e viver finalmente para mim, que eu sofro no primeiro mês mas que aseguir sigo a minha vida e depois de tudo o que me fizeram ao fim de tanto tempo já não vou sofrer mais.
No fim,foi tudo uma mentira enorme e eu fui apanhada no meio sem culpa.
Mas também sei que se eu o fizer, a família vai se toda a baixo.
A minha mãe perde o apoio, o meu irmão vai piorar (ele é igual ao meu pai, mas eu tenho andado a educa ló basicamente e anda a melhorar).
O meu padrasto vai acabar por largar a minha mãe (a relação deles é basicamente dependência amorosa e eu é que tenho andado a apoiar tanto um como outro e tem resolvido as coisas) e os meus avós vão sofrer ao ver a filha deles assim. Do lado do meu pai vao sofrer outra vez de eu me afastar (eles acham que me tem na mão).
Eu ando a pensar em acabar os exames, tirar a carta e fazer alguns dos meus projetos, e depois apartir de setembro preparo o terreno cá em casa para ir trabalho. E se começarem com problemas saio de casa.
Isto tem me chateado imenso a cabeça, tem me complicado imenso porque,quero viver a minha vida mas não queria simplesmente ter que curtar tudo com eles. Queria tentar resolver tudo de forma que desse para não haver tantos problemas.
As vezes ainda penso que sou eu apenas a ser uma adolescente a fazer birra e esqueco. Finjo que o problema sou eu é muito mais fácil de resolver assim, mas a minha saúde mental é muito mais importante e não posso continuar assim.
Sei que é complicado a história,mas turma digam me, sou a babaca por querer viver a minha vida sem problemas e fazer as minhas coisas depois de tudo?
PS: desculpem o tamanho do texto 😅
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2020.06.14 05:19 Salamandra01_ O meu primeiro amor...

Olá, Lubinha, editores maravilhosos e caros telespectadores dessas terras tupiniquins. Queria começar agradecendo por você dar tanto espaço aos seus inscritos e foi por isso que tive coragem de compartilhar uma história muito importante da minha vida com vocês.
Completei o ensino fundamental todo em uma escola particular, pois graças a minha mãe e uma pitadinha de sorte consegui uma bolsa integral lá. E eu agradeço muito por ter estudado lá e conseguido ter uma boa educação, porém nem tudo são flores. Haviam algumas restrições lá e uma delas era justamente o controle sobre relacionamentos. Acontece que a escola não tinha ensino médio e eu tive que vir para uma escola pública aqui do meu bairro.
Quando cheguei lá, estava sem amigos (já que o pessoal da particular nunca fez muita questão de estar comigo, e ainda por morarmos longe), fiquei completamente perdido, afinal o ambiente era totalmente diferente. E foi aí que a minha vida começou a mudar: comecei a perceber que ao responder as perguntas dos professores eu era intitulado de nerd, por causa das minhas roupas mais casuais e por ter estudado numa escola particular eu era o riquinho da turma, e o pior de tudo: eu provavelmente era a única pessoa daquela escola que ainda não tinha beijado. Por sorte, acabei conhecendo bons amigos, inclusive o meu melhor amigo.
Passou o primeiro ano e essas questões estavam me preocupando cada vez mais, até que algo incrível aconteceu: a menina mais linda que eu já tinha visto entrou na minha sala e sentou em uma das mesas. Foi a partir dalí que eu não conseguia mais prestar atenção nas aulas, pois só tinha olhos pra ela. Eu não teria coragem de chegar nela, até mesmo porque a pouco tempo atras eu nem me importava com isso e então não tinha experiência nenhuma. Até que um dia teve uma palestra e ela por coincidência ganhou um livro de poemas. Eu nunca fui o tipo de cara que gosta de ler, mas aquela era a oportunidade perfeita para eu tentar me aproximar. Quando estávamos voltando pra casa eu a chamei, os amigos dela estavam com ela e eu estava morrendo de vergonha, mas tomei coragem e pedi para que ela me emprestasse o livro depois de ler. Foi assim que começamos a nos falar.
Até que um dia aconteceu a festa junina na nossa escola, e eu estava andando pra lá e pra cá com meu amigo, quando do nada eu e ele recebemos um bilhetinho dizendo que tinha alguém interessado em nós. Eu fiquei desesperado tentando encontrar quem mandou aquele bilhete, mas no meu coração eu tinha certeza que foi ela. Então um dia enquanto conversávamos eu tomei coragem e disse: eu gosto muito de alguém, mas eu tenho medo de falar porque pode ser que esse alguém que eu goste na verdade gosta do meu amigo (porque ela poderia ter mandado o bilhete pro meu melhor amigo ao invés de mim). E eu fiquei chocado quando ela respondeu: eu gosto de alguém, mas eu não sei o que fazer porque a minha melhor amiga também gosta dele. Bom... não preciso nem dizer que eu estava num mix de felicidade e preocupação. Conversamos bastante e decidimos que, apesar de inevitávelmente machucar alguém, eu gostava dela e ela gostava de mim, e não seria certo nós nos restringirmos por causa da amiga dela.
Meu primeiro encontro estava marcado, decidimos ir ao cinema. Eu cheguei quase 2 horas antes porque estava muito ansioso. Me levantava do banco e sentava a cada 5 minutos, as pessoas a minha volta deviam achar que eu era louco. Tinham dos caminhos pelos quais ela poderia chegar, eu ficava olhando pros dois lados sem parar, morrendo de ansiedade. Até que eu vejo ela vindo, não consegui me segurar, ela estava tão linda que eu abri um sorriso de uma orelha a outra. Nos cumprimentamos, demos uma volta antes de entrar e finalmente fomos assistir o filme. Quando estava na metade do filme eu sabia o que tinha que fazer, mas minhas pernas tremiam muito e eu não conseguia me mexer, até que eu decidi olhar para o lado e esperar ela me olhar de volta. Acontece que, ela era tão quanto ou mais envergonhada que eu então ela não olhou. Então eu cheguei perto dela e disse que queria beijá-la (kkkkkk nós ficamos rindo por um tempo), até que enfim nos beijamos... não vou mentir, tivemos que tentar umas seis vezes até rolar um semi-beijo (porque ela também não tinha beijado muitas pessoas). Depois daquilo eu abracei ela e continuamos olhando o filme. Por sorte, quando estava quase acabando eu lembrei de pedir pra ela olhar o meu rosto (eu estava cheio de batom kkkk). Saímos junto e voltamos pra casa, não queria estragar o resto do encontro então nem arrisquei tentar mais um beijo.
Bom... foi depois disso que tudo começou a desandar. Um dia enquanto conversávamos ela disse que precisava de um tempo para pensar, e quando ela voltou disse que era melhor nós pararmos. Meu chão desabou, começaram os piores dias da minha vida. Eu continuei ao lado dela como amigo, mas eu só estava me enganando... me machucava ficar ao lado dela só como amigo mas eu também não queria deixar de ser amigo dela. Começou um período de total confusão, ela tinha namorado por pouco tempo com uma menina ha um tempo atrás e parecia que nós estávamos competindo por ela. Isso continuou até o verão quando eu fui pra praia no ano novo, estavam todos comemorando e eu não conseguia parar de chorar pensando nela. Foi quando eu vi uma daquelas brincadeiras por status do Whatsapp onde precisa marcar entre uma semana atrás, um mês atrás, etc. E essa outra menina tinha marcado uma semana atrás para beijo... foi quando caiu a ficha. Não tinha sido eu o escolhido. Eu entrei no pior momento da minha vida, se eu já estava triste depois daquilo eu fiquei destruído. Depois que voltei das férias pedi para ela pra gente assistir um filme que já queríamos assistir há um bom tempo. Me diverti durante a tarde, tentei esquecer tudo o que tinha acontecido. Na hora de ir embora, ela me acompanhou até metade do caminho, eu dei o abraço mais forte que pude dar e me despedi. Fiz isso porque eu tinha tomado uma decisão: eu não queria mais sofrer... aquela era a última vez q a gente se falava.
Chegou o terceiro ano, minha rotina era ir pra escola, voltar pra casa e enterrar minha cabeça no computador fingindo que o mundo não existia. Meu melhor amigo tinha começado a namorar e eu já estava cansado de tudo aquilo. Eu sempre fui meio a moda antiga, e isso era um pensamento que me atrapalhava, porque eu já tinha deixado de ficar com as pessoas porque eu dizia que aquilo era ruim, que era errado ficar com alguém sem ter sentimentos (mas também grande parte era por medo da minha falta de experiência). Então por olhar pro lado e ver todo mundo feliz enquanto eu vivia triste, decidi que iria mudar... que eu nunca mais ia pensar em namorar na vida e que só ia viver de aventuras. Não durou muito tempo, afinal é impossível tentar ser quem você não é, continuava só com um beijo na ficha criminal.
Foi então que minha vida virou de ponta cabeça de novo... eu recebi uma mensagem dela. Foi a mensagem que mais abalou o meu coração, ela estava muito triste comigo por eu ter deixado de falar com ela porque ela realmente gostava muito de mim e eu me afastar dela foi suficiente pra ela perceber isso. Bom... eu fui um cuzão, mas posso me justificar por ter sofrido bastante, eu estava com medo de sofrer de novo, então eu disse pra ela que tinha mudado e que se ela quisesse eu só ia ficar com ela. Mas o sentimento foi mais forte, eu também sabia que gostava muito dela. Até que teve o aniversário do meu amigo, e eu pedi pra ela vir na minha casa antes para nós conversarmos antes de ir. Foi uma conversa bastante estranha, mas no fim decidimos dar uma chance pra nós, no fim eu fiquei tão empolgado que tentei dar um beijo nela, mas ela desviou e me pediu desculpa (o que era completamente compreensível devido a toda situação).
Foi então que começamos a ficar. Apesar disso, nós ainda não tínhamos tanta intimidade e não tinha rolado um beijo de verdade ainda. Eu ia pra casa dela mas nós ficávamos conversando, conversando mas ninguém tinha coragem de avançar. Até que um dia nós decidimos ficar nas escadas do prédio... e foi a mesma coisa, conversamos até a hora de eu precisar voltar pra casa. Eu estava completamente frustado comigo mesmo por mais uma vez não ter conseguido tomar iniciativa. Eu me levantei e nos abraçamos pra nos despedir, quando a luz da escada resolve apagar... nós ficamos um tempo abraçados e aí finalmente rolou. Foi um momento mágico, como se fosse o nosso novo primeiro beijo.
Depois disso começou a melhor parte da minha vida. Eu tinha uma namorada linda e era muito feliz ao lado dela. Então chegou aquele momento da relação onde precisávamos dar o próximo passo, acontece que nós dois tínhamos irmãos e era raríssimo ter um pouco de privacidade. Foi então que eu tive coragem de pedir para o meu pai me ajudar, então um dia marcamos dela pousar aqui. Naquela noite meu pai levou minha família pra sair e eu fiquei sozinho com ela. Estávamos assistindo um filme comendo pipoca, a ideia era esperar o filme acabar mas não tínhamos tanto tempo assim pra esperar. Aquele parecia o filme mais longo do mundo, até que eu olhei pra ela e disse: tu ainda quer ver o filme? (Eu sei kkkkk eu tenho um dom de constranger as pessoas), novamente nos rimos por um tempo até que ela disse que não queria mais assistir. Eu fui até a tv, abri no youtube e disse pra ela: você tem duas opções de playlist, a atual ou a clássica (kkkk bom... isso eu posso explicar, eu sempre comentava com meu amigo que algum dia eu iria fazer amor ouvindo aquelas músicas românticas clichês, porque eu realmente gostava delas). Pra minha surpresa, ela escolheu a clássica. Aquele era o momento mais feliz da minha vida, eu não estava acreditando no que os meus olhos viam, ela usava uma linda lingerie preta e a luz da tv na pele morena dela dava um contraste lindo a beça. Aquela foi a nossa primeira vez, um momento muito especial pra nós dois, a minha primeira vez e a primeira vez dela.
Acho que muitas vezes as pessoas esquecem que sentimentos mudam tudo. Nosso primeiro beijo, nossa primeira vez... obviamente não foram as melhores coisas do mundo, mas para mim e para ela foi, porque não se tratava de beijo ou de sexo, se tratava de amor.
Nós namoramos por bastante tempo, até que os problemas começaram a surgir e as diferenças começaram a nos atrapalhar. Ela era uma pessoa que gostava bastante de sair e eu era uma pessoa mais caseira, que gostava de cinemas, restaurantes, piqueniques. Além disso, eu sou uma pessoa extremamente carinhosa, já ela tinha uma maneira mais sutil de demonstrar carinho. Isso ao longo do tempo começou a ficar cada vez mais evidente, até que começou a machucar. No início nos fingimos que não estávamos vendo, porque amavamos muito um ao outro e não queriamos nem pensar na possibilidade de terminar. Mas infelizmente se tornou inevitável, nós tivemos algumas conversas mas para nós darmos certo era necessário que ambos mudassem, e nós não achavamos certo ter que mudar, afinal um relacionamento só da certo se ambos aceitam e conseguem suportar as diferenças. Foi então que a gente viu que não dava mais certo e resolvemos terminar. No fim, o sentimento não foi de raiva, não foi de tristeza. Decidimos continuar amigos porque a amizade um do outro importa muito pra nós, eu quero que ela seja feliz e sei que ela deseja o mesmo pra mim.
Com essa história gostaria de dizer que ter maturidade significa olhar pra trás e não ter vergonha do passado. Graças a ela eu me tornei uma pessoa melhor e aprendi muitas coisas. Aprendi com meus erros e vou me certificar de não errar da próxima vez. Nunca vou me esquecer dos nossos momentos juntos eu vou guardá-la pra sempre no meu coração.
OBS: sobre os bilhetinhos de festa junina, quando namoramos ela me contou que na verdade o bilhete que eu tinha recebido era da amiga dela e ela resolveu mandar pro meu amigo pela zueira kkk / outra coisa, ela foi muito importante pra eu mudar meu pensamento retrógrado, hoje eu sei que não tem nada de errado em ficar, e que na verdade é até bom pra conhecer a pessoa bem antes de tentar algo.
É isso, te amo Luba! Abraços!
submitted by Salamandra01_ to TurmaFeira [link] [comments]


2020.06.12 03:10 -__loading__- Sou babaca por ter "ciumes" do namoro do meu melhor amigo?

Bom eu fiquei meio "insegura" de vir contar essa história aqui mas eu vim contar
Ola lubixco,editores, papeloes mortos, gatas e impossível convidado
Essa história aconteceu ano passado quando eu tava no 7° ano, pra começar a história temos que falar sobre uma "amiga" da minha sala que foi onde começou. Estava eu la com uma vida perfeita e maravilhosa eu tinha um melhor amigo, tinha melhor amiga, tinha muitos amigos e aqui em casa estava tudo indo bem...como eu disse minha vida estava otima. foi ai que essa "amiga" minha da minha sala (vamos chamar ela de lars) começou a andar com meu melhor amigo, bom pra mim nao tinha nada de mais ate pq meu melhor amigo (iremos chamar ele de carls) tinha muitas amizades ( com essa "muitas amizades" significa a escola inteira) como eu disse pra mim estava tudo bem ele andar com a lars ( o porem a lars começa a andar com alguem que é muito amiga (o) seu e começa a fazer sua ou seu amigo te deixar de lado, ela nao fez só cmg e esta fazendo isso com uma amiga minha) ent eu comecei a perceber que a lars estava tentando fazer o carls me deixar de lado e foi ai que eu comecei a ter ciumes dele com ela, eu falei pra ele que eu nao tava gostando que eles andassem juntos pq a lars estava tentando tomar ele de mim, pra ele era só paranoia da minha cabeça e que ele nunca iria me deixar de "lado" o tempo foi passando e meu ciumes foi aumentando oque fez eu brigar com a lars por causa do cars. (essa briga aconteceu dps que eu cheguei da escola ou seja foi no Whatsapp) foi ai que a gente começou a brigar e eu falei pra ele que o carls era alguem que eu gostava muito e que eu nunca tive uma amizade como a dele, ele era alguem muito carinhoso e eu amava isso nele e por isso eu sentia tantos ciumes dele e por causa disse eu tinha medo de algo acontecer e ele me deixar de lado e achar alguem melhor e foi ai que a lars falou em um audio que eu era trouxa e que por eu ser "trouxa" eu tinha medo de algo acontecer. Claro que isso me deixou triste e naquela hora eu queria chorar. (Só pra deixar mais claro essa briga aconteceu em um grupo que eu acho que foi eu quem criou e nele tinha eu o carls e a lars só que que quem tava com o celular na hora da briga nao foi o carls mas sim um amigo dele que me apoiou e chamou a lars de cobra, depois da briga o carls leu tudo mas nao disse nada, só disse que quem tava com o celular era o amigo dele e nao ele) ok abriga acabou mas eu e a lars nao estávamos conversando mais depois de um tempo eu e a lars voltou a se falar, mesmo eu tendo ciumes dos dois juntos, ok passou um tempo e entrou uma menina nova na minha escola e eu nem sabia da existência dela e ela foi pra sala do carls (sim o carls nao era da minha sala ele só foi da minha sala no 6° ano onde a gente se "conheceu" melhor) ok eu nao sabia nem da existência da menina nova e minha vida esta otima de novo até que o carls começou a conversa com a menina nova (que chamaremos de zarls) e com a amiga dela, eu ja nao tava gostando tanto mas também nao liguei ate pq era da sala dele e ele obviamente iria conversar com ela, mas depois de um tempo o carls a zarls e a amiga dela andava juntos pra todo lugar e foi ai que eu comecei a ficar com ciumes disso e foi ai que eu e o carls começou a brigar a todo instante, todo final de semana arranjamos motivo pra uma briga nova e isso estava acabando com a nossa amizade, passou mas um tempo e eu comecei a pegar o moletom do carls e era algo (e ainda é) uma coisa que eu gosto de fazer muito, passou mas um tempo e eu e o carls tivemos uma briga seria que foi onde o carls me disse que toda noite antes de dormir ele pensava se a nossa amizade ainda valia a pena (claro isso me deixou muito triste pq eu ainda acha que a nossa amizade ia continuar por pelo menos 5 anos) depois dessa briga eu e o carls parou de se falar mas depois fizemos as pazes, um tempo depois de muitas brigas e muitos ciúmes o carls descobriu que a zarls gostava dele (e na sala do carls todo mundo shippava o carls e a zarls) eu ja sabia que a zarls gostava do carls na verdade eu tinha uma certa desconfiança disso. E é claro que o Carls começou a namorar com a zarls algo que eu nao gostei pq depois de todas essas brigas eu ja tinha ranço da zarls, e quando o carls começou a namorar ele nao me contou, e em um dia quando fui pedir pro carls levar meu casaco favorito pra mim usar na escola ele disse que nao levaria pq a "princesa" dele nao gostaria de me ver com o moletom dele. Na hora eu nao tinha entendido ent continuei pedindo, cheguei na escola e ele nao tinha levado ( e como sempre eu fiquei triste com isso) ok eu deixei a história do casaco pra lá e o carls comprou um moletom novo óbviamente eu queria usar aquele moletom novo mas foi ai que em um recreio a zarls estava usando o casaco novo ( e sim eu fiquei triste com isso) ok fiquei com raiva e com ciumes pois eu queria usar aquele casaco primeiro. O tempo foi passando e o carls começou a me deixar de lado e quase nunca vinha falar cmg. E foi ai que eu decidi que eu iria pedir o casaco e se ele nao levasse a gente teria outra briga seria e a nossa amizade iria acabar (sim era algo besta muito besta aliás) ok e la vou eu pedir o casaco eu nao me lembro bem mas acho que ele iria levar ou nn eu nao lembro só sei que quando eu cheguei na escola ele nao tinha levado oq me deixou puta e foi motivo da nossa briga e foi ali que a nossa amizade "acabou". (eu nao me lembro se foi antes ou depois dessa briga mas eu lembro de ter chorado de madrugada por que eu era a unica tentando continuar com aquela amizade e ele simplesmente nao tava fazendo nada e cagando pra amizade eu chorei pensando nisso oq me deixou mais triste ainda é claro.) O ano estava quase acabando e eu e ele nao estávamos conversando, fui pra festa do último dia na escola antes das ferias e é obvio que ele estava lá e como sempre do lado da zarls. (As vezes eu via eles juntos e ficava triste mas tentava ficar alegre porq era o último dia de aula antes das feria e eu iria sentir falta dos meus amigos) consegui curtir a festa de boa e vim pra casa. No ônibus de volta pra casa minhas amigas falou que se eu voltasse a falar com ele elas nunca mais iria olhar na minha cara (por que sempre que eu e o carls brigava eu acabava perdoando ele e nossa amizade voltava ao normal.) Passou mais um tempo e ele começou a falar que sentia minha falta e nao tava feliz sem mim ou algo do tipo e eu como a trouxa que sou acabei perdoando e como minhas amigas falou elas pararam de falar cmg. No fim das contas eu acabei perdoando alguem que nem merecia. ( mas hj em dia minhas amigas estao falando cmg normalmente e a minha amizade com o carls continua a mesma.) E adivinha hahahaha eu passei por tudo aquilo para no final das contas o carls e a zarls terminar nesse ano com uns 3 meses de namoro? Eu nao sei se é exatamente isso mas foi tantas brigas para no final das contas eles terminarem por q nao sentiam mais nada um pelo outro. >=/
Obs: algumas coisas que eu esqueci de escrever. Eu tinha feito um amigo que ja tinha talaricado o carls muitas vezes e o carls sentia ciúmes desse meu novo amigo e queria que eu parasse de falar com ele (isso foi antes da zarls o do carls estarem namorando.
E teve outro dia que eu percebi que o carls e a zarls sempre estavam do lado um do outro quando iam tirar uma ft com a sala dele, eu acabei pegando uma ft dessas e recortei e deixei os 2 e botei de fundo para eu ver que eu era muito trouxa :) e isso me deixava triste mas mesmo assim eu deixei aquela ft dos 2 juntos no fundo do meu celular
É isso lubixco beijos <30
Eu tentei colocar o maximo de informações desculpa ficou meio grande :,)
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2020.06.03 01:25 epilef_backwards Sobre Boku no hero e shounens.

Um objetivo sem planos é chamado de delírio.
Um dos desafios ao revisar um shounen é entender até que ponto podemos relevar certas coisas tendo em mente que o anime foi feito apenas para vender. A história é bem óbvia: os shounens explodiram na época de 90 com Naruto, DBZ, CDZ, bleach, entre outros, fato que fez que muitos outros shounens começassem a serem lançados seguindo os princípios dos que estavam em alta. Isso significa que, embora os primeiros shounens famosos já usassem clichês, tais clichês ainda não eram clichês no mundo dos animes porque não haviam tantos animes que o usassem. Em outras palavras, é por causa do sucesso estrondoso desses shounens que boa parte dos seus sucessores utilizaram as suas principais características (personagens piadistas, tramas simples porém que podem ser prolongadas por tempo quase indeterminado, personagens secundários aparecendo basicamente todo episódio e todos os demais clichês do gênero). E isso fala muito sobre o problema geral desse tipo de anime: essencialmente, 90% deles possuem os mesmos elementos narrativos e se diferenciam apenas pela maneira como eles desenvolve (ou não) esses elementos. É claro que existem elementos básicos para o anime ser considerado do gênero, porém obviamente não são desses que eu falo. Existe a possibilidade de fazer um shounen sem se importar apenas com combates (usando poderes mágicos ou nao) escatológicas (dicas pessoais: fullmetal alchemist brotherhood, Hunter x Hunter, Noragami e Haikyuu!!). É claro que nem todo anime de shounen vai ser um transformers em versão de anime, no entanto, ninguém se refere a shounen como sendo no sentido de "ser feito para adolescentes". Ao menos neste texto esse sentido real não será utilizado.
E falando sobre shounens, o texto que está sendo escrito irá comentar sobre um dos mais famosos dos últimos 10 anos: Boku no hero academia. Bem como os demais textos, vou trazer uma visão unicamente crítica sobre o show, ou seja, o valor de entretenimento em nada conta para esse review. Vamos lá.
Bem como quase todos os shounens existentes, BNHA apresenta problemas narrativos. A premissa é a mais simples possível: pessoas começaram a nascer com poder do nada e, nos dias atuais, quase todos apresentam poderes. Quase todos, claro, excluindo o protagonista, o qual mais do que qualquer um sonha em ser um herói (mesmo que sem poderes). Essa trama não é de nenhuma maneira inovadora ou brilhante, contudo, cumpre com o papel com o "potencial para infinitos episódios" que eu mencionei acima. Tampouco não somente o anime não inova de maneira nenhuma no que a trama como ele não inova no uso dessa trama. Simplesmente temos o personagem mais clichê possível com o desenvolvimento mais clichê possível dentro da trama mais clichê possível. É importante ressaltar, antes de ir mais a fundo no show, que sim, eu sei que a primeira temporada é mais lenta e com menos clímax do que as demais porque os produtores pensaram em continuar a obra, porém isso não serve como desculpa para nada. Um anime com previsão de ter uma segunda temporada é diferente de um anime separado em 2 cours. É claro que eu não analiso somente a primeira parte de Asterisk war, porque justamente a história foi separada em dois apenas para condizer com o tamanho padrão dos animes. No caso de BNHA, as temporadas são independentes e, portanto, podem ser analisadas de maneiras individuais. E sendo bem sincero, nem considerando que ele foi dividido em dois eu consigo ajudar muito esse show.
Contudo, o início do anime engana bem o espectador. Por alguns episódios eu realmente acreditei que poderia presenciar um shounen mais focado no significado de ser um herói ao invés de um plot completamente rushado, sem graça e, novamente (sim, eu vou repetir muito essa palavra), clichê. Essa animação minha, por assim dizer, veio por duas principais razões: o bom trabalho de criar um laço entre o espectador e o personagem principal e o potencial de unir a ideia de "o quê significa ser um herói" com o fato de o All Might apresentar esse tipo de pensamento.
O primeiro ponto foi o melhor trabalho da obra. Rapidamente somos ambientados à vida de Midoriya e o seu sonho de ser um herói. A direção faz um trabalho sagaz no uso constante de flashbacks ao invés das exposições baratas comuns do gênero. Mesmo que seja um passado comum a esse tipo de personagem, compramos os sentimentos do Midoriya como sendo os nossos e isso faz que, mesmo no primeiro episódio, já torcemos pelo personagem. Contudo, essa empolgação acabou com o "treino" dele, mas já irei falar sobre esse "treinamento".
O segundo ponto foi algo completamente desperdiçado pela obra (ao menos na primeira temporada). Isso porque a filosofia do "ser um herói" é o que mais apresenta potencial nesse tipo de show, e isso poderia ser muito bem trabalho pela visão do All Might ao longo do treinamento do personagem principal, sobretudo porque ele mesmo aparenta ter uma visão diferenciada sobre o que significa ser um herói. Infelizmente, o anime não aproveita esse potencial e corre às cenas clichês de escolas de heróis e o usual rush no plot.
Lembram do treinamento? Eu costumo pensar que a qualidade de um shounen é definida na atenção dada ao treinamento do personagem principal (ou ao que quer que seja que desenvolve e aprimora os poderes do personagem principal). Se o anime utiliza o treinamento só como formar de fazer piadinhas e tiradas do protagonista tendo problemas no treino e esquece do que realmente significa um treino para um herói, existem consideráveis chances do anime só permanecer no básico do básico do gênero. Isso porque a maneira como o roteiro lida com o desenvolvimento do personagem mostra muito da maturidade (ou falta dela) do roteiro. Em outras palavras: se o roteiro não se importou com a parte mais rica e com maior potencial de desenvolvimento, ao menos inicial, do personagem, muito provavelmente ele não vai se importar com esses fatores no resto do show. E é exatamente isso que acontece em BNHA. O treino do Midoriya é utilizado para dois principais fatores narrativamente falando: para ele conseguir chegar em um ponto no qual ao menos possa utilizar parte dos poderes do All Might e para nós, espectadores, criarmos um vínculo com o personagem, já que o mesmo está se esforçando e se provando a cada dia. O problema é que é impossível haver uma seriedade e uma ligação entre nós e o personagem se o roteiro e a direção colocam uma piadinha a cada 15 segundos e, inclusive, em cenas importantes do ponto de vista da formação da conexão entre nós e o Midoriya. Além disso, essas piadinhas completamente desnecessárias desmoralizam o personagem e nos fazem pensar mais que ele é apenas um chorão do que alguém que passou por um treino intenso durante 10 meses. E você, leitor, sabe o motivo? O motivo é o principal problema envolvendo a evolução dos personagens em shounens: eles só desenvolvem músculos e habilidades. Quero dizer com isso é que não existe apenas transformação física. Um treino pesado e focado cujo objetivo é alcançar o seu sonho como o praticado pelo protagonista NECESSARIAMENTE altera a sua maneira de pensar, a sua maneira de agir e quem ele realmente é. Isso se chama ser humano, isso se chama ser um bom personagem. No entanto, o que acontece em 98% dos casos é que o protagonista passa por um treino intenso e que envolve N emoções e ele não muda em nada, ele continua como sendo alguém que ao olhar para o primeiro monstro fica como um covarde. Ora, o maior desafio da vida dele ele já enfrentou. Como pode o mesmo personagem que retirou motivações de canto nenhum, que lutou meses/anos em um treino sobre-humano, que teve que encarar suas frustrações e seus medos de frente continua sendo uma completa criança? No caso de BNHA, Midoriya é treinado pelo maior super herói de todos os tempos, o qual mais é usado pelo roteiro como Deus Ex-Machina ambulante e como fonte de piadinhas completamente estúpidas e irritantes, e em nada apresenta uma mudança de pensamento, atitude e em sei psic. Isso acaba com os dois pontos positivos citados sobre o início da obra. Se, em primeiro plano, isso problematiza a relação entre nós e o protagonista ao não humanizá-lo, em segundo plano temos que o potencial do All Might trazer uma filosofia diferenciada sobre um herói é apagada porque o maior herói da história é uma criança. Porém, o treinamento do protagonista é só a parte superior de um iceberg.
Logo após o treinamento dele acabar, temos o teste de admissão da principal academia de heróis e os acontecimentos dentro da academia. É claro que as situações que levam o protagonista a conhecer seus amigos são as mais clichês possíveis (sim, tem aquilo do protagonista tropeçar e conhecer a menina. A única diferença é que ao menos tiveram a sensibilidade de não colocar ele caindo em cima de uma parte íntima dela) e existem centenas de convenções que me fazem parecer que alguém escreveu a história do Midoriya foi escrita para ser vend...oh, wait...
De qualquer modo, o anime segue o típico passo de um anime de escola mágica com os testes, acontecimentos aleatórios planejados pelos vilões e cenas do protagonista e os demais personagens da obra. Falando em personagens, não há nenhum tipo de inovação na personalidade e na profundidade dos personagens. Em fato, retirando o Midoriya e, entre MUITAS aspas, o seu rival Bakugou, os demais personagens são os mais planificados e simplórios imagináveis. No entanto, o roteiro apresenta um ímpeto inexplicável de tentar dar importância a todos os demais estudantes da classe do protagonista, fato que impede que possamos ter tempo para os personagens que realmente são importantes para a trama. Sendo bem sincero, depois dos primeiros dois episódios, o que o show apresenta consiste exatamente em: 2 episódios do treinamento desperdiçado e a entrada do Midoriya na academia + 5 episódios de absolutamente nada, nenhum desenvolvimento de personagem, nenhum aumento de tensão da trama com a inserção de qualquer perigo e muito menos qualquer tipo de discussão mais profunda sobre o "ser um herói" + 3 episódios de um vilão completamente sem graça, não ameaçador e uma luta na qual o All Might ganha na base do grito. É, é literalmente isso o máximo que o roteiro conseguiu fazer. O único ponto de desenvolvimento de personagem foi o Midoriya deixando de ser um completo chorão de um momento para o outro porque o roteiro precisava que ele fosse minimamente corajoso para enfrentar a Liga dos Vilões nos últimos episódios.
Comentando sobre esses últimos 3 episódios, eles falam muito sobre a obra e sobre os shounens no geral. O plot desse anime é completamente ridículo e consiste no pior problema do show. Perceba que, até o episódio 10, o anime progrediu um pouco em termos de trama e, embora tenha sacrificado o ímpeto dos primeiros dois/três episódios, conseguiu manter um clima convidativo e clássico dos shounens. Até aí, era apenas mais um shounen comum. No entanto, mesmo os shounens mais descuidados e de baixa qualidade conseguem preparar minimamente o seu plot e se utilizam de vilões minimamente desafiadores. O que tivemos em BNHA foi uma ausência da preparação do desafio da série e a sua repentina aparição como algo que promete que vai dar trabalho, porém, quando vamos ver, já apanhou feito cachorro de rua. Isso porque o roteiro "apresenta" o "vilão" da temporada da maneira mais patética imaginável. Quer dizer então que a melhor escola de heróis do país permite que um indivíduo exploda o portão dela, permita a entrada de dezenas de pessoas da mídia e o diretor do colégio termina o último episódio com um rostinho feliz dizendo que todo mundo fez um bom trabalho? Ou então que literalmente um cara coberto de mãos/uma criatura gigantesca com o cérebro para fora/quem quer que seja que tenha destruído a porcaria do portão não foi em nenhum momento questionado pela própria mídia? Ou então que literalmente o mesmo cara que destrói o portão consegue tantas informações sobre o colégio que sabe a hora exata em que sua vítima vai estar em certo local e não há nenhum tipo de suspeita de espionagem ou de conspiração contra a instituição? Que tipo de maior escola de heróis é essa que sequer se preocupa com a sua segurança e permite bandidos entrarem nela sem nenhum tipo de resistência? Mas relaxe, tem coisas piores que essa. Uma delas é a cafonice do vilão. Sem nenhum tipo de profundidade ou motivação real, ele só não é comparável com os seus capangas porque esses lembram aqueles que eram presentes nas animações americanas da década de 60 e só servem de saco de pancada para adolescentes com os poderes mais aleatórios e inúteis imagináveis (sério que trocentos vilões perderam para uma garota que tem um plugin no calcanhar e outra que cria uns pedaços de ferro do nada? Me poupe...uma coisa são os vilões perderem para o garoto do gelo, outra completamente diferente é uma cacetada de vilões que fazem parte de uma Liga de Vilões perderem para um moleque de 15/16 anos que tem um rabo de pelúcia...). Na realidade, eu sequer sei o motivo de estar falando sobre profundidade e motivação dos vilões quando o anime nem nos apresenta devidamente quem eles realmente são. Há o narrador dizendo os aspectos mais básicos possíveis dele e ponto, isso é tudo que sabemos dos vilões da primeira temporada.
Porém, se os vilões patetas já eram um problema, o anime consegue selar o seu plot como algo completamente abominável ao utilizar todos os possíveis e imagináveis clichês envolvendo um herói vs alguém mais forte que ele. É exatamente isso que você pensou: o herói do dia (que, ao menos, o roteiro teve o mínimo bom senso de não colocar como sendo o Midoriya) ganha força do nada e transcende a natureza humana para derrotar um adversário muito mais forte que ele, algo que, definitivamente, não foi feito já em outros 10 mil casos de animes shounens e que com certeza não se configura como um claro momento de falta de criatividade do roteiro. E o pior: diferentemente de Kimetsu No Yaiba, aqui apenas a música salva. Na realidade, eu devo dizer que 80% do meu envolvimento emocional nas partes mais "épicas" do anime se deu pela You Say Run. Essa música é simplesmente muito boa e ela literalmente carrega o plot pateta do anime nas costas.
Veredito
BNHA é mais um dentre os milhares de shounens que mais fazem coisas erradas do que acertam. O que mais me deixa chateado nessa caso é que, ao contrário da maioria dos animes de escolas, BNHA consegue fazer o espectador entrar na história do protagonista, o que deveria ser o ponto de ignição para um anime de ação diferenciado dos demais. Infelizmente, após os primeiros 50 minutos dentro da história, o show caí em todos os clichês de gênero imagináveis e termina com um plot completamente patético, previsível e sem nenhum tipo de conexão à trama e às discussões que o anime poderia ter trazido.
Se você é uma pessoa que gosta de shounens, não há nenhum motivo para você não assistir BNHA; pelo contrário, BNHA é exatamente tudo aquilo que pessoas que gostam de shounens querem ver: personagens engraçadinhos, músicas boas, uma filosofia de fundo que aparenta ser profunda e porradaria. No entanto, se você, assim como eu, se encontra um pouco saturado de shounens, não perca seu tempo assistindo Boku no hero academia, pois ele é exatamente o motivo de tal saturação.
Notas individuais
-Roteiro: 3
-Direção: 4
-Animação: 7
-Trilha sonora: 8
Nota final: 4,5.
Review escrita dia 2 de junho de 2020.
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2020.05.28 13:49 crai_beibi Eu SoU MãE De FaMíLia

Olá luba meu yt preferido, gatas, tuxo, matheus, luiz, porta, quarto, led, almas do além, djabo, anjos, bunda de crossfit do luba, universo que me "ama" e possível convidado
Eu sou uma menina anormal em uma cidade normal que tem uma escola normal e uma professora praticamente mãe solteira casada (confuso neh?)
Isso foi esse ano quando a tia estava corrigindo algumas redações então a gente podia ficar de papo
Como eu n tinha ninguém mto próximo fui andar pela sala até que eu escutei a tia gritando: que PORRA é essa?
Eu ainda n tinha descoberto q ela era o pão amassado pelo djabo mas ok ʕ ꈍᴥꈍʔ
Eu fiquei meio paralisada pq minha escola é aquela escola de riquinho q n fala palavrão e falei: tia vc falando uma coisa dessa? (Nota: ela nem sabe o q eu "pensei" que ela tinha falado, e algumas pessoas da sala arregalaram os olhos então eles escutaram)
A tia ficou ofendida p kcta e ficou repetindo: Eu sou mãe de família eu nunca falaria isso ok? *Chama mestra do 6° ano (siim tenho 11 anos)" tia Tati (pode colocar pq é apelido e n nome) faz alguma coisa chama o pai dessa menina pq eu sou mãe de família e n falo esse tipo de coisa
Fui pra sala da mestra que quase me deu uma suspensão (tia tati puxa saco feladamae) e quando acabou o sermão e etc fui pra aula de educação física (estávamos jogando queimada/baleado) Então conheci as 3 partes da turma: os que escutaram e acharam q eu tinha razão, os que não escutaram e n acreditaram em mim e os que não escutaram e acharam q eu tinha razão
Nota que eu tinha esquecido de citar: minha amiga de infância viu a tia rindo de mim no corredor o q significa que a tia é uma cobra
Foi isso luba maravilhoso espero que leia
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2020.04.02 01:51 Commander_BigDong_69 Qual a interpretação de vocês sobre o filme "O poço"?

Post obviamente vai ter SPOILERS .
Queria saber mais alguma interpretações do filmes, ele é bastante abstrato e alegórico tem muitos detalhes que só pegamos bem depois ou discutindo sobre. Então algumas coisas que eu interpretei (não os detalhes e referências que tem aos montes, apenas o mais importante) do filme:
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2020.03.06 06:20 altovaliriano A Grande Conspiração Nortenha - Parte 2

Texto original: https://zincpiccalilli.tumblr.com/post/52748381148
Autores: Vários usuários do Forum of Ice and Fire, mas compilado por Yaede.
Índices de partes traduzidas: Parte 1, Parte 2, Parte 3, Parte 4, Parte 5, Parte 6
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As Terras Fluviais: Corações lupinos

A Vingança da Senhora Coração de Pedra
Há um espião em Correrrio que se reporta à Irmandade sem Bandeiras. Seu nome é Tom dos Sete (ou Tom Sete Cordas de Seterrios), e desde que Jaime se interessou por ele, ele tem ouvido notícias de movimentos inimigos direto da boca do leão, além de esquivar-se pelo acampamento e castelo.
Sor Ryman [Frey] subiu ruidosamente a escada do cadafalso na companhia de uma prostituta de cabelos de palha, tão bêbada quanto ele. [...]Um aro de bronze martelado empoleirava-se, torto, em sua cabeça, gravado com runas e ornado com pequenas espadas negras. [...]
[Jaime:] Um bêbado, um idiota e um covarde. É melhor que Lorde Walder sobreviva a esse tipo, senão os Frey estão feitos . – Está dispensado, sor.
– Dispensado?
– Ouviu o que eu disse. Vá embora.
– Mas... para onde irei?
– Para o inferno, ou para casa, o que preferir. Que não esteja no acampamento quando o sol nascer. Pode levar sua rainha das putas, mas essa coroa que ela usa não – Jaime virou-se para o filho de Sor Ryman. – Edwyn, lhe darei o comando que era de seu pai. Tente não ser tão estúpido como ele.
– Isso não deverá ser tão difícil, senhor.
– Envie uma mensagem a Lorde Walder. A coroa exige todos os seus prisioneiro [...]
Uma multidão reunira-se junto do cadafalso, incluindo uma dúzia de seguidoras de acampamentos em vários graus de nudez. Jaime reparou num homem que trazia uma harpa.
– Você. Cantor. Venha comigo.
O homem tirou o chapéu.
– Às ordens do senhor.
Ninguém proferiu uma palavra no trajeto de volta ao barco, com o cantor de Sor Ryman a segui-los.
(AFFC, Jaime VI)
Tom fica sabendo de duas coisas na cena acima: 1) Ryman Frey, herdeiro de Lorde Walder, está deixando Correrrio, provavelmente retornando às Gêmeas. 2) Os reféns do Casamento Vermelho mantidos nas Gêmeas podem em breve ser transferidos para a custódia de Lannister e presumivelmente levados para Porto Real.
Uma possível terceira descoberta é que o Regicida é um comandante competente, o único homem com autoridade suficiente para por ordem nos Freys birrentos. Tom perde pouco tempo - não mais do que os dois dias que Correrrio leva para se render - entrando em contato com seus companheiros fora da lei sobre os planos de viagem de Ryman.
No próximo capítulo de Jaime, a Senhora Coração de Pedra emboscou Ryman e sua comitiva.
[Jaime] Em vez de regressar ao castelo de imediato, atravessou uma vez mais o Pedregoso para fazer uma visita a Edwyn Frey e discutir a transferência dos prisioneiros do bisavô. A hoste Frey começara a se desagregar horas depois da rendição de Correrrio, à medida que os vassalos e cavaleiros livres de Lorde Walder iam desmontando os acampamentos para se dirigirem para casa.
Os Frey que ainda restavam se preparavam para partir, mas foi encontrar Edwyn com o tio bastardo no pavilhão deste último.
Os dois estavam debruçados sobre um mapa, discutindo acaloradamente, mas calaram-se quando Jaime entrou.
– Senhor Comandante – disse Rivers com fria cortesia, mas Edwyn exclamou: – O sangue de meu pai está em suas mãos, sor.
Aquilo apanhou Jaime de surpresa.
– Como assim?
– Foi você quem o mandou para casa, não foi?
Alguém tinha de fazê-lo.
– Aconteceu algum infortúnio a Sor Ryman?
– Foi enforcado com toda sua comitiva – disse Walder Rivers. – Os fora da lei os capturaram duas léguas a sul de Feirajusta.
– Dondarrion?
– Ou ele ou Thoros, ou aquela mulher, Coração de Pedra.
Jaime franziu as sobrancelhas. Ryman Frey tinha sido um idiota, um covarde e um beberrão, e não era provável que alguém sentisse muitas saudades do homem, em particular os outros Frey. Se os olhos secos de Edwyn eram indicação de algo, nem mesmo seus próprios filhos fariam luto por ele durante muito tempo. Mesmo assim... Esses fora da lei estão se tornando ousados se se atrevem a enforcar o herdeiro de Lorde Walder a menos de um dia a cavalo das Gêmeas.
– Quantos homens Sor Ryman tinha consigo? – quis saber.
– Três cavaleiros e uma dúzia de homens de armas – disse Rivers. – É quase como se soubessem que ele ia regressar às Gêmeas, e com uma escolta pequena [...]
“Se você me perdoar por me intrometer na sua dor”, [Jaime] – Perdoe-me por me intrometer em sua dor – disse secamente –, mas temos outros assuntos a ponderar. Quando regressar às Gêmeas, por favor, informe Lorde Walder que o Rei Tommen exige todos os cativos que aprisionaram no Casamento Vermelho.
Sor Walder franziu as sobrancelhas.
– Esses prisioneiros são valiosos, sor.
– Sua Graça não os pediria se fossem inúteis.
Frey e Rivers trocaram um olhar. Edwyn disse: – O senhor meu avô esperará uma recompensa por esses prisioneiros.
E a terá, assim que me crescer uma nova mão, Jaime respondeu em pensamento.
– Todos nós temos esperanças – disse com brandura.
(AFFC, Jaime VI)
Muitos dos senhores do rio, de má vontade, dobraram os joelhos porque seus parentes ainda estão em cativeiro, da mesma maneira que Manderly diz concordar com os Boltons, mesmo sofrendo com a presença de Freys em sua corte, até que seu filho e herdeiro mais velho, Wylis, lhe é devolvido. Lorde Piper, por exemplo, que sai furioso do conselho de guerra de Jaime, provavelmente não quer nada além de passar Edwyn na espada, a menos que veja voltar ao lar seu filho primogênito, Marq.
Nenhum Frey estaria a salvo de represálias sangrentas caso os reféns do Casamento Vermelho escapassem a caminho de Porto Real. E a Irmandade sem Bandeiras poderá em breve estar em posição de facilitar exatamente essa fuga da prisão, tendo sido avisada da transferência graças a Tom.
Esta, no entanto, não é a única operação que a Irmandade sem Bandeiras poderia realizar. Pois Tom permanece em Correrrio no final de O Festim dos Corvos.
Lorde Emmon [Frey] reuniu Correrrio inteiro no pátio, tanto a gente de Lorde Edmure quanto a sua, e falou-lhes durante quase três horas sobre o que se esperava deles, agora que era seu chefe e senhor. De vez em quando brandia o pergaminho, enquanto moços de estrebaria, criadas e ferreiros escutavam num silêncio taciturno e uma ligeira chuva caía sobre todos.
O cantor, aquele que Jaime tomara de Sor Ryman Frey, também estava ali, escutando. Jaime deu com ele em pé numa porta aberta, onde estava seco. [...]
– Esperava que partisse com os Frey.
– Aquele ali em cima é um Frey – disse o cantor, indicando com a cabeça Lorde Emmon. – E este castelo parece um lugar bem aconchegante para passar o inverno. [...]
– Deve se dar magnificamente com a minha tia – disse Jaime. – Se espera passar o inverno aqui, assegure-se de que sua música agrade à Senhora Genna. É ela que importa.
– Você não?
– Meu lugar é junto do rei. Não ficarei aqui por muito tempo.
– Lamento ouvir isso, senhor. Conheço canções melhores do que “As Chuvas de Castamere”. Podia ter tocado para o senhor... Oh, sim, todo tipo de coisas.
(AFFC , Jaime VII)
Agora, lembre-se de que Daven Lannister está noivo de uma Frey: “Casarei e dormirei com minha doninha, nada tema. Sei o que aconteceu a Robb Stark. (Jaime V, AFFC) Jaime viaja para Covarbor, onde em A Dança dos Dragões ele trata com os Brackens e os Blackwoods, mas Daven é visto pela última vez em Correrrio, e especula-se que ele planeja se casar lá antes de tomar a estrada para Rochedo Casterly.
Nesse caso, bem, a Senhora Coração de Pedra talvez pretenda convidar a si mesma e a seus homens sem aviso prévio para um segundo Casamento Vermelho. A Senhora Genna não agradecerá a Jaime por ter colocado um alvo grande e gordo suas costas, e o próprio Lorde Walder pode decidir participar das festividades por uma oportunidade de se vangloriar do castelo subjugado de seus antigos senhores, os Tullys. A conversa de Tom sobre outras músicas – melhores que “As Chuvas de Castamere”, uma infame deixa musical para matança e caos – é bastante ameaçadora.
Mas ainda há mais! E é aqui que as coisas ficam realmente interessantes, em minha opinião.
[Jaime] Voltou-se novamente para a Senhora Mariya [Darry, esposa de Merrett Frey].
– Os fora da lei que mataram seu marido... eram do bando de Lorde Beric?
– Foi o que pensamos a princípio – embora os cabelos da Senhora Mariya estivessem salpicados de grisalho, ainda era uma mulher de aspecto agradável. – Os assassinos se dispersaram quando saíram de Pedravelhas. Lorde Vypren seguiu um bando até Feirajusta, mas ali perdeu o rastro. Walder Negro levou cães de caça e caçadores para o Atoleiro da Bruxa atrás dos outros. Os camponeses negaram tê-los visto, mas quando foram interrogados intensamente cantaram uma cantiga diferente. Falaram de um homem de um olho só e de outro que usava manto amarelo... e de uma mulher, coberta por manto e capuz [...] Os camponeses queriam fazer que acreditássemos que seu rosto estava rasgado e cheio de cicatrizes, e que seus olhos eram terríveis de contemplar. Dizem que liderava os fora da lei.
– Liderava-os? – Jaime achava difícil acreditar naquilo. – Beric Dondarrion e o sacerdote vermelho...
– ... não foram vistos – Senhora Mariya parecia ter certeza [...]
Walder Negro seguiu essa mulher encapuzada e seus homens até onde?
– Os cães voltaram a farejar seu cheiro ao norte do Atoleiro da Bruxa – disse-lhe a mulher mais velha. – Ele jura que não estava mais de meio dia atrás deles quando desapareceram no Gargalo. [...]
Eu não acharia os cranogmanos incapazes de abrigar alguns fora da lei, [disse Sor Danwell Frey].
(AFFC, Jaime IV)
O homem homem de um olho só é Jack Sortudo, o outro é Limo Manto Limão e, é claro, a mulher encapuzada é a Senhora Coração de Pedra. Também não é a primeira vez que alguma encarnação de Catelyn Stark visita o Atoleiro da Bruxa.
Cinco dias mais tarde, os batedores [de Robb] retornaram para preveni-los de que as águas da enchente tinham arrastado a ponte de madeira em Feirajusta.. [...]
Robb olhou para Catelyn.
– Há mais alguma ponte?
– Não. E os vaus estarão intransitáveis. – Tentou vasculhar a memória. – Se não conseguirmos atravessar o Ramo Azul, teremos de rodeá-lo, por Seterrios e pelo Atoleiro da Bruxa.
(ASOS, Catelyn V)
No final do capítulo, a hoste de Robb passou por Pedrasvelhas e Seterrios antes de esbarrar no Atoleiro da Bruxa. Jason Mallister os alcança, e lá Robb chama seu último conselho como Rei no Norte. Os leitores há muito tempo se perguntam o que aconteceu com o decreto de Robb, assinado e com testemunhas, no qual nomeou um herdeiro (provavelmente um Jon legitimado).
[Robb] pegou uma folha de pergaminho. – Mais uma coisa. Lorde Balon deixou o caos atrás de si, esperamos nós. Eu não farei o mesmo. Mas ainda não tenho um filho, meus irmãos Bran e Rickon estão mortos e minha irmã encontra-se casada com um Lannister. Refleti longa e duramente sobre quem poderá me suceder. Ordeno-lhes agora, como meus senhores legítimos e leais, que coloquem seus selos neste documento como testemunhas de minha decisão.
(ASOS, Catelyn V)
O documento não vai para o norte com Galbart Glover e Maege Mormont, que expressamente portavam cartas falsas, razão pela qual costuma-se temer que tenha sido perdido nas Gêmeas, no caos após o Casamento Vermelho. Outra possibilidade, no entanto, é que o documento tenha sido guardado em Atoleiro da Bruxa e agora tenha sido recuperado pela Senhora Coração de Pedra. Que, por sua vez, por uma verdadeira reviravolta irônica, entregaria a suposta prova da realeza de Jon em Atalaia da Água Cinzenta por segurança, aos cuidados de Howland Reed, que então conhece mais as coroas que Jon tem direito do que qualquer outro homem vivo no mundo de As Crônicas de Gelo e Fogo.
Tudo isso, se verdadeiro, significa que a Senhora Coração de Pedra é mais capaz de pensamento racional do que se acreditava. Conforme segue dizendo a teoria, sua sede de sangue inicial foi saciada, a Catelyn morta-viva começou a se lembrar mais de sua vida anterior, especificamente a vontade de Robb de que Jon o sucedesse como rei. Catelyn foi inflexivelmente contra isso, mas depois do Casamento Vermelho e que ressuscitar de sua cova aquosa a mudaram terrivelmente, ela tem alvos muito melhores para seu ódio do que o bastardo do falecido marido.
Jon pelo menos amava muito a família dela, também pensava em Ned como pai e Robb como irmão. Ele protegeria Sansa e Arya de todos os que poderiam lhes causar dano se as meninas fossem encontradas e, confessadamente, quer trazer morte e destruição para a Casa Lannister (AFFC , Samwell I/ ADWD, Jon II), sendo barrado de buscar vingança apenas por sua honra teimosa e seus votos à Patrulha da Noite.
O tempo da Irmandade sem Bandeiras e bandos fora- da-lei similares é limitado. O inverno está chegando e, mesmo com o apoio dos plebeus, será difícil continuar uma vida de guerrilha contra os Lannisters e Freys. Quem pode continuar a busca de vingança da Senhora Coração de Pedra? E talvez reviver as esperanças dos homens do norte e dos nobres das Terras Fluviais derrotados na causa pela qual Robb morreu? De independência do Trono de Ferro que desde então sancionou a quebra do sagrado direito de hóspede de não matar os seus?
De qualquer forma, a Catelyn morta-viva parece extraordinariamente contemplativa em sua cena final de O Festim dos Corvos, eu acho. E, o mais impressionante, ela tem o que foi identificado por descrição como a coroa de Robb, tirada de Sor Ryman, que não sentirá sua falta.
Uma mesa de montar tinha sido erguida do outro lado da gruta, numa fenda da rocha. Por trásdela encontrava-se sentada uma mulher toda vestida de cinza, com um manto e um capuz. Tinhanas mãos uma coroa, um aro de bronze rodeado por espadas de ferro. Estava estudando-a,afagando as lâminas com os dedos, como que para verificar se estavam afiadas. Os olhoscintilavam sob o capuz.
(AFFC, Brienne VIII)
A Senhora Coração de Pedra é sem dúvida sincera em seu desejo de ver Jaime morto. Imagine, no entanto, que, se ela o mata imediatamente ou o manda em uma perseguição louca atrás dos rumores sobre Sansa, ela terá perdido o único comandante inimigo eficaz, devidamente designado como representante do Trono de Ferro. E isso no momento em que a Irmandade Sem Bandeiras aparentemente está se preparando para a ação, com um espião em Correrrio enquanto as forças de Lannister e Frey se dispersam pelas terras fluviais, (demasiado) confiantes de que a guerra terminou com vitória.
Existe racionalidade por trás loucura da Senhora Coração de Pedra? Talvez. Beric Dondarrion era capaz disso, mas a Catelyn morta-viva estava muito mais longe quando reviveu e havia enlouquecido de pesar no momento da morte. Por outro lado, ela é consciente o suficiente para liderar a Irmandade sem Bandeiras, reconhecer seus inimigos e atar Brienne à sua promessa de serviço (por mais cruel que sejam os métodos empregados).
Infelizmente para os Lannisters e Freys (e talvez para os Boltons, também, mesmo que estejam ao norte do Gargalo), sua morte não é algo que a Senhora Coração de Pedra está planejando sozinha.
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2020.03.02 01:52 ihopebolsonarodies Essa treta do Gui, Gabi, VH e Pyong

Resumindo: VH, o pombo correio, inventou que o Pyong disse pras meninas que o Gui só tava com a Gabi pra fazer casalzinho pro jogo, que o acessor dele orientou ele a fazer isso. Gui surtou e tentou fazer a Gabi parar de queimar ele com as meninas, e a votar no Pyong. A Gabi, por sua vez, surtou também, chorou, se jogou no chão, todo um drama. O pessoal tá dizendo que o Gui tá sendo abusivo com ela. Na verdade quem disse aquilo foi a Gizelly, e o Pyong na verdade negou.
O que vocês acham dessa treta?

Minha opinião: O Gui está sendo sim abusivo, mas Gabi e VH tem culpa no cartório também. VH por razões óbvias, por ser o pombo correio e ainda passar as coisas errado. A Gabi já é toda errada também, ela entrou no jogo com a estratégia de se fazer de coitadinha, com um roteiro de se fazer de boba ingênua meio infantil, coisa mais manjada que rimar amor com dor, tem vários vídeos mostrando que ela não é assim de verdade e não fala dessa forma infantil, todo BBB tem um que tenta fazer esse papel tosco. O foda dessa estratégia da Gabi é que ela usa isso pra crescer as custas dos outros, em especial do Gui. Ao invés de ela chegar no namorado dela pra resolver os problemas, ela vai falar com as meninas, queimando o cara com a casa (elas já disseram estarem com ranço dele por causa das coisas que ela fala), ou fazer os vts dela lá com o boneco (tiraram o boneco, agora ela tá falando sozinha mesmo), queimando o cara com o público. Pra piorar, ela ainda diz que vai "votar com o coração", o que na prática significa não votar no Pyong, que está ameaçando o Gui há 2 semanas, sinceramente se fosse meu namorado fazendo uma putaquepariu dessas eu estaria armando um barraco bem maior que o Gui. Por mais errado que o Gui esteja, eu tenho a impressão de que qualquer coisa que ele faça pra tentar resolver essa situação, ele vai se foder de uma forma ou de outra. E só pra constar, não acho que ele seja vítima de nada, acho que essa situação chegou a esse ponto justamente porque ele é um frouxo covarde de merda. O que tem me deixado aflito é ver que o Prior tá metendo o bedelho nessa merda sem necessidade, sendo que o frouxo do Gui nunca fez nada pra ele.
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2020.02.26 21:37 CommissionerTadpole Dicas em como conseguir trabalho no exterior? (Ou pelo menos como sair de uma família tóxica)

Bom dia, peço perdão em adiante pelo post extremamente longo. Esse thread é meio que uma mistura de uma pergunta com um desabafo.
Eu sou uma menina trans de 20 anos, convivendo em um ambiente não muito saudável à saúde mental; para resumir, meu pai apresenta condições bipolares e narcisistas, e morar com ele é comparável com dormir com uma bomba-relógio embaixo da cama, pois ele costuma explodir de raiva por motivos pequenos, e algumas vezes nem por minha culpa, simplesmente querendo descarregar o estresse do trabalho em cima de mim, e isso sem falar de vários casos de abuso psicológico que vêm acontecendo desde 2004. Também não ajuda que os meus pais são da moda antiga, onde a palavra deles é a Lei desde que eu esteja morando em baixo do teto deles, e falam que lívre arbítrio e independência não são um direito humano, mas sim um privilégio que eu não mereço ter.
A questão é que eles pegam isso e transformam em um catch-22; eu não tenho direito de conduzir minha própria vida pois eu ainda moro na casa deles, mas eu não posso sair da casa deles e ter meu próprio emprego pois eu não o direito de conduzir minha própria vida, já que eu ainda estou morando na casa deles... consegue ver o que isso implica? Eu já tenho qualificações para ter um trabalho que não seja de salário mínimo, pois eu fiz ensino médio em uma escola técnica federal (especificamente, um curso de informática, pois desde quando entrei já era meu sonho desenvolver meus próprios jogos), e logo sou formada como técnica de informática. Também sou fluente em inglês. Mas meu pai age como se eu não tivesse formação alguma, e sempre me ameaça a me pôr para trabalhar em um emprego de salário mínimo e péssimas condições (como pedreira, britadeira e outras do tipo) quando eu não cumpro as expectativas dele.
Basicamente, estou sendo forçada a fazer uma faculdade, queira eu ou não. Embora eu veja a faculdade como sendo algo importante, eu não consigo me ver indo bem em assuntos acadêmicos já que eu estou completamente gasta devido às pressões psicológicas que meu pai vêm pondo em mim (e o fato que minha mãe e o resto da minha família simplesmente ignoram o que acontece e dizem que eu só estou exagerando tudo), e também não ajuda o fato que fui praticamente roubada de uma oportunidade de ter ido a Portugal no fim do ano passado para meus pais conseguirem me por na faculdade, que só me fez sentir ainda mais presa e isolada. (Sem falar que meu pai simplesmente fica com muita raiva de mim quando eu menciono como fiquei triste sobre não poder ter ido para lá.)
Eu fiquei de saco cheio e cheguei ao meu auge essa semana, quando meu pai literalmente me ameaçou quando eu disse que não estava satisfeita com a faculdade e estava pensando em sair. Estive considerando pôr meu diploma de informática em uso e ver se eu conseguia algum emprego para me desgrudar da minha família (apesar de não ter gostado muito do curso, mas imagino que deve ter sido pelas mesmas condições que não estou gostando da minha faculdade: a depressão que sofro por causa da minha situação). Mas há vários problemas que me impedem de fazer isso diretamente.
Para início de conversa, eu francamente tenho que confessar que eu não faço idéia de como eu iria procurar e conseguir um emprego, ou até onde eu deveria começar à procurar, já que, em sua missão de me deixar perpetuamente dependente deles, meus pais nunca me ensinaram como fazer isso. Não é exagero; desde o ensino médio, quando tive que fazer estágio, meu pai me proibiu de fazer estágio em uma companhia - seja remunerado ou não - e me obrigou a fazer estágio dentro da minha própria escola, mesmo com os professores e conselheiros da escola avisando ele que não recomendavam fazer isso já que atrapalharia minhas oportunidades de conseguir um emprego no futuro devido a eu não ter um portifólio decente. (De fato, eu lembro que, no meu aniversário de 15 anos, quando comentei sobre a possibilidade de eu ter meu próprio trabalho e minha própria casa, meu pai riu da minha cara e disse que nunca iria deixar eu me mudar para fora da casa dele.)
Literalmente a única coisa que eu sei é que é possível agendar a carteira de trabalho online e que não custa dinheiro fazer isso (sendo que meus pais me disseram o oposto), mas também não sei direito como funciona o processo. Também ouvi falar sobre o LinkedIn, mas não conheço muito a respeito.
O outro problema é que, francamente, eu gostaria muito de conseguir uma oportunidade de emprego no exterior. (Preferencialmente em Portugal ou na Irlanda, já que gosto desses dois países.) Sei que isso torna as coisas muito mais difíceis e que eu deveria me concentrar mais em me safar da minha situação atual, mas há varios motivos por trás desse desejo meu... e dentre todos eles, dois deles se destacam:
• Salário. Não há segredo que a economia daqui está em um péssimo estado, e francamente, com eu só tendo um diploma de ensino médio e não tendo saúde mental para conseguir terminar a faculdade ou estudar para passar em um concurso público enquanto ainda estiver nessa situação, eu tenho medo se só conseguir um trabalho com salário mínimo que torne impossível eu ter dinheiro o suficiente para comprar ou alugar minha própria casa, ou que me acabe me forçando a viver perpetuamente na margem da pobreza. Claro, seria melhor que viver sofrendo de abuso doméstico, mas nessa situação, seria essencialmente trocando um mal pelo outro. Na Europa, não só o Euro está em uma situação muito melhor que o Real (que significa que até salário mínimo lá vai render mais do que o salário mínimo daqui), mas Portugal e Irlanda estão precisando muito de gente na área de informática, então seria muito mais fácil eu ter um emprego que pague bem lá comparado com aqui. (Sem falar que eu quero muito ter um Nintendo Switch e um 3DS/2DS, e ambos custam uma fortuna aqui no Brasil sendo que são muito mais baratos lá na Europa)
• Segurança. Tem o argumento óbvio de que lá tem muito menos crimes que aqui no Brasil, mas o que mais me atrai é a respeito de crimes de ódio. Como eu mencionei lá em cima, eu sou trans. Não fiz a transição ainda pois meus pais são conservadores e jamais iriam aceitar isso, mas caso eu me mudasse para fora da casa deles mas ainda continuasse morando no Brasil, eu ainda não iria poder fazer a transição pois não iria me sentir segura aqui, dentre todos os inúmeros crimes de ódio contra pessoas trans que vêm acontecendo aqui. (Sem falar que eu não arriscaria a possibilidade de acabar sendo demitida caso meu hipotético chefe seja uma pessoa preconceituosa.) Além de finalmente poder escapar dos abusos psicológicos e emocionais que meus pais vêm fazendo acima de mim, um dos maiores desejos que eu tenho à respeito de cair fora daqui é poder finalmente assumir o corpo e o nome que eu quero ter, algo que eu simplesmente não consigo me ver sendo capaz de conseguir se eu continuar aqui.
Além desses dois motivos principais, há vários outros motivos que me fazem querer me mudar para o exterior, como por exemplo, dificultar os meus pais de irem atrás de mim para ficar me importunando, e também o fato de lá ter um clima muito mais frio que o nosso (eu ODEIO o calor e sou uma masoquista em relação ao frio).
Mas enfim, o problema é que eu não sei se conseguir um trabalho nesses dois países seria fácil, ou até possível na minha situação atual. Eu não tenho passaporte, e nem um visto. (Eu ouvi falar que Portugal criou um visto específicamente para atrair brasileiros formados na área de informática, mas eu não sei como funciona o processo para obter esse visto, ou se inclui pessoas formadas no ensino médio-técnico ou apenas no nível superior.) Não sei se o processo para conseguir um emprego no exterior pode ser feito online mesmo não estando nesses países, ou se eu precisaria ir para lá primeiro. Não há muita informação à respeito disso.
Normalmente, o caminho lógico seria tentar conseguir um trabalho aqui primeiro para me livrar da minha família, e então juntar dinheiro para conseguir comprar um passaporte e pagar uma passagem de avião sem ter que depender de doações online. Mas, novamente, eu não sei se possuo uma qualificação boa o suficiente para conseguir um trabalho na área que pague o suficiente para eu conseguir sobreviver (seja aqui no Brasil, ou lá na Europa), e não muda o fato de que não sei como funciona o processo de aplicar para conseguir um emprego. (Novamente, tanto aqui quanto lá.)
Por acaso vocês poderiam me dar algumas dicas e esclarecimentos sobre o que eu devo fazer, tanto para conseguir um trabalho aqui quanto para conseguir me mudar para o exterior? (inclusive se dá para eu, por exemplo, conseguir emprego em uma empresa multinacional e depois pedir transferência para uma filial em outro país)
submitted by CommissionerTadpole to brasil [link] [comments]


2020.02.11 20:38 Charles_Bronsonaro O "Politicamente correto" é apenas pretexto para censura e perseguição política e deve ser combatido a todo custo

Pra quem ainda não entendeu, o rótulo "discurso de ódio" é apenas uma justificativa para censura e para perseguir e punir você que tem opinião diferente.

No Canadá e na Inglaterra, já existe o conceito de "não-crime": policiais recebem instrução desde a academia de investigar você por um não-crime.

http://www.report-it.org.uk/files/hate_crime_operational_guidance.pdf
Item 6.3
"Where any person, including police personnel, reports a hate incident which would not be the primary responsibility of another agency, it must be recorded regardless of whether or not they are the victim, and irrespective of whether there is any evidence to identify the hate element."

O que isso significa é que diante de qualquer acusação de ódio que não seja considerado crime - não importando que a potencial vítima não tenha reclamado e mesmo se não houver qualquer evidência de que realmente aconteceu algo - a polícia é obrigada a registrar na ficha do acusado.

Isso é usado para inflar as estatísticas de "crime de ódio" mesmo sendo um "não-crime" do qual ninguém deu evidência.

Exemplo: um sujeito chamado Harry Miller reencaminhou no Twitter um poema que algumas pessoas acharam que era "transfóbico". Alguém chamou a polícia e ele foi investigado por causa do retweet mesmo sem ser o autor do poema. Ele perguntou que lei ele havia violado e a polícia disse que nenhuma, que era um incidente de não-crime e que a polícia tinha que averiguar o pensamento de Harry.

...averiguar o pensamento...

Quantas pessoas já foram presas por causa desse tipo de coerção policial?
Na Inglaterra, 3 mil pessoas já foram presas por comentários que elas postaram na internet. Isso não inclui os outros milhares de incidentes "não-crimes" pelos quais várias outras pessoas foram "averiguadas" e registradas.

É claro que alguns desses comentários postados foram horríveis, racistas, coisas que membros de torcidas de futebol gritam uns para os outros.

Mas boa parte dos comentários são simples piadas. Teve um sujeito que foi preso por ter postado uma piada sobre a Madeleine McCann (uma menina que desapareceu em 2007 e foi tema de um documentário do Netflix em 2019) que ele copiou e colou de algum site na internet. Ficou preso 3 meses por causa de uma piada e agora ficou registrado como criminoso.

Um outro sujeito chamado Marcus Macon publicou um vídeo no YouTube com um filhote de cachorro treinado pra fazer uma saudação nazista quando ouvisse Zieg Heil. É uma piada totalmente idiota e aquilo fora do contexto é algo ofensivo, mas a piada é justamente baseada no fato do nazismo ser a pior coisa do mundo e aquele cachorrinho fofo estava prestando continência.

Cerca de 3 milhões de pessoas viram o vídeo antes do YouTube tirar do ar e nenhuma reclamou. Mas a polícia entrou em contato com o Scottish Council of Jewish Communities pra perguntar se eles acharam ofensivo e é claro que eles disseram que sim. Então a polícia usou aquilo pra meter um processo no sujeito.

Depois de 2 anos investigando, e apesar da participação de uma unidade de inteligência e cibercrime, não acharam um único tweet ou email ligando ele a algum grupo fascista ou extremista, mas o julgaram culpado e lhe meteram uma multa de 800 libras e mancharam a ficha dele pra sempre apenas por causa de uma piada idiota.

Esse tipo de repressão já existe até no setor privado. Um outro sujeito foi a uma entrevista e descobriu depois que podia fazer requerimento para obter os dados investigados pela empresa. Ele recebeu 350 páginas contendo todos os tweets que ele deu like e que constavam a palavra "fuck".

https://twitter.com/kmlefranc

Um dos tweets que ele deu like e foi considerado ofensivo o suficiente para ser listado foi um vídeo de uma criancinha correndo com uma garrafa de vodka na mão saindo do supermercado e a mãe correndo atrás dizendo "não, não, me dá aqui, devolve!".

Casos assim em que não há nada ofensivo servem para deixar as pessoas com medo e assim controlá-las, controlar seu pensamento. Até mesmo dar like num tweet é motivo para punições e boicotes, um like que pode acontecer até por acidente.

Os grupos que promovem essa perseguição abusam das palavras "ódio" e "intolerância" mas eles mesmos são os que odeiam e não toleram opiniões diversas. Quem mais acusa os outros de "ódio" e "intolerância" são aqueles que mais odeiam e menos toleram os outros.

Que tal isso: Fulano não concorda com você em nada e por causa disso você é que é o "fascista intolerante com discurso de ódio"?
E esse fulano pode contratar uma empresa que vai revirar sua vida online pra catar algum like, alguma piada, qualquer coisa que possa remotamente ser rotulada de "discurso de ódio"?

Provavelmente não há nenhuma pessoa a salva disso no planeta inteiro que não tenha algum comentário comprometedor em privado que possa ser usado contra ela.
submitted by Charles_Bronsonaro to brasilivre [link] [comments]


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