Data poemas de amor

Data de publicação: quinta-feira, 24 Julho, 2014 - 02:08. Poemas. amor paixão erotismo. Poemas Inéditos para Colectâneas. Blog de CarmenCecilia; Login ou registre-se para postar comentários; Login do usuário. Usuário * Senha * Criar nova conta; O mundo de nosso amor, Aonde vivemos sem rumo, Sem jeito ou mesmo sem amar. Ninguém até hoje viveu sem amar, Pois o amor faz parte de cada Etapa de nossa vida, ele nos Ensina a viver o que realmente É o amor em nossa vida. Cada dia passos importantes damos Em busca de um verdadeiro amor, Aquele amor que vamos construir Junto a cada alicerce ... Download Poemas de Amor apk 2.7 for Android. Famous poem by Mario Benedetti as a tribute to enjoy and reflect poema-de-amor.com is hosted in Scottsdale, Arizona, United States. poema-de-amor.com was created on 2015-06-14. Website IP is 50.62.108.1 What marketing strategies does Poemas-de-amor use? Get traffic statistics, SEO keyword opportunities, audience insights, and competitive analytics for Poemas-de-amor. poemas-de-amor.net Competitive Analysis, Marketing Mix and Traffic - Alexa What marketing strategies does Poemas-de-amor use? Get traffic statistics, SEO keyword opportunities, audience insights, and competitive analytics for Poemas-de-amor. ... We don’t have enough data to display all the information typically shown here. However, there are low-competition keywords that this site does not drive traffic for yet. VIVENDO UM FAZ DE CONTA: SINDA QUEEN: 765 vezes: 24/04/2017: Sem título: Rebeca Lima Barboza dos Santos: 611 vezes: 30/03/2017: Tempestade: Bruna A. de Almeida: 497 vezes: 27/02/2017: Óculos Escuros: tonyramos: 548 vezes: 24/10/2016: Cajueiro de estimação: Mauro Leal: 528 vezes: 11/02/2016: Tristeza que me toma: Giovana Buzato: 657 vezes ...

Olhos Anônimos

2019.03.27 02:26 _dittz Olhos Anônimos

Pra quem gosta de poesia: Um poema genial que encontrei pela internet, escrito por Correio D'Oeste. Fonte: unknown. Data: unknown. (Talvez a data seja esta escrita no poema, não dá pra saber, afinal D'Oeste é um anon da vida)
Título: Olhos Anônimos
23 de Janeiro de 1971, Belo Horizonte.
Percebi que tu mudastes minha querida. Tua feição não é mais a mesma, e nunca será. Ao ver teu rosto no espelho, chorastes de alegria pelo dia, árduo dia, que se vistes bonita. Que belo dia minha querida! Penso que sorristes a cada cruzamento de esquina, às casas, às árvores, às flores de ambrosia. Tu se sentia bonita, que maravilha. Lembrastes do tempo de escola, seus cravos no rosto transformaram-se em rosas... bochechas que se apertam entre as covas do largo sorriso que tu nos presenteia. Sofrestes tanto minha bela, minha princesa, meu amor, que daqui, do outro lado do espelho, consegui sentir a sua dor. E senti. Mas mesmo assim, minha querida, eu não desisti de ti: continuei mirando os teus olhos, pois nos teus reflexos, eu conseguia ver a mim.
.Correio D'Oeste
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2018.11.07 20:31 Bitnukerr Poema

Boas, sei que nao e o melhor sub (procurei outros mas nao a nada), mas gostava de partilhar e receber criticas construtivas de um poema que escrevi para uma namorada minha que vai emigrar sem data de regresso.
Uma noite em São Miguel Onde o carinho foi fiel E de uma vasta memória Ficou uma história
Duas tartarugas encontraram-se E por sorte unificaram-se Pela ilha viajaram Onde o amor perdurava
As estações passaram E os corações modificaram O ponto de regresso aproximando E a união fortificando
A hora tinha chegado Do momento inesperado As duas tartarugas separaram E para o futuro remaram
Sem saber o que o universo planeava Os dois o mundo vaguearam Até que a sorte os juntasse Ficou uma história inacabada

Nao sou nenhum escritor, apenas estou tentando descrever aquilo que sinto para uma historia/poema.
Obrigado
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2018.08.26 02:34 Rapadura25 PRESENTE PARA VOCÊS

Olá, poetas que aqui nesse meio esvaem todo e qualquer tipo de amor à inspiração e transpiração cotidiana (pausa pra respirar). Eu sou o novo admin do sub e gostaria de começar interagindo aqui a partir deste recadinho.
Faremos, amanhã (26/08/18) às 21hrs, a entrega de um livro digital (ebook/epub) que nós, MODS da rapidinhapoetica, escolhemos para o poema/poesia de vocês que mais nos apaixonamos nesse meio tempo de nossa existência. Irá funcionar da seguinte maneira:
Nossa meta é realizar isso mensalmente, então se não ganhou seu agrado agora, continue se expressando verdadeiramente, que logo logo ganhará.
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2018.04.25 17:19 netojpv Material de apoio: CANDIDO, Antonio. "Comentário e interpretação literária". 1996.

COMENTÁRIO E INTERPRETAÇÃO LITERÁRIA
Num texto literário há essencialmente um aspecto que é tradução de sentido e outro que é tradução do seu conteúdo humano, da mensagem através da qual um escritor se exprime, exprimindo uma visão do mundo e do homem.
O estudo do texto importa em considerá-lo da maneira mais íntegra possível, como comunicação, mas ao mesmo tempo, e sobretudo, como expressão. O que o artista tem a comunicar, ele o faz na medida em que se exprime. A expressão é o aspecto fundamental da arte e portanto da literatura.
O comentário é uma espécie de tradução, feita previamente à interpretação, inseparável dela essencialmente, mas teoricamente podendo consistir numa operação separada. Neste sentido, vejamos alguns tópicos do já citado Benno von Wiese ("Ueber die Interpretation lyrischer Dichtung", p. 11-21).
Dizendo que o prazer estético é realçado, não prejudicado pela análise sistemática, von Wiese defende a possibilidade duma interpretação científica ou sistemática ("wissenschaftliche"), e lembra que as dúvidas a este respeito derivam do fato de se opor erradamente Comentário (externo, informativo, objetivo) à Interpretação (interna, afetiva, arbitrária). Em verdade "o comentário bem compreendido é o vestíbulo da interpretação" (p. 15).
O comentário é tanto mais necessário quanto mais se afaste a poesia de nós, no tempo e na estrutura semântica. Um poema medieval necessita um trabalho prévio de elucidação filológica, que pode ser dispensado na poesia atual. Mas mesmo nesta há uma etapa inicial de "tradução", gramatical, biográfica, estética, etc, que facilita o trabalho final e decisivo da interpretação.
O que é interpretação, alvo superior da exegese literária?
Como já indicou expressivamente Emil Staiger, "interpretar significa reproduzir e determinar com penetração compreensiva e linguagem adequada à matéria, a estrutura íntima, as normas estruturais peculiares, segundo as quais uma obra literária se processa, se divide e se constitui de novo como unidade" (p. 16).
Natureza da interpretação:
  • "(...) a Interpretação é uma tradução do tipo mais difícil que a tradução de uma língua para outra (...)" (p. 16).
Dificuldades:
  • "um poema não se revela por si mesmo, nem para os que falam a mesma língua. É espantoso o quanto o leitor desprevenido (ou ingênuo) lê mal e não percebe" (p. 17). Daí a necessidade de ensinar e aprender a interpretação sistemática.
Requisitos:
  1. Não se prender exclusivamente à forma nem ao conteúdo ("formalismo"e "materialismo"); não utilizar padrões alheios ao poema (p. 17).
  2. Não falar de si mesmo, mas da obra, isto é, não emprestar a ela os sentimentos e ideias pessoais que brotam por sua sugestão; mas procurar extrair os que estão contidos nela (p. 18).
Regras:
  • "(...) aprender a ler, saber ouvir, prestar atenção a todas as particularidades" (p. 17).
ANÁLISE
A análise comporta praticamente um aspecto de comentário puro e simples, que é o levantamento de dados exteriores à emoção poética, sobretudo dados históricos e filológicos. E comporta um aspecto já mais próximo à interpretação, que é a análise propriamente dita, o levantamento analítico de elementos internos do poema, sobretudo os ligados à sua construção fônica e semântica, e que tem como resultado uma decomposição do poema em elementos, chegando ao pormenor das últimas minúcias.
A interpretação parte desta etapa, começa nela, mas se distingue por ser eminentemente integradora, visando mais à estrutura, no seu conjunto, e aos significados que julgamos poder ligar a esta estrutura. A análise e a interpretação, ao contrário do comentário, (fase inicial da análise) não dispensam a manifestação do gosto, a penetração simpática no poema. Comenta-se qualquer poema; só se interpretam os poemas que nos dizem algo. A análise esta a meio caminho, podendo ser, como vimos, mais análise-comentário ou mais análise-interpretação.
Análise e interpretação representam os dois momentos fundamentais do estudo do texto, isto é, os que se poderiam chamar respectivamente o "momento da parte" e o "momento do todo", completando o círculo hermenêutico, ou interpretativo, que consiste em entender o todo pela parte e a parte pelo todo, a síntese pela análise e a análise pela síntese. A este respeito, tomemos alguns conceitos de Staiger no citado estudo Die Kunst der Interpretation:
"O intérprete se mede pela capacidade de exprimir de maneira sistemática, a respeito da poesia, e sem destruir o seu encanto, o que determina o seu segredo e a sua beleza, e de aprofundar por meio do conhecimento o prazer causado pela valia da obra. Isto é possível? Depende do que se considerar sistemático.
A hermenêutica nos ensinou há muito que nós compreendemos o todo pela parte e a parte pelo todo. É o 'círculo hermenêutico', a cujo respeito não dizemos mais que é necessariamente um círculo vicioso. Sabemos pela Ontologia de Heidegger que todo o conhecimento humano se desenvolve desta maneira, e também a Física e a Matemática não costumam andar de outra maneira. Portanto, não devemos evitar o círculo, mas apenas cuidar em entrar nele corretamente" (p. 12-13).
Em seguida, Staiger fala do prazer e da emoção da leitura como condição de conhecimento adequado, sem temer a acusação de fundar os estudos literários no sentimento subjetivo. O sentimento neste caso é um critério de orientação e de penetração. "O critério da sensibilidade se torna também critério de conhecimento sistemático" (p. 13).
Uma vez assegurada esta penetração simpática, o leitor deve apreender o ritmo, o largo compasso do poema(*) sobre o qual repousa o estilo, sendo o elemento que unifica num todo os aspectos de uma obra de um artista ou de um tempo (p. 14).
Quando apreendemos pela sensibilidade o ritmo geral de uma poesia, apreendemos no todo a sua beleza própria. Esclarecer esta intuição pelo conhecimento é a tarefa da interpretação.
"Neste estádio o estudioso se separa do amador. Para o amador, basta o sentimento geral e um domínio ainda vago, que pode esclarecer por meio de leituras atentas. Mas ele não sente a necessidade de comprovar como tudo se afina no todo, e como o todo se afina pelas partes. A possibilidade de estabelecer esta prova é o fundamento da nossa ciência" (p. 15).
Antes de entrar na apresentação dos elementos necessários à análise do poema, como encaminhamento para a sua interpretação posterior, façamos um exercício breve, que mostre como o comentário e a interpretação se completam e como cada um deles pode ser melhor compreendido por um caso concreto.
Seja o soneto de Camões numerado 74 na edição Hernani Cidade (Sá da Costa):
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
...
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
...
E querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
...
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
COMENTÁRIO
Trata-se de um soneto. Significativo: adoção de um instrumento expressivo italiano (ou fixado e explorado pelos italianos), apto pela sua estrutura a exprimir uma dialética; isto é, no caso, uma forma ordenada e progressiva de argumentação. Há certa analogia entre a marcha do soneto e a de certo tipo de raciocínio lógico em voga ainda ao tempo de Camões: o silogismo. Em geral, contém uma proposição ou uma série de proposições (ou algo que se pode assimilar a ela) e uma conclusão (ou algo que se pode a ela assimilar).
Este soneto obedece ao modelo clássico. E composto em decassílabos e obedece ao esquema de rimas ABBA, ABBA, CDC, DCD. Isto permite a divisão do tema e a constituição de uma rica unidade sonora, na qual a familiaridade dos sons e a passagem dum sistema de rimas a outro ajuda ao mesmo tempo o envolvimento da sensibilidade e a clareza da exposição poética (proposição, conclusões).
O decassílabo, como aqui aparece, é de invenção italiana, embora exista com outros ritmos na poesia de outras línguas. Verso capaz de conter uma emissão sonora prolongada, e bastante variado para se ajustar ao conteúdo.
Este soneto apresenta uma particularidade: a proposição é feita por uma justaposição de conceitos nos dois primeiros quartetos, estendendo-se ao primeiro terceto. Só nó último tem lugar a conclusão (que é uma consequência do exposto), que de ordinário principia no anterior.
Quanto à estrutura rítmica, notar que na parte propositiva (11 versos), todos os versos têm cesura da 6» silaba, permitindo um destaque de 2 membros, o primeiro dos quais exprime a primeira parte de uma antítese, exprimindo o segundo a segunda parte. Vemos aqui a função lógica ou psicológica da métrica, ao ajustar-se à marcha intelectual e afetiva do poema.
Note-se ainda que o poeta recorre discretamente à aliteração, isto é, à frequência num ou mais versos das mesmas consoantes, formando uma determinada constante sonora, ou antes, um efeito sonoro particular: n no primeiro verso; t no terceiro e sétimo; d no quarto; v no décimo, etc.
Quanto a outras circunstâncias exteriores à interpretação, como data de composição, situação na vida do poeta, etc, não há elementos no caso. Apenas um pormenor erudito de variantes.
INTERPRETAÇÃO
  • 1ª parte: aspecto expressivo formal;
Evidentemente se trata de um poema construído em torno de antíteses, organizadas longitudinalmente em forma simétrica, por efeito da cesura significativa, dando nítida impressão de estrutura bilateral regular, ordenada em torno de uma tensão dialética. São duas séries de membros que se opõem, prolongando durante 11 versos um movimento de entrechoque.
Esta forma estrutural geral é movimentada por uma progressão constante do argumento poético, manifestada:
  • pelo efeito de acúmulo das imagens, que acabam criando uma atmosfera de antítese;
  • pela abstração progressiva das categorias gramaticais básicas que são no caso vocábulos-chaves do ponto de vista poético. Assim é que temos sucessivamente uma área de substantivos, uma área de verbos substantivados e uma área de verbos.
Substantivos;
  • 1ª estrofe: fogo, ferida, contentamento, dor.
Verbos substantivados:
  • 2ª estrofe: um querer, um andar (solitário pode ser substantivo ou adjetivo, aliás; dupla leitura possível).
Transição no terceiro verso que prepara a passagem para a área seguinte verbal (/um/ nunca contentar-se).
Verbos:
  • 3ª estrofe, e já fim da segunda: querer estar, servir, ter.
Trata-se de um nítido processo de abstração, que revela a passagem do estado passivo do sujeito poético à sua ação, intensificando a sua força emocional. Ainda sob este aspecto, note-se na área dos substantivos a evolução da causa material - fogo - para a consequência material imediata e apenas metaforicamente imaterial - ferida, - e dela para a consequência imaterial mediata - contentamento e dor, que são estados da sensibilidade.
Na última estrofe, a cesura não divide o verso, há transposição ("enjam-bement"), e todo o terceto se apresenta como unidade expressiva coesa e ininterrupta, pela presença de uma consequência lógico-poética, sob a forma de interrogação. Esta interrogação exprime a perplexidade do poeta e permite transitar à nossa segunda parte. (Ver nota abaixo).
  • 2ª parte: aspecto expressivo existencial.
Este soneto exprime, sob aparente rigidez lógica, uma densa e dramática tensão existencial; é o encerramento de uma profunda experiência humana, baseada na perplexidade ante o caráter contraditório (bilateral, para usar a expressão aplicada à forma estrutural do soneto), da vida humana. A vida é contraditória, e como os poetas não cansam de lembrar, amor e ódio, prazer e dor, alegria e tristeza, andam juntos. Sabemos hoje pela psicologia moderna que isto não constitui, para a ciência, motivo de perplexidade, mas a própria realidade dos sentimentos de toda a personalidade. A arte percebeu antes da ciência.
No soneto de Camões há uma rebeldia apenas retórica, sob a perplexidade do último terceto.
Mas no corpo dialético do poema reponta uma aceitação das duas metades da vida, pelo conhecimento do seu caráter inevitável. A profunda experiência de um homem que viveu guerras, prisão, vícios, gozos do espírito, leva-o a esta análise que reconhece a divisão na unidade. E a própria conclusão perplexa do fim é o reconhecimento de que a unidade se sobrepõe afinal à divisão do ser no plano da experiência humana total. O amor é tudo o que vimos, e ele é aspiração de plenitude graças à qual o nosso ser se organiza e se sente existir.
Grande mistério - sugere o poeta - que sendo tão aparentemente oposto à unidade do ser, ele seja um unificador dos seres (na medida em que é amizade).
A simetria antitética perfeitamente regular exprime a presença de uma ordem no caos. O espírito unifica no plano da arte as contradições da vida, não as destruindo, mas integrando-as.
CANDIDO, Antonio. "Comentário e interpretação literária". In: ______. O estudo analítico do poema. 3ed. São Paulo: Humanitas Publicações/ FFLCH/USP, 1996, p. 17-23.
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2017.05.21 17:02 EnciclopedistadeTlon Domingo de lectura 46: Murakami, Wikipedia, Snorri Sturluson, Borges y B. Willingham

Cada domingo elegimos al azar cinco textos del documento online en el que cargo las sugerencias de todos.
 
 
Los textos de este domingo (tirada)
 
1) Ficción breve: “El espejo” de Haruki Murakami (PDF), sugerido por justroku.
Haruki Murakami (1949) es un escritor y traductor japonés, autor de novelas y relatos. Es el escritor japonés más popular en Occidente, y la influencia de la literatura y la música occidental es notable en él. Aunque parte de la crítica de su país califica su obra de literatura pop, es reconocido a nivel internacional y ha ganado numerosos premios. Se lo suele asociar con el surrealismo y el posmodernismo.
 
2) No ficción breve: Artículo “Aspecto físico y personalidad de Wolfgang Amadeus Mozart” de Wikipedia, sugerido por sebs24.
Wikipedia (2001) es una enciclopedia libre, políglota y editada colaborativamente. Es administrada por la Fundación Wikimedia, una organización sin ánimo de lucro cuya financiación está basada en donaciones.
 
3) Microrrelato: “La promesa del rey” de Snorri Sturluson, sugerido por Aleblanco1987.
Snorri Sturluson (1179-1241) fue un escaldo (poeta guerrero vikingo), historiador, jurista y escritor islandés. En dos ocasiones fue elegido letrado del Alþing (Parlamento islandés). Es el autor de la Edda prosaica o Edda menor, que incluye narraciones de mitología nórdica y poesía. También es el autor de la Heimskringla, una historia de los reyes noruegos que comienza con un tono legendario en la Saga de los Ynglings y alcanza la primera parte del medioevo de la historia de Escandinavia.
 
La promesa del rey
 
Tostig, hermano del rey sajón de Inglaterra, Harold Hijo de Godwin, codiciaba el poder y se alió con Harald Hardrada, rey de Noruega. (Este había militado en Constantinopla y en África; su estandarte se llamaba Landsda, Desolador de Tierras; también fue poeta famoso). Con un ejército noruego desembarcaron en la costa oriental y rindieron el castillo de Jorvik (York). Al sur de Jorvik los enfrentó el ejército sajón. Veinte jinetes se allegaron a las filas del invasor; los hombres, y también los caballos, estaban revestidos de hierro. Uno de los jinetes gritó:
—¿Está aquí el conde Tostig?
—No niego estar aquí —dijo el conde.
—Si verdaderamente eres Tostig —dijo el jinete— vengo a decirte que tu hermano te ofrece su perdón, su amistad y la tercera parte del reino.
—Si acepto —dijo Tostig— ¿qué dará el rey a Harald Hardrada?
—No se ha olvidado de él —contestó el jinete—. Le dará seis pies de tierra inglesa y, ya que es tan alto, uno más.
—Entonces —dijo Tostig— dile a tu rey que pelearemos hasta morir.
Los jinetes volvieron. Harald Hardrada preguntó, pensativo:
—¿Quién era ese caballero que habló tan bien?
El conde respondió:
—Era Harold Hijo de Godwin.
Antes que declinara el sol de ese día, el ejército noruego fue derrotado. Harald Hardrada pereció en la batalla y también el conde.
Del capítulo XCI del décimo libro de la Heimskringla.
 
4) Poesía: “1964” de Jorge Luis Borges, sugerida por EduBA.
Jorge Luis Borges (1899-1986) fue un escritor y traductor argentino, autor de cuentos, ensayos breves y poemas, y una destacada figura literaria del siglo XX. En sus textos, que muchas veces trascienden géneros y engañan al lector con su juego entre lo ficticio y lo real, se aúnan la filosofía, la mitología, la historia, lo onírico, la religión, el lenguaje y la intertextualidad.
 
1964
 
I
 
Ya no es mágico el mundo. Te han dejado.
Ya no compartirás la clara luna
ni los lentos jardines. Ya no hay una
luna que no sea espejo del pasado,
 
cristal de soledad, sol de agonías.
Adiós las mutuas manos y las sienes
que acercaba el amor. Hoy sólo tienes
la fiel memoria y los desiertos días.
 
Nadie pierde (repites vanamente)
sino lo que no tiene y no ha tenido
nunca, pero no basta ser valiente
 
para aprender el arte del olvido.
Un símbolo, una rosa, te desgarra
y te puede matar una guitarra.
 
II
 
Ya no seré feliz. Tal vez no importa.
Hay tantas otras cosas en el mundo;
un instante cualquiera es más profundo
y diverso que el mar. La vida es corta
 
y aunque las horas son tan largas, una
oscura maravilla nos acecha,
la muerte, ese otro mar, esa otra flecha
que nos libra del sol y de la luna
 
y del amor. La dicha que me diste
y me quitaste debe ser borrada;
lo que era todo tiene que ser nada.
 
Sólo que me queda el goce de estar triste,
esa vana costumbre que me inclina
al Sur, a cierta puerta, a cierta esquina.
   
5) Cómic: Fables #1 de Bill Willingham, Lan Medina, Mark Buckingham Steve Leialoha, Craig Hamilton y Todd Klein (versión en inglés), sugerido por Fran.
Bill Willingham (1956) es un escritor y artista de cómics estadounidense, conocido por su trabajo en los cómics Elementals y Fables. Ha escrito e ilustrado para juegos de rol y para DC, así como algunas novelas de fantasía y aventuras. Se describe a sí mismo como "rabiosamente pro-Israel" y afirma que Fables desde un comienzo pretendió ser una metáfora del conflicto israelí-palestino.
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2016.07.10 05:56 EnciclopedistadeTlon Domingo de lectura 7: marte colonial, preservativo contra los prejuicios, reflexión suicida y pretensiones de pureza

La idea es que cada domingo elijamos al azar textos del documento online en el que cargo las sugerencias de todos
Los textos de este domingo: Tirada de números.
1) Ficción breve: "El árbol de la buena muerte" de Héctor G. Oesterheld.
*
2) No-ficción breve: "Carta segunda" de Cartas a Eugenia de Paul Henri Thiry d'Holbach (páginas 35-52) (son páginas chicas con letra grande).
*
3) Microrrelato: "El drama del desencantado" de Gabriel García Márquez.
…el drama del desencantado que se arrojó a la calle desde el décimo piso, y a medida que caía iba viendo a través de las ventanas la intimidad de sus vecinos, las pequeñas tragedias domésticas, los amores furtivos, los breves instantes de felicidad, cuyas noticias no habían llegado nunca hasta la escalera común, de modo que en el instante de reventarse contra el pavimento de la calle había cambiado por completo su concepción del mundo, y había llegado a la conclusión de que aquella vida que abandonaba para siempre por la puerta falsa valía la pena de ser vivida.
*
4) Poesía: "Tú me quieres blanca" de Alfonsina Storni.
*
Tú me quieres blanca
*
Tú me quieres alba,
me quieres de espumas,
me quieres de nácar.
Que sea azucena
Sobre todas, casta.
De perfume tenue.
Corola cerrada .
*
Ni un rayo de luna
filtrado me haya.
Ni una margarita
se diga mi hermana.
Tú me quieres nívea,
tú me quieres blanca,
tú me quieres alba.
*
Tú que hubiste todas
las copas a mano,
de frutos y mieles
los labios morados.
Tú que en el banquete
cubierto de pámpanos
dejaste las carnes
festejando a Baco.
Tú que en los jardines
negros del Engaño
vestido de rojo
corriste al Estrago.
*
Tú que el esqueleto
conservas intacto
no sé todavía
por cuáles milagros,
me pretendes blanca
(Dios te lo perdone),
me pretendes casta
(Dios te lo perdone),
¡me pretendes alba!
*
Huye hacia los bosques,
vete a la montaña;
límpiate la boca;
vive en las cabañas;
toca con las manos
la tierra mojada;
alimenta el cuerpo
con raíz amarga;
bebe de las rocas;
duerme sobre escarcha;
renueva tejidos
con salitre y agua:
*
Habla con los pájaros
y lévate al alba.
Y cuando las carnes
te sean tornadas,
y cuando hayas puesto
en ellas el alma
que por las alcobas
se quedó enredada,
entonces, buen hombre,
preténdeme blanca,
preténdeme nívea,
preténdeme casta.
*
Para quien quiera ir leyendo durante la semana los textos del domingo que viene: Tirada 1 2 (pp.5-17 ) 3 4 -( esp)
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